São Luís sedia a II Reunião do Conselho Distrital do Lions Club DLA6 presidida pela governadora Rita Gonçalves

            Está sendo realizada em São Luís, na sede do Conselho Regional de Medicina, a II Reunião do Conselho Distrital do Lions Club DLA6, que envolve os estados do Maranhão, Piauí, Pará e Amapá e é dirigido pela governadora Rita do Socorro Gonçalves. O evento se constitui em um amplo fórum de debates entre presidentes e assessores do Lions Club, com visto as ações que cada clube vem realizando e o planejamento para o próximo exercício, diz a governadora Rita Gonçalves.

O importante dentro da II Reunião do Conselho Distrital do Lions Club DLA6, foram as oficinas de treinamento para dirigentes de clubes e troca de experiências, muito importantes, sob o aspecto de incentivo e motivação para ações voltadas para comunidades carentes. O que destaca e faz do Lions Club ser diferente em seu trabalho de amplo alcance é de oferecer serviços de ordens diversas, onde infelizmente o poder público é ausente ou atende precariamente, além de levar orientações as populações atendidas, quanto aos aspectos inerentes a cidadania. Afinal de contas, temos compromisso solidário e fraterno, com pessoas e seres humanos, registra a governadora Rita Gonçalves.

A governadora Rita Gonçalves tem como lema, Leonismo: “Nós servimos com Diversidade”, destaca que a reunião superou todas as expectativas pelo elevado nível de participação e contribuição dos presidentes e assessores dos Lions Club do DLA6, se concretizando em mais uma importante marca dos avanços conquistados pela entidade, afirmou.

 

Lula foi solto, mas é criminoso, condenado, inelegível e sem narrativa de “preso político”

Saiu como criminoso, inelegível, beneficiado por uma decisão judicial. Não foi absolvido, não provou sua inocência e, principalmente, PERDEU A NARRATIVA.

Parem, por um minuto, de olhar de dentro pra fora. Olhem DE FORA PARA DENTRO. Vamos parar de pensar com o fígado. Deixemos a emoção de lado e olhemos a soltura de Lula sob o prisma ESTRATÉGICO.

O PT tentava convencer o mundo de que tudo, aqui, não passava de um golpe. Que Dilma foi tirada à força do poder e que Lula era um preso político. A intenção era transformá-lo em um Mandela. Esse discurso acabou.

O Brasil, nos últimos anos, está sendo reconhecido internacionalmente, como uma referência no combate à corrupção. Quantos países tiveram competência para PRENDER UM EX-PRESIDENTE e mantê-lo preso por 1 ano e meio, respeitando o devido processo legal?

Agora, com a decisão do STF, ainda que não seja a intenção dos togados, fica provado que observamos a Constituição e obedecemos as leis.

NÓS VENCEMOS A GUERRA DE NARRATIVAS. Mesmo porque, estamos dizendo a verdade!

Em pleno governo de direita, Lula está na rua, obedecendo decisão do Judiciário. É prova inequívoca de que nossa democracia está sadia e que nossas instituições funcionam de forma harmônica e independente. Um “cala boca” em qualquer idiota que insiste em dizer que temos um governo fascista.

Acabou-se, também, o discurso de PRESO POLÍTICO. O episódio prova que não passa de um preso comum, sujeito aos trâmites da justiça. Um simples bandido.

Se Lula preso, se utilizando da narrativa de “Lula Livre”, não conseguiu sequer eleger um sucessor, qual a força desse homem solto?

Continuará sendo “adorado” pela mesma militância ignorante que fazia vigília na porta da carceragem. Só!

A única consequência grave será se a Direita continuar pregando revanchismo e ouvindo conversa de intervencionistas e profetas do caos, que tentam inflamá-la para as ruas.

Com a esquerda moribunda e sem capacidade de mobilização, essa massa revoltada, pedindo o rompimento do Estado Democrático de Direito e sendo manobrada por canalhas, é o MAIOR RISCO PARA O BRASIL.

“Ou você tem uma estratégia própria, ou então é parte da estratégia de alguém.” (TOFFLER, Alvin)

 

Felipe Fiamenghi

O Brasil não é para amadores.

