PF mira exploração ilegal de diamantes valiosos em terras indígenas contrabandeados para o exterior

A Operação Crassa foi deflagrada nesta quinta-feira (24) contra a exploração ilegal de diamantes na Reserva Roosevelt, em Rondônia. São cumpridos 53 mandados de busca e apreensão no interior de Rondônia e em São Paulo, Roraima, Paraná, Piauí, Mato Grosso, Minas Gerais e Distrito Federal. Durante cumprimento de mandado em Espigão D’Oeste (RO), uma pessoa foi presa em flagrante por posse ilegal de arma.

Entre os alvos da operação estão indígenas, garimpeiros, intermediadores responsáveis por avaliar o valor das pedras preciosas e também por fazer a ponte com os compradores e empresários.

Os diamantes da reserva estão entre os que são considerados os mais valiosos do mundo. Parece ser incalculável o que já foi “roubado” do país. A verdade é que organizações criminosas disfarçadas de ongs aos milhares estão   na Amazônia para favorecer muita gente que se intitula de ambientalista no exterior e que na realidade são aproveitadores dos recursos brasileiros, que saem do país clandestinamente por valores insignificantes. Quem não se lembra da tentativa do Japão em patentear o cupuaçu. Desmatamentos e queimadas estão dentro do contexto das ongs. Os países, principalmente os europeus, não defendem na realidade a Amazônia, mas interesses e mais precisamente as suas pesquisa levando grandes recursos naturais brasileiros, com a conivência criminosa de lesas pátrias e falsos ambientalistas.

Isso denota o pavor que muita gente tem do Exército atuando na proteção da Amazônia. O termo Crassa, nome dado a operação, remete ao estado bruto dos diamantes, tendo sido identificado no início das investigações a referência Bruto ao lado dos contatos relacionados a garimpeiros e intermediários do comércio ilegal do mineral na agenda dos indivíduos presos em flagrante.

Jornal da Cidade Online

 

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *