STJ nega habeas corpus a Carlos Lula e a Policia Federal avança nas investigações da roubalheira na saúde

             aldir

A carta deixada pelo médico Mariano de Castro Santos, morreu com indícios de suicídio, jamais imaginou que a carta deixada relatando inúmeros aspectos da roubalheira de recursos federais de R$ 18 milhões do Sistema Estadual de Saúde iria causar verdadeiro pânico dentro do governo e pavor em inúmeros envolvidos, que temem ser presos pela Policia Federal, O dinheiro destinado pelo Ministério da Saúde para ser aplicado no Maranhão pela Secretaria de Estado da Saúde do Maranhão em diversos programas voltados para politicas sociais de atendimento às pessoas pobres e carentes do nosso Estado foi desviado para o ralo da corrupção. Os medicamentos que faltam nos postos médicos, nos atendimentos, falta de médicos, impossibilidades de internações e exames mais complexos para as pessoas carentes, os recursos foram embolsados criminalmente pelos gatunos integrantes da quadrilha responsável pelas roubalheiras na Saúde do Estado.

aldir

Não estão descartadas novas operações pela Policia Federal para prender envolvidos no desvio dos R$ 18 milhões da saúde.

              A carta bomba causou um enorme impacto, que levou o Secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, que já é investigado pela Policia Federal a ingressar no Superior Tribunal de Justiça com um pedido de habeas corpus para trancar a ação que está na Justiça Federal. Para desespero mais acentuado do secretário da maior confiança do governador Flavio Dino, o STJ negou o pedido, o que permite uma maior celeridade das investigações e diante dos inúmeros indicadores deixados pelo médico Mariano de Castro Santos, dentre eles, vários já haviam sido identificados pelas autoridades e que chegam cada vez mais perto dos chamados peixes grandes desde o inicio da Operação Pegadores desenvolvida pela Policia Federal, que identificou a roubalheira na saúde, em mais de R$ 18 milhões.

             A ex-secretária adjunta da saúde, Rosangela Curado, que chegou a ser presa pela Policia Federal e passou vários dias na Penitenciária de Pedrinhas, há pouco tempo quebrou o silêncio em Imperatriz e deixou bem claro que a Policia Federal ainda não havia prendido os verdadeiros autores dos desvios dos milhões da saúde. Ela foi bem taxativa, quando afirmou que não tinha poderes para autorizar despesas, emitir ordens de pagamentos e fazer concorrências públicas. Tudo era restrito ao Secretário de Estado da Saúde e ao Secretário Ajunto de Finanças.

                 A verdade é que a carta do extinto médico Mariano de Castro Santos, que cumpria prisão domiciliar em Teresina caiu como uma bomba, no Palácio dos Leões, que acreditava plenamente no trancamento da ação. A preocupação dos inúmeros indiciados é que podem ser presos, o que pode comprometer seriamente e causar prejuízos na campanha do governador de Flavio Dino, na corrida a reeleição.

                 Dentro do contexto da carta do médico, tem politico que não consegue dormir direito e outros mais frágeis temem o pior.

 

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