 

São Luís poderá amanhecer na segunda-feira sem transporte coletivo. É mais uma farsa da concorrência pública

  Fica cada vez mais evidente a farsa da concorrência pública dos transportes coletivos. Há dias, o posicionamento enérgico da justiça determinou a recuperação total do Terminal da Integração de Coletivos da Praia Grande, antes que viesse a desabar e colocar em risco a vida de milhares de usuários. A bandalheira entre empresários e a prefeitura de São Luís, mostra claramente para a população, que os interesses dos dois se sobrepõem ao coletivo, com um empurrando ao outro a responsabilidade da administração e manutenção dos Terminais de Integração. A interferência da justiça foi fundamental para a defesa e garantia dos direitos da população tripudiado por empresários e o executivo municipal.

Quando classifico de farsa a tal concorrência pública dos transportes coletivos, basta de verificar que os empresários que detinham a exploração dos serviços nos melhores setores da cidade, continuaram, além de ter sido feita uma arrumação para agregar pequenas empresas nos locais distantes do centro para servir comunidades muito carentes, que nunca conseguem coletivos em condições dignas e permanecem altamente discriminadas.

Mais vergonhoso é o prefeito Edivaldo Holanda Júnior, sem o menor discernimento afirmar que houve melhorias nos serviços de transportes coletivos de São Luís. O falso corredor de transporte coletivo não permite redução de tempo, diante da péssima mobilidade nas ruas e avenidas da cidade. Ainda mais vergonhoso é o prefeito, com secretários municipais com destaque para Canindé Barros, da SMTT e alguns vereadores capitaneados pelo presidente do legislativo municipal Osmar Filho, se tornarem instrumento de empresários, quando colocam coletivos novos ou reformados na praça Maria Aragão para informar que estão melhorando a frota da capital. O prefeito chega a ser ridículo, quando diz taxativamente que é a prefeitura que está trazendo os veículos novos para a capital, como se ela tivesse concessão, a não ser que exista algum subterfúgio, que a maioria das pessoas não saibam, mas para os subservientes que sempre o acompanham é motivação para aplausos e depois criticas.

Os rodoviários estão anunciando para esta segunda-feira, uma paralisação geral nos serviços está sendo anunciada pelos rodoviários em razão dos desrespeitos aos seus direitos. Inúmeras empresas estão atrasando salários e acintosamente não honram acordos coletivos de trabalho. Os empresários argumentam que estão operando no vermelho e responsabilizam a prefeitura de São Luís de não estar honrando com acordo entre eles, entre os quais o reajuste de tarifas. Caso não haja interferência imediata da Justiça do Trabalho, por inoperância do poder executivo municipal a população voltará a sofrer muito mais pela falta do serviço essencial.

NOTA DO PSDB SOBRE A SOLTURA DO EX-PRESIDENTE LULA

Nos últimos meses os chamados partidos de esquerda ficaram na “cômoda” posição de não participar do esforço nacional de recuperação das dificuldades criadas ao longo de seus governos para ficarem na confortável posição do grito “Lula Livre”.

Os apoiadores de Lula, “inelegível pela lei da ficha suja”, se recusaram a dialogar, votaram contra as reformas que adequaram o Estado aos novos tempos e sequer propuseram saídas para a crise em que jogaram o Brasil.

Lula, Dilma Rousseff – sucessora escolhida por ele – e o PT são os responsáveis diretos pela maior recessão de nossa história, pelo déficit fiscal explosivo, pela alta taxa do desemprego, e pela subsequente estagnação da economia. Propiciaram também a volta do crescimento da pobreza registrado a partir de 2015, segundo pesquisa do IBGE divulgada esta semana, após uma longa série de avanços que remontava aos anos 90.

Decisão judicial se respeita. A soltura do ex-presidente Lula, entretanto, pode alimentar ainda mais um clima de intolerância na sociedade brasileira, no qual polos extremos preferem se hostilizar ao invés de dialogar.

Com Lula solto, nova palavra de ordem não basta mais. Será preciso apresentação de soluções para a crise que eles próprios criaram. Retórica vazia não gera emprego nem reduz miséria ou desigualdade.

Cabe a todos os atores políticos serem responsáveis e serenos neste momento de nervos à flor da pele.

