Sem políticas públicas efetivas não se combate a violência. Policiais, viaturas e armas não socializam ninguém

Como tentativa de influenciar a população de que quanto maior for o número de viaturas, o efetivo e o potencial bélico, o aparelho policial fica habilitado a combater a violência, garantir a ordem pública e o direito de ir de vir dos cidadãos. É um discurso velho e que não é mais absorvido pelos segmentos sociais.

Não há qualquer compromisso dos governos estadual e municipal em criar políticas públicas sociais, uma vez que a autêntica leva os cidadãos à consciência crítica, daí é que elas são substituídas por políticas compensatórias e o infeliz clientelismo, que produz a alienação e dominação.

Se o governador Flavio Dino criasse políticas de geração de emprego e renda, o empreendedorismo e também diminuísse os impostos absurdos pagos pelos maranhenses, iria contribuir decisivamente para o aumento de compras e vendas e assim proporcionar a que o Maranhão saia da Extrema Pobreza, muito acima dos 53% da população estadual, conforme informado pelo IBGE. Escolas em tempo integral na capital e no interior, educação capaz de proporcionar conhecimentos e saúde menos miserável em relação a atual e o enfrentamento a fome e a miséria. A verdade é que hoje tem gente roubando para não morrer de fome, assim como a maioria pratica delitos e até mortes para garantir a droga.

Para um Estado, em que as drogas avançam em todos os municípios e os aparelhos policiais militar e civil, não dispõem de estruturas capazes de proceder o enfrentamento, justamente por falta de manutenção das unidades, muitas das quais sem previsão de recursos para custeio e operações. Há casos de que os prefeitos municipais assumem despesas com combustíveis e serviços de viaturas, além da luta dos próprios militares e civis em respeito aos direitos dos cidadãos.

Das 46 viaturas entregues a Polícia Militar, não vão representar quase nada, uma vez que a maioria das atuais estão sucateadas, levando-se em conta que atualmente existem mais de 40 unidades militares em todo o Estado, com a observação de que grande parte da frota está em situação de sucata.

 

Como tentativa de influenciar a população de que quanto maior for o número de viaturas, o efetivo e o potencial bélico, o aparelho policial fica habilitado a combater a violência, garantir a ordem pública e o direito de ir de vir dos cidadãos. É um discurso velho e que não é mais absorvido pelos segmentos sociais.

Não há qualquer compromisso dos governos estadual e municipal em criar políticas públicas sociais, uma vez que a autêntica leva os cidadãos à consciência crítica, daí é que elas são substituídas por políticas compensatórias e o infeliz clientelismo, que produz a alienação e dominação.

Se o governador Flavio Dino criasse políticas de geração de emprego e renda, o empreendedorismo e também diminuísse os impostos absurdos pagos pelos maranhenses, iria contribuir decisivamente para o aumento de compras e vendas e assim proporcionar a que o Maranhão saia da Extrema Pobreza, muito acima dos 53% da população estadual, conforme informado pelo IBGE. Escolas em tempo integral na capital e no interior, educação capaz de proporcionar conhecimentos e saúde menos miserável em relação a atual e o enfrentamento a fome e a miséria. A verdade é que hoje tem gente roubando para não morrer de fome, assim como a maioria pratica delitos e até mortes para garantir a droga.

Para um Estado, em que as drogas avançam em todos os municípios e os aparelhos policiais militar e civil, não dispõem de estruturas capazes de proceder o enfrentamento, justamente por falta de manutenção das unidades, muitas das quais sem previsão de recursos para custeio e operações. Há casos de que os prefeitos municipais assumem despesas com combustíveis e serviços de viaturas, além da luta dos próprios militares e civis em respeito aos direitos dos cidadãos.

Das 46 viaturas entregues a Polícia Militar, não vão representar quase nada, uma vez que a maioria das atuais estão sucateadas, levando-se em conta que atualmente existem mais de 40 unidades militares em todo o Estado, com a observação de que grande parte da frota está em situação de sucata.

 

 

 

 

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