Servidores Públicos do Distrito Federal derrotaram o governador Rodrigo Rolemberg que prejudicou a categoria

A vergonhosa derrota imposta pela população do Distrito Federal ao atual governador Rodrigo Rolemberg , de acordo com observadores políticos foi decorrente do péssimo tratamento dado por ele aos servidores públicos de Brasília. A categoria se organizou e foi para a luta, não apenas votando contra ele, mas indo para as ruas fazer campanha, mostrando os sérios problemas causados  por ele e seus gestores contra milhares de famílias de funcionários públicos.

Rodrigo Rolemberg foi derrotado com uma diferença de 70% dos votos válidos e os servidores públicos comemoraram a derrota do governador e registraram que foi importante a organização e luta por mudanças e direitos, que foram tripudiados durante a administração do derrotado, principalmente na questão de aumentos e reposições salariais sem querer de forma alguma aceitar qualquer tipo de discussão sobre as perdas salariais dos servidores públicos.

A realidade é que Rolemberg deu aos servidores públicos do distrito federal, o mesmo tratamento dado pelo governador Flavio Dino aos do Maranhão. A diferença é que os funcionários públicos de Brasília não se deixaram intimidar pelo autoritarismo e nem pelas forças públicas, se organizaram com as suas famílias e conseguiram influenciar decisivamente nos resultados das eleições com a derrota imposta em quase 70% dos votos.

A consciência critica e politica e luta contra a opressão  e direitos trabalhistas, fizeram com a organização comunitária da categoria dos servidores públicas proporcionar uma derrota vergonhosa ao governador. Aqui no Maranhão, o governador Flavio Dino agradeceu aos servidores públicos estaduais a sua reeleição com percentual bem significativa, prometendo antes mesmo de tomar posse para o segundo mandato, mais taca e dando inicio pela Procuradoria Geral do Estado com uma Ação Rescisória junto Tribunal de Justiça para desconstruir  a ação vitoriosa do SINTSEP para a implantação do percentual de 21,7% nos contracheques dos servidores públicos.

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