Bruno Araújo, presidente nacional do PSDB 

Presidentes da Câmara e do Senado são os principais obstáculos à prisão em 2ª instância

Alcolumbre e Maia enfrentarão cobrança de parlamentares defensores da Lava Jato, favoráveis à prisão em segunda instância

Os presidentes da Câmara e do Senado serão os principais obstáculos à aprovação das propostas de emenda constitucional (PECs) que tramitam nas duas Casas que retomam a prisão em segunda instância. Os dois avaliam que é melhor não confrontar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que decidiu ontem, por 6 votos a 5, que as prisões só devem ocorrer após o esgotamento de todos os recursos.

Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Davi Alcolumbre (DEM-AP), no entanto, serão pressionados por deputados e senadores que defendem, sobretudo, a Operação Lava Jato – principalmente por líderes partidários que já se manifestaram contra a decisão do Supremo. Os dois também temem que o assunto possa elevar a temperatura no Congresso e aumentar as dificuldades para a aprovação do pacote enviado pela equipe econômica, com reformas estruturantes. O efeito mais imediato do novo posicionamento do Supremo é a praticamente certa soltura do ex-presidente Lula, principal líder oposicionista do país.

Simone Tebet: “Presidente do STF abriu a porta quando disse que não é [cláusula pétrea]”. Foto: Agência SenadoA presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), do Senado, Simone Tebet (MDB-MS), anunciou nesta sexta (8) que vai incluir na pauta da próxima reunião do colegiado a PEC que prevê a prisão em segunda instância de autoria do senador “lavajatista” Oriovisto Guimarães (Podemos-PR).

Proposta semelhante deve ser pautada nas próximas semanas na CCJ da Câmara, mas com muito enfrentamento das bancadas de partidos de esquerda, como PT, Psol e PCdoB.

“Diante da decisão do STF, principalmente da declaração de voto do presidente daquela Corte no sentido de que o Congresso pode alterar a legislação sobre a prisão em segunda instância, incluirei, na pauta da próxima reunião da CCJ, a PEC de autoria do senador Oriovisto Guimarães”, disse a senadora. Como o Congresso só funcionará na segunda e na terça na próxima semana, a tendência é que a apresentação do parecer da relatora, Selma Arruda (Podemos-MT), fique para a quarta seguinte.

Para Simone, o presidente do Supremo, Dias Toffoli, que desempatou a votação ao se posicionar pela prisão somente após o trânsito em julgado, abriu caminho para o Congresso rever a decisão. A emedebista avalia que o Parlamento não se omitiu na discussão. “Não, porque dependia da decisão se era cláusula pétrea ou não. O presidente do STF abriu a porta quando disse que não é”, afirmou a presidente da CCJ ao Congresso em Foco.

A vice-presidente da CCJ na Câmara, Bia Kicis (PSL-DF), também acredita na possibilidade de o Congresso retomar a interpretação derrubada pelos ministros. “A PEC já está na pauta. Precisamos enfrentar o assunto”, declarou Bia a este site

O presidente da Câmara, no entanto, já se manifestou contrariamente a uma revisão da decisão do Supremo, jogando uma ducha de água fria sobre os “lavajatistas”.

“A gente tem de tomar certo cuidado porque tivemos a oportunidade de ter tratado disso [segunda instância] em março. [Apreciar as propostas] logo depois que o Supremo decidir que ia revisitar o tema pode parecer que a gente está querendo enfrentar o Supremo, e não é o caso”, defendeu Maia.

Alcolumbre ainda não se manifestou publicamente sobre o assunto depois do julgamento do STF. Mas tem evitado confrontar o Congresso. Tem sido assim, por exemplo, com a CPI da Lava Toga, que pretende investigar ministros do Supremo, engavetada por ele. O senador alega que atritos entre os poderes podem prejudicar o bom andamento das instituições e agravar a crise institucional e política do país.

Congresso em Foco

 

Jurista Carvalhosa: Este é o mais violento golpe desferido pelo STF contra os brasileiros

Nesta sexta-feira (08), o jurista Modesto Carvalhosa, jurista e grande combatente da corrupção, lamentou a decisão do STF de anular a prisão em segunda instância e classificou a deliberação como ” o mais violento golpe” da corte:

“Não foi o primeiro golpe desferido pelo STF contra a Justiça e a Democracia.

