Câmara Municipal em Foco

Acessos ao Hospital Geral necessitam delimpeza e desobstrução, diz Josué Pinheiro

Um ofício proveniente da Câmara Municipal de São Luís, oriundo da aprovação de um requerimento de autoria do vereador Josué Pinheiro (PSDB), deverá está chegando às mãos do prefeito Edivaldo Holanda Junior, solicitando que determine ao órgão competente de sua administração, “que dentre as ações emergenciais de mobilização para limpeza urbana, sejam adotadas as providências cabíveis quanto aos serviços de limpeza e desobstrução de galerias e bueiros existentes na avenida Vitorino Freire, nas proximidades da escadaria de acesso ao Hospital Geral”.

Afirma o vereador tucano que “a situação no local é de calamidade pública, considerando o risco de contaminação por microorganismos que podem acometer a população com doenças”. Na continuação de sua argumentação ele diz que “portanto é imprescindível que a medida seja adotada de cunho emergencial, com finalidade de se evitar que algo de potencial grave venha afetar a saúde, principalmente das pessoas que transitam por aquela área e até de pacientes internados e que procuram o Hospital Geral”.

O parlamentar do PSDB acentua que “os dejetos sólidos que se acumulam na entrada da galeria e bueiros no referido logradouro impedem o escoamento regular dos dejetos líquidos, formando poças de esgoto a céu aberto, com material fétido que se espalha em plena avenida”.

Josué Pinheiro assinala que “cabe a nós procurarmos oferecer a nossa contribuição para que o poder público possa está vigilante com os problemas de nossa cidade, como também zelar pela saúde da população”. E encerra enfatizando que “urge a necessidade de atendimento desse pleito, que vem da comunidade, e o estamos apresentando na forma de ser um representante de nosso povo na Câmara Municipal, e acreditar na sensibilidade do poder público e o cuidado com o bem estar da população”.

 Vereador Ricardo Diniz solicita asfaltamento de ruas na Vila dos Frades

Durante a sessão ordinária na Câmara Municipal de São Luís, nesta
segunda-feira (4), o vereador Ricardo Diniz (PCdoB), apresentou
requerimento solicitando ao prefeito Edivaldo Holanda Júnior e ao
secretário municipal de obras e serviços públicos, Antônio Araújo, a
realização de melhorias nas ruas Gonçalves Dias e Frei Ângelo que ficam na
Vila dos Frades, região do Coroadinho.

Por meio do requerimento Nº 1167/17 Ricardo Diniz pede a execução de serviços de asfaltamento nas ruas. “Os moradores das ruas Gonçalves Dias e Frei Ângelo nos procuraram preocupados com a situação das vias, por isso
solicitamos com a máxima urgência as melhorias que vão trazer, além da
mobilidade para os moradores, muito mais qualidade de vida. Os moradores
enfrentam buracos e poeira no período de seca e muita lama durante as
chuvas”, justificou Ricardo Diniz.

Chico Carvalho cobra de Rodrigo Maiaa  revisão sobre voto distrital misto

            “Presidente, o senhor tem que estabelecer a revisão sobre alguns dos itens da reforma política. Um deles é o que estabeleceu o voto distrital misto. Ele penaliza o legislativo municipal, não nos agrada e isso acaba transformando os vereadores em autênticas cobaias.  Tal sistema, bem que poderia  ser adotado nas eleições de 2018, mas o Congresso preferiu deixar a experiência para 2020, com os vereadores. Essa história bem que poderia ser modificada”.

                   Essa foi a forma com que o vereador Francisco Carvalho (PSL) se dirigiu ao presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia, durante café da manhã realizado no último sábado 2), na residência do presidente da Câmara Municipal de São Luis, Astro de Ogum, no Olho D,Água.

                   Além de Chico Carvalho, se posicionaram em cobranças a Rodrigo Maia, os vereadores Isaías Pereirinha (PSL) , Genival Alves (PRTB) e Beto Castro (PROS).  Eles criticaram também o fim das coligações, que prejudica os pequenos partidos.  Em meio às conversas entre os vereadores e Maia, ficou estabelecido que haverá  a abertura de uma pauta na Câmara Federal para a discussão do assunto.

