Gleisi Hoffmann defende afastamento do ministro Juscelino Resende, das Comunicações

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, defendeu o afastamento imediato do ministro das Comunicações, Juscelino Filho, alvo de denúncias de irregularidades. Em entrevista à coluna nesta quarta-feira (1º/3), na sede do PT, em Brasília, Hoffmann disse que um pedido de afastamento do ministro para explicar as denúncias em que tem sido envolvido impediria o “constrangimento” do governo.

Juscelino Filho tem sido alvo de diversas denúncias que colocam em suspeita sua capacidade de seguir no governo. No dia 2 de janeiro, a coluna revelou que o ministro contratou a consultoria de uma ex-diretora do Tribunal de Justiça do Maranhão que foi condenada por fraudar a folha de pagamento da Corte. Ainda no primeiro mês do ano, o Estadão mostrou que Juscelino também usou o orçamento secreto para asfaltar uma estrada que passa em frente à sua fazenda, em Vitorino Freire (MA). Também foi revelado pelo jornal que o ministro voou de avião da FAB para ir a um leilão de cavalos de raça. Nesta semana, o colunista Rodrigo Rangel, do Metrópoles, mostrou que Juscelino pressionou uma estatal a contratar uma empresa suspeita de irregularidades.

Juscelino Filho é o herdeiro de um clã maranhense cujo chefe político é seu pai e padrinho na política, o enrolado Juscelino Rezende, que controla politicamente a cidade de Vitorino Freire, no interior. Conforme mostrou a coluna nesta semana, ele é réu pelo assassinato de um agiota em Vitorino Freire, hoje governada pela irmã do ministro, e também foi acusado de cinco crimes pela CPI do Narcotráfico da Câmara.

“Acho que o ministro devia pedir um afastamento para poder explicar, justificar, se for justificável o que ele fez. Isso impede o constrangimento de parte a parte”, disse.

Coluna do Guilherme Amado – Metrópoles

Com o reajuste das passagens veio mais panes mecânicas de coletivos e sofrimento para a população

Quando registro aqui, que infelizmente a prefeitura de São Luís não tem um mínimo de compromisso com os usuários dos transportes coletivos, entendo que estou sendo benevolente, uma vez que na realidade falta é respeito aos direitos dos passageiros de ir e vir em um transporte de qualidade. Ratifico aqui mais uma vez, que na realidade, o Sistema de Transporte Coletivo de São Luís se tornou uma autêntica esculhambação, principalmente pela fragilidade do poder público, em que lhe falta até competência para o exercício da fiscalização.

Hoje estive conversando com um grupo de moradores do bairro da Ribeira. Me relataram a peregrinação que enfrentaram para chegar até o terminal da Cohama. Saímos do bairro às 5h40m, em um dos velhos coletivos e na BR, um pouco depois de Pedrinhas, o ônibus apresentou pane e fomos orientados a ficar esperando um outro da mesma, que não apareceu. Devido a necessidade da maioria dos passageiros de chegar ao local de trabalho, inúmeros tiveram que pegar outro coletivo e pagar outra passagem. A peregrinação continuou no prosseguimento da viagem, com mais um problema mecânico no ônibus