Foi, no entanto, o mais violento golpe jamais desferido pelo STF contra a Justiça, contra a Democracia, mas, sobretudo e muito concreta, fria e cinicamente, contra o Povo brasileiro.

O que fez o STF no dia de ontem foi dizer a milhões de vítimas de roubos, homicídios, latrocínios, estupros, que o sofrimento delas não vale nada perante louçanias de linguagem e filigranas jurídicas, que torcem e distorcem a letra e o espírito da lei e da Constituição, com a verdadeira e indisfarçável finalidade de colocar os delinquentes poderosos nas ruas.

O STF, ontem, na prática, abriu a porta de todas as cadeias do País e só faltou mandar que os cidadãos de bem nelas entrassem.

Ocorre que, de sua torre de marfim, cegos pelo poder, o que eles não conseguem, não querem ou não podem avaliar é que há vida inteligente e digna fora daquele Palácio. E é precisamente isso que vamos mostrar a eles no próximo sábado, quando o Brasil inteiro sairá às ruas para exigir que o Congresso emende a Constituição e acabe de vez com o pretexto urdido para devolver a liberdade a Lula e demais corruptos.”

Jornal da Cidade Online

 

O Brasil não cabe no abismo construído pelo STF

Supremo Tribunal Federal. Não há o que comentar.

Distante do momento em que vive e dos anseios da nação, afronta toda a estrutura judiciária do país.

Pendular, apequenado, sem credibilidade, comprometido, vinculado ao que temos de pior, dá sobrevida à marginalidade e à corrupção.

Mas na linha do tempo e no curso da história, não vão triunfar.

O mal é forte, perseverante e estruturado. Mas não vencerá o bem!

Não é hora de desânimo e nem de recuos! Nem de surpresas.

De onde não se espera nada só pode vir o nada mesmo!

Antes disso, é tempo de seguir na luta pelas mudanças nas estruturas de poder que corroem a teia social brasileira.

Mais do que nunca, é preciso ativismo para busca das transformações necessárias. Dia a dia. Passo a passo. Sem tempo para recuar, nem esmorecer!

Em um ano a composição da Corte terá mudanças. Alguns protagonistas da proteção do caos, serão tão somente um triste e insignificante registro num rodapé da nossa história.

Suas excelências encontrarão o ostracismo, o isolamento e a própria insignificância.

Nada melhor do que um dia após o outro.

Acreditar no Brasil e mudar a cultura encravada ainda vai dar muito trabalho.

Democracia exige paciência, serenidade e perseverança!

É hora de utilizá-las!

Respirar fundo. Levantar, sacudir a poeira e dar volta por cima!

O Brasil não cabe no abismo que construíram para ele!

Amanhã é outro dia!

Tudo o que eles querem é que a maioria entregue os pontos.

Mas nada disso!

Só se encerrou uma batalha!

Luiz Carlos Nemetz

Advogado.Vice-presidente e Chefe da Unidade de Representação em Santa Catarina na empresa Câmara Brasil-Rússia de Comércio, Indústria e Turismo e Sócio na empresa Nemetz & Kuhnen Advocacia.

 

Flávio Dino coloca em prática o “Decreto da Maldade” contra servidores da antiga Emarph

Empregados da empresa Maranhão Parcerias (Mapa), antiga Emarph, já começaram a sentir os efeitos do “Decreto da Maldade”, baixado pelo governador Flávio Dino (PCdoB) e denunciado pelo SINTSEP. O Governo do Estado reduziu a carga horária dos engenheiros e outras categorias, estabelecendo que, de oito horas, passariam a ter expediente de apenas seis horas, ocasionando, também, a redução do salário-base desses funcionários.

A decisão foi tomada sem qualquer entendimento ou consulta às categorias profissionais ou representantes sindicais. Segundo denúncias recebidas pelo SINTSEP, alguns trabalhadores tiveram redução de até R$ 2.500 no salário. Esses engenheiros recebem o piso nacional no valor de oito salários mínimo e meio, que já estava incorporado no salário-base dos trabalhadores, e, mesmo reduzindo a carga horaria de oito para seis horas, a Mapa não tem o poder de reduzir o valor do salário-base, como aconteceu.