                    Chico Carvalho propôs  o encaminhamento de um ofício  à Associação Brasileira de Câmaras Municipais  -ABRACAM e União Brasileira de Vereadores, para que o assunto seja discutido em plenária, onde serão elaborado um documento a ser encaminhado à Câmara Federal, propondo a alteração de alguns pontos da reforma política, no tocante às eleições municipais do próximo ano. Rodrigo Maia acatou a sugestão.

Sá Marques parabeniza Senarc pelas ações no combate ao narcotráfico e reafirma total apoio a Polícia Civil

                O Vereador de São Luís, Sá Marques (PHS), que também é Policial Civil, parabenizou nesta semana a Superintendência de Combate a Narcóticos (Senarc), pelo importante trabalho que vem desenvolvendo no combate ao tráfico de drogas.

              “Sou policial civil a mais de vinte anos e sei o quanto é difícil exercer está profissão, mais também sei, o quanto é gratificante. Não há dinheiro que pague a satisfação pessoal em poder defender a sociedade e atuar em prol da segurança, setor que carece de tanto investimento e reconhecimento em todo o país. Estou licenciado por conta da atividade parlamentar, mas sempre que posso estou em contato com os meus queridos amigos da polícia. Na Câmara tenho lutado diariamente por melhores salários e condições de trabalho a instituição Polícia Civil. Estes bravos guerreiros, que todos os dias lutam por uma sociedade mais justa e trabalham firme para resolução de crimes a partir do trabalho investigativo. A Polícia Civil tem um trabalho de fundamental importância para a sociedade. Quanto a Senarc, desde que a Superintendência foi criada o combate ao tráfico de entorpecentes evoluiu e os resultados têm sido altamente positivos, com a apreensão de armas e drogas e prisões de traficantes”, destacou Sá Marques.

               Só neste ano de 2017, a Senarc já apreendeu mais de sete toneladas de drogas, entre crack, maconha, cocaína e pasta base. Quase 60 armas de fogo foram apreendidas, e consequentemente, tiradas de circulação e das mãos da bandidagem, além claro, de várias pessoas presas em operações na capital São Luís e nos mais diversos municípios do interior do Maranhão.

Fonte: Diretoria de Comunicação CMSL

O que impede o Ministério Público Estadual investigar o asfaltamento de ruas em São Luís que não duram 06 meses?

           aldir

O Ministério Público Federal propôs a Justiça Federal ação civil pública contra o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte – DNIT, devido a existência de lombadas e outras irregularidades nas pistas das rodovias federais 222 e 226, que recentemente passaram por importantes obras e que não estão correspondendo ao contrato efetuado entre o DNTI e as construtoras. O Ministério Público Federal também está investigando ondulações transversais constatadas nas BRs 135 e 316. Nova ação civil pública pode se proposta contra o DNTI, com a exigência de reparação das obras pelas empreiteiras contratadas, que também devem ser responsabilidades.

            As informações acima é para mostrar, o quanto o Ministério Público deve ser bem atento e cobrar das instituições públicas a aplicação correta dos recursos públicos, com bastante observância, para evitar desperdícios e facilidades para desvios e corrupção.

             O Mais Asfalto, que foi um dos maiores estelionatos políticos praticados em São Luís, com prejuízos de milhões e milhões de reais, sem merecer qualquer fiscalização, mesmo diante do desastre do asfaltamento que foi levado pelas chuvas. O negócio foi tão vergonhoso é que sem qualquer discernimento e acreditando cada vez mais impunidade e favorecimento à corrupção é que a Prefeitura de São Luís decidiu substituir o Mais Asfalto pelo Asfalto na Rua, naturalmente com as mesmas práticas e com a certeza absoluta da omissão do Ministério Público Estadual.

Vereador Cézar Bombeiro apresenta moção de aplausos e congratulações ao Voluntariado do Hospital Aldenora Belo

              aldir

   O vereador Cézar Bombeiro apresentou à Câmara Municipal de São Luís, moção de aplausos e congratulações a coordenadora Alice Jorge Dino e todas as 53 voluntárias do Hospital Aldenora Belo. São pessoas que se doam para a realização de trabalhos sem fins lucrativos, além de praticarem ações de interesses sociais e comunitários.

                 Cézar Bombeiro registra também, que na data de amanhã (05) de dezembro que é o Dia do Voluntariado, as voluntárias do Hospital Aldenora Belo, dedicam-se com intensidade às pessoas portadoras do câncer, sendo que na maioria das vezes assumem o papel de familiares, principalmente das pessoas que vêm do interior. A dedicação solidária e fraterna das voluntárias do hospital de referência no tratamento do câncer é bem  reconhecido não apenas no Maranhão, mas em outras unidades da federação, merecendo distinções em reuniões interestaduais.

                    As voluntárias do Hospital Aldenora Belo são referências solidárias e dignas dado às pessoas que buscam na casa de saúde, tratamento para o enfrentamento do câncer. O vereador estendeu as suas congratulações aos médicos, enfermeiros e enfermeiras, auxiliares e todo o pessoal que faz o Hospital Aldenora Belo. Construir e manter um hospital de nível, acima de tudo está a sensibilidade e o amor, o que representa muito bem o compromisso e a luta de Dona Enide Jorge Dino, presidente da Fundação Antonio Dino, administradora do Hospital Aldenora Belo, afirmou o vereador Cézar Bombeiro.

Sinais externos da tradicional Igreja de Santo Antonio mostram visivelmente o abandono do secular templo religioso

aldir

Lamentável sob todos os aspectos o estado externo da Igreja de Santo Antonio. O local da praça  Antonio Lobo, que  dá acesso ao templo não  tem uma lâmpada nos diversos postes que são diferenciados. A pintura está decomposição e já são bem visíveis plantas nos espaços da arquitetura do tradicional templo.

           A Igreja Santo Antonio tem a seu lado, o Seminário Santo Antonio, que é parte integrante da história do padre Antonio Vieira e mais recente hospedou o papa João Paulo II, que esteve em São Luís. Há uma necessidade urgente de que alguma coisa seja feita para a  recuperação da Igreja Católica Santo Antonio, que pode ser incluída nas obras do PAC das Cidades Históricas. Quanto a iluminação pública, a Prefeitura de São Luís, bem que poderia fazer a sua parte e melhorar consideravelmente o visual do logradouro público.

Susto, preconceito e integração: homens contam como é ser parteiro

Raphael segura Raphael, um dos dois bebês batizados com seu nome

           aldir

A empresária Deise Nascimento Pim, 27, levou um susto quando soube que havia um homem na equipe de obstetrizes que estava prestes a contratar para o nascimento de Julia, mas hoje elogia o trabalho de Raphael Marques de Almeida Rosa da Cruz, 26, um dos 12 homens formados desde 2008 pelo curso de obstetrícia da USP (Universidade de São Paulo).

            A profissão está tão ligada à imagem de mulher que, ao buscar pela palavra obstetriz no dicionário Houaiss, o substantivo feminino é indicado como sinônimo de parteira, também no feminino. Nunca tinha visto um obstetriz homem. Fiquei com um pouco de receio pelo meu marido, como se sentiria, o que pensaria. Mas ele passa muita confiança, é muito profissional, foi o melhor parteiro.”

           Deise conta que decidiu fazer o parto em casa, e os alarmes falsos aumentavam sua ansiedade. Nessas ocasiões, Cruz conversava e ajudava a acalmá-la. “Um dia, meu marido chegou e ele estava fazendo massagem na minha barriga. Ele foi essencial, deu paz.”

           Amanda Oliveira Santos da Silva, 17, conheceu o obstetriz na noite de 13 de junho, quando ela chegou ao Hospital Ipiranga com fortes contrações. Após os primeiros exames, a estudante decidiu fazer seu trabalho de parto na banheira e, à 1h39 do dia 14, Isabelly chegou ao mundo pelas mãos do parteiro.