“O governador Flávio Dino, que se manifesta contra as reformas promovidas pelo governo federal, na prática faz uso delas para penalizar os servidores públicos do Maranhão, que, além de amargarem cincos anos sem qualquer reajuste, ainda são surpreendidos com as tentativas de derrubar as ações na Justiça e, agora, redução nos salários dos celetistas”, afirmou Cleinaldo Bil Lopes, presidente do SINTSEP e coordenador do Fórum de Defesa das Carreiras do Poder Executivo.

O SINTSEP irá oficializar denúncia junto à Superintendência Regional do Trabalho para resguardar os direitos trabalhistas dos engenheiros e de todos os funcionários da Mapa que, de alguma forma, vierem a ser penalizados. Vamos à luta!

SINTSEP Imprensa

 

STF acaba com a prisão em segunda instância: Lula e outros 4.800 mil presos devem ser soltos

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quinta-feira (07) contra a validade da execução provisória de condenações criminais, conhecida como prisão após a segunda instância. Por 6 votos a 5, a Corte reverteu seu próprio entendimento, que autorizou as prisões, em 2016.

Com a decisão, os condenados que foram presos com base na decisão anterior poderão recorrer aos juízes que expediram os mandados de prisão para serem libertados. Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o julgamento terá impacto na situação de 4,8 mil presos.

Os principais condenados na Operação Lava Jato podem ser beneficiados, entre eles, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde 7 de abril do ano passado, na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, após ter sua condenação por corrupção e lavagem de dinheiro confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), no caso do tríplex do Guarujá (SP), além do ex-ministro José Dirceu e ex-executivos de empreiteiras. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), cerca de 80 condenados na operação serão atingidos pela decisão do STF.

*Com informações Agência Brasil

 

Convocação de secretário e emendas parlamentares geram conflitos entre Executivo e Legislativo

Os sorrisos entre Edivaldo e Osmar por enquanto estão no passado

Uma séria crise entre o Executivo e o Legislativo Municipal afeta diretamente a pré-candidatura do vereador e presidente da Câmara Municipal Osmar Filho à prefeitura de São Luís.

Os conflitos teriam iniciado em decorrência do prefeito Edivaldo Holanda Júnior não estar viabilizando a pré-candidatura do dirigente do legislativo municipal, no sentido de que ele possa despontar nas pesquisas eleitorais e concretize a sua candidatura pelo PDT, de acordo com entendimentos acertados com o Weverton Rocha.

Os desentendimentos cresceram e naturalmente veio a medição de forças. O Executivo ao negar informações ao Legislativo e alguns secretários municipais por sua vez, seguindo a orientação do Palácio Laravardiére passaram a dificultar ações de vereadores, esquentaram a chapa.

Através de uma sessão extraordinária, a Câmara Municipal convocou por unanimidade dos vereadores presentes o Secretário de Governo, Pablo Rebouças, para ser sabatinado pelo legislativo sobre os dois empréstimos bancários autorizados pela Câmara Municipal ao junto à Caixa Econômica e o Banco. O problema também envolveria casos de emendas parlamentares de inúmeros vereadores, que segundo eles estariam sendo postergadas.

Dias depois vem à tona a operação do Gaeco e Polícia Civil, que chegaram a contadores e aos dirigentes dos Institutos Renascer e Periferia, que seriam responsáveis pela lavagem de emendas parlamentares. As autoridades esperam chegar a verdade, diante da farta documentação apreendida. Na Câmara Municipal, alguns vereadores que tiveram os seus nomes associados as emendas parlamentares, mas sem qualquer participação dolosa, mesmo assim se posicionaram contra a prefeitura de São Luís que é responsável pela averiguação da seriedade e transparência dos institutos e dar aval para o repasse do recurso através da Controladoria Geral do Município. Os vereadores foram taxativos, ao afirmar que se houve algum erro, a responsabilidade é da Prefeitura de São Luís.

A verdade é que para muitos vereadores, o prefeito Edivaldo Holanda Júnior vem dando demonstrações de que não está apoiando efetivamente Osmar Filho, que por sua vez, não tem posição firme de pré-candidato e não tem apoio massivo dentro do próprio parlamento municipal, uma vez que não sabe agregar, priorizando alguns colegas e descartando outros, numa total falta de habilidade política.