Arquivo pessoal

 

aldir

Amanda foi acompanhada por um parteiro durante seu trabalho de parto de Isabelly. “Estava com muita dor e ele conversava comigo e com minha mãe tentando nos tranquilizar. Ele é muito atencioso”

Universo feminino

               Filho de um engenheiro e de uma psicóloga, Cruz queria desde criança ser “médico de mulher”. Tentou ingressar na medicina, mas não foi aprovado. Já aluno de obstetrícia, continuou prestando vestibular e passou na UFC (Universidade Federal do Ceará), mas decidiu permanecer na carreira de parteiro e não se arrepende.

              “O curso de obstetrícia favorece o pensamento integral, a visão da mulher como um todo, na família, na sociedade, e era essa atenção que eu queria dar desde pequeno”, justifica.

               Único rapaz da turma que se formou em 2013, ele diz que aprendeu a lidar com a desconfiança que as mulheres têm de serem atendidas por homens.

             “As mulheres, em um primeiro momento, veem com outros olhos. ‘Um homem vai me ver pelada, vai encostar em mim’. Os maridos também, dependendo do caso, não se sentem muito à vontade, então desde a faculdade eu aprendi a contornar isso. E contornar isso é mostrar respeito”, afirma.

                Integrar o pai é outro passo importante nesse processo, segundo o obstetriz. “A sociedade em que estamos incluídos é mais machista, tira esse momento do pai. O pai tem direito de se emocionar, é o nascimento do filho dele também”, defende.

Fonte: UOL Noticias

Homicídios no Brasil são poucos elucidados registra pesquisa

Apenas seis estados do Brasil disponibilizam dados sobre investigações de homicídios, mas nenhum deles os sistematizam

 aldir

Policiais civis durante curso de capacitação no Pará, em fevereiro. Impunidade é reflexo de falta de investimento em investigações. Em 2017, o Brasil registrou o maior registro histórico de homicídios, foram mais de 61 mil óbitos por motivos violentos. O salto corresponde a 40% em apenas dez anos.

             Apesar disso, 80% dos crimes de homicídio nos estados não são solucionados pelo poder público. Segundo levantamento Onde Mora a Impunidade?publicado pelo Instituto Sou da Paz na última terça-feira 28, apenas seis estados foram capazes de fornecer dados à pesquisa sobre a taxa de crimes de homicídio solucionados. É o caso do Pará (4%), Espírito Santo (20%), Rondônia (24%), São Paulo (38%), Rio (12%) e Mato Grosso do Sul (55,2%). Nos demais casos, os governos estaduais não souberam informar quantos casos foram investigados ou solucionados.

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             A maior taxa de impunidade para crimes violentos dentre esses estados acontece no Pará, onde há 41 mortes por 100 mil habitantes: 4% dos crimes são denunciados. De acordo com Stephanie Morin, coordenadora do estudo, o baixo número é uma verdadeira “carta branca para matar”: “Se 4% representam as denúncias, o número de condenações é muito menor”.

                Segundo a pesquisa, São Paulo é o estado com a menor taxa de homicídios por 100 mil habitantes do Brasil em 2015, mas teve o segundo melhor desempenho no esclarecimento de homicídios entre os estados analisados. O Rio de Janeiro esclareceu somente 12% das ocorrências de homicídio doloso em 2015, de um total de 25,4 mortes por 100 mil habitantes, apresentando a 17º maior taxa de homicídios do país. O Espírito Santo teve 20% dos crimes esclarecidos, Rondônia teve 24%, e Mato Grosso do Sul ficou com a maior taxa, apresentando 55,2% dos homicídios elucidados.

               Um dos motivos para a baixa eficácia na resolução dos casos pode ser a pouca ênfase dada da Segurança Pública nas investigações, com o maior foco no policiamento ostensivo. O país possui um policial militar para cada 471 habitantes e um policial civil para cada 1.674 habitantes.

              “Esse é um investimento que em geral traz mais ganhos imediatos. A população vê a polícia e acaba trazendo mais ganhos políticos. Além disso, há uma escassez de servidores nas polícias civis e técnico-científicas. Em São Paulo faltam delegados e escrivães, para além das más condições de trabalho”, analisa. Atualmente São Paulo conta com aproximadamente 77 mil policiais militares, na policia civil o número cai para 9.423 funcionários, representando um déficit aproximado de 20% em relação ao número de vagas.

               As consequências são vistas no baixo número de julgamentos de homicídios dolosos no estado. A taxa é de apenas 5% de homicídios julgados, num total de 34% de inquéritos que geraram denúncias penais, segundo levantamento publicado em outubro de 2017 pelo Instituto Sou da Paz.

                Para Morin, a criação de um indicador nacional de investigação de assassinatos é de extrema importância, pois hoje é impossível comparar o desempenho das polícias tanto a nível de estado quanto ao longo do tempo. Além disso, tais informações poderiam possibilitar melhorias dos órgãos investigadores.

                  A melhoria nas políticas públicas é também um primeiro passo na função do indicador. “Tal indicador não só responderá à pergunta candente – qual proporção das investigações de homicídio nas Unidades Federativas gera uma ação penal? –, mas nos permitirá pactuar metas e consolidar boas práticas voltadas à investigação e persecução penal, dimensionar os avanços conquistados pelos Estados, e fomentar a troca de experiências exitosas entre policiais, peritos e promotores”, diz a pesquisa.

Manual de Investigação

                  O estudo ainda traz uma comparação com demais países que adotam um índice de investigação de assassinatos. De origem britânica, o “Murder Investigation Manual”, por exemplo, desenvolve roteiros de investigação, introduzindo procedimentos operacionais para melhorar o desempenho dos investigadores.

                  “Os países que tiveram progresso significativo na investigação de homicídios e na redução do número de casos, são aqueles que investiram fortemente no processo investigativo, criaram manuais de investigação e sistematizaram procedimentos oficiais. Também criaram indicadores de conhecimento de homicídios, o Murder Investigation Manual. Isso é o que a gente propôs para o Brasil”, revela Morin.

                  Outro exemplo é o Sistema Nacional de Relatórios sobre Incidentes (National Incident Based Report System), nos Estados Unidos, que possui um indicador definido pela Agência Federal de Investigação (FBI), ele mostra a relação entre o número de ocorrências de homicídio doloso e homicídio culposo não negligente (non-negligent manslaughter) consumados, a partir disso, mostra-se a taxa das denúncias criminais, apresentações para tribunais de justiça ou prisões num determinado período, contra o total de ocorrências registradas pela polícia.

                   Desde 1961, a Pesquisa de Homicídios (Homicide Survey), produzida no Canadá, sistematiza os dados sobre homicídios dolosos, através das polícias. O cálculo do “homicide clearance rate”, permite que sejam comparados o número de ocorrências de homicídio doloso consumados e registrados no período, com as denúncias criminais ou outro encaminhamentos gerados.

                   Como caminhos, o Sou da Paz aponta a priorização da investigação e esclarecimento de homicídios por um órgão federal, capaz de contribuir com a fiscalização dos estados, responsáveis no Brasil pela gestão da Polícia Militar e da Civil. Como exemplo, ela cita o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) ou Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

                 A pesquisa também indica a necessidade de aperfeiçoar uma plataforma digital capaz de “sistematizar e cruzar dados sobre denúncias criminais referentes a ocorrências de homicídio doloso consumado”.

                A definição de metas conjuntas pelas Secretarias de Segurança estaduais, policiais judiciárias e os Procuradores Gerais de Justiça, para aumentar o esclarecimento de homicídios, também está entre as alternativas.

                Alagoas, Amazonas, Tocantins, Rio Grande do Norte, Ceará, Sergipe, Distrito Federal, Paraíba e Goiás relataram diversas dificuldades técnicas impeditivas ao envio de dados sobre denúncias criminais de homicídios dolosos consumados, sobretudo a ausência de sistemas de armazenamento de dados integrados com as polícias e o poder judiciário, segundo o estudo.

Fonte: CNJ

Vale é a responsável pelo conflito de terra em Canaã dos Carajás

               aldir

Em Canaã dos Carajás é usual entre conversas de seus moradores a afirmação de que a Vale já comprou mais de 50% das terras do município e de que é “ela quem manda e dá as cartas” por lá. Por que uma mineradora transnacional, entre as cinco maiores do mundo em valor de mercado e a maior produtora mundial de minério de ferro, tem como estratégia concentrar tanta terra em um município?

               Parte da explicação está no valor estratégico do projeto S11D, localizado no município de Canaã dos Carajás, para a competitividade da empresa em escala global. O nome S11D deriva da sua localização: trata-se do bloco D do corpo S11, que fica na Serra Sul da grande região de Carajás. Na Serra Norte está a Mina de Carajás. Para fins geológicos, o S11D é apenas um bloco do corpo que foi dividido em quatro partes: A, B, C e D. O potencial mineral do corpo S11 é de 10 bilhões de toneladas de minério de ferro, sendo que só o bloco D possui reservas de 4,24 bilhões de toneladas.

                  Das 348.8 milhões de toneladas de minério de ferro extraídas pela Vale em 2016,  148.1 milhões vieram de Carajás, mas uma pequena parte veio especificamente de Canaã dado que o projeto S11D que entrou em operação em 2017. Quando estiver em pleno funcionamento, o que deve ocorrer até 2020, somente esta parte D do corpo S11 ampliará a extração em mais 90 milhões de toneladas/ano.

               Mas por que comprar e controlar amplas extensões de terras no município passou a ser uma estratégia da empresa?

                Não é porque ter terras nas mãos de fazendeiros ou camponeses impeça as mineradoras de extraírem minérios e expandirem a extração a qualquer tempo que o mercado assim sinalizar. Isto o Código Mineral, que é de 1967, garante, uma vez que há uma separação jurídica clara entre a propriedade do solo e do subsolo, que neste último caso é da União e sua exploração se dá  em regime de concessão.

                É, essencialmente, porque sob a lógica da empresa parece ser mais barato e “seguro” ter o domínio das terras. Em cima de terra tem gente e quando é muita gente os custos de negociações para a compra tendem a ser maiores, e quando as pessoas estão mais organizadas também são maiores os riscos de resistências e conflitos que tornam a expansão de novos projetos mais complexa e custosa.

                Logo, sob a ótica da empresa, sair comprando terra, em especial antes que seus donos ou detentores percebam seu valor estratégico, parece ser um bom negócio. É isto que a Vale vem fazendo. Segundo organizações sociais da região, dezenas de terras de particulares, algumas de proprietários com títulos “seguros” e que venderam sem ter ideia do quanto estas terras eram cobiçadas, outras tantas de pessoas que diziam ser donas, mas que não poderiam vendê-las pois são terras não regularizadas e que pertencem ou à União ou ao estado.

Metade dos brasileiros concorda: mulher que aborta deve ir para cadeia

                 aldir

Você conhece uma mulher que já fez um aborto? É contra ou a favor que mulheres possam decidir por interromper uma gravidez? E se a gravidez for decorrente de um estupro, sua opinião muda? E no caso da vítima da violência ser uma menina de 14 anos? Em tempos de projetos de lei e PECs (como a emenda constitucional 181, votada recentemente na Câmara dos Deputados) que tentam retroceder direitos já garantidos em relação ao aborto, o que de fato pensam os brasileiros sobre o tema?

                  Metade dos brasileiros concorda que uma mulher que interrompe a gravidez intencionalmente deveria ir para a cadeia. A informação faz parte de uma pesquisa inédita divulgada nesta segunda-feira, 4, demonstrando a percepção da população diante de perguntas como as acima.

           “A pesquisa não traz um cenário generoso para as mulheres, pelo contrário: só afirma a manutenção do conservadorismo e dos tempos que estamos vivendo”, afirma Marisa Sanematsu, diretora de conteúdo do Instituto Patrícia Galvão, responsável pela análise juntamente com o Instituto Locomotiva. Para obter os dados, 1.600 mulheres e homens acima de 16 anos foram ouvidos, de todas as regiões do País, entrevistados em domicílio.

 

Fonte: UOL Noticias

 

Câmara Em Foco

Vereador pede pavimentação para bairros de São Luís

          Pensando na melhoria da qualidade de vida e mobilidade urbana dos moradores de vários bairros de São Luís, o vereador Antônio Garcez (PTC) protocolou junto a Mesa Diretora da Câmara Municipal, dois requerimentos solicitando que a Secretaria de Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp) realize pavimentação asfáltica de ruas dos bairros da capital.

          No primeiro ofício, o parlamentar sugere que a Prefeitura realize estudos com objetivo de pavimentar a Rua 96, localizada no bairro Vinhais.

          O segundo requerimento pede que a execução dos serviços de pavimentação asfáltica seja realizado na 2ª Travessa São Raimundo, no bairro Alto da Esperança.

          O vereador Antônio Garcez tem o mandato voltado para buscar junto ao Executivo Municipal melhorias para qualidade de vida da população ludovicense.

Comunidade da Coreia de Cima apela para o vereador Cézar Bombeiro pedir o Mais Asfalto ao governador Flávio Dino para o bairro

         O vereador Cézar Bombeiro (PSD) reuniu com lideranças do bairro Coreia de Cima, localizado entre a Vila Passos e a avenida Kennedy, quando importantes assuntos relacionados a comunidade estiveram no centro das discussões. O comerciante Domingos, um dos moradores antigos do bairro, disse ao vereador que são muitos os problemas da Coreia de Cima, mas dentre as prioridades, eles gostariam da recuperação de ruas com asfaltamento para que no inverno não encontrem dificuldades para locomoção, dentre elas para o trabalho e as crianças para as escolas.

             Cézar Bombeiro informou às lideranças do programa Mais Asfalto é do Governo do Estado, o que não o impede de fazer indicação e pedir no plenário da Câmara Municipal, para que o dirigente do Executivo Estadual atenda interesses coletivos, relatando que o governador  Flavio Dino, teve bastante sensibilidade quando fez pedido idêntico para a comunidade da Gancharia. O comerciante Domingos pediu a presença do vereador Cézar Bombeiro e registrou que está bastante otimista quanto a recuperação das ruas do bairro. Na Câmara Municipal, o vereador Cézar Bombeiro já teve aprovada indicação ao Executivo Estadual.

Fonte: Diretoria de Comunicação CMSL

Willer Tomaz, preso pela PF antes de comprar o Sistema Difusora e o ex-Ministro da Justiça de Dilma, Eugênio Aragão são sócios em escritório jurídico

aldir

O advogado Willer Tomaz, preso em São Luís pela Policia Federal, quando saia de um hotel em São Luís, com destino ao Sistema Difusora de Comunicação para fechar a negociação de compra da empresa, em sociedade com o deputado federal Wewerton Rocha, voltou a ser destaque na mídia nacional.  Depois de sair da prisão em que foi denunciado por Joesley Batista, da JBS, decidiu instalar um novo escritório em sociedade com o Procurador da República, Eugênio Aragão, ex-Ministro da Justiça no governo de Dilma Rousseff.

 

De acordo com o Jornal da Cidade Online, é muito intrigante a formação da nova dupla jurídica, que irá atuar em Brasília. Eugênio Aragão se tornou bastante conhecido por ser Procurador da República petista, que exerceu em absoluto confronto com o texto constitucional, o cargo de Ministro da Justiça de Dilma Rousseff é o primeiro elemento da banca.
Willer Tomaz é o advogado preso no escândalo da JBS, sob a acusação de pagar propina ao procurador Ângelo Goulart para vazar investigações do Ministério Público Federal para a JBS, é o número dois do escritório.

Segundo ainda o Jornal da Cidade Online, Aragão é contumaz detrator da Lava Jato. Em sua mais recente declaração ele se refere à operação como “obra de menininhos com carros importados na garagem”.

Willer é acusado de atuar sorrateiramente defendendo interesses espúrios da JBS. É sem dúvida um escritório jurídico da pesada. Que laços unem esses dois elementos? O registro foi feito pelo Jornal da Cidade Online.

Não custa nada lembrar, que há poucos dias, o advogado Willer Tomaz, além de ter sociedade com o deputado federal Wewerton Rocha, tornou-se padrinho de consagração de um filho do parlamentar, fortalecendo a sociedade e a amizade entre eles, também pelo campo familiar e perspectivas de muitos outros negócios no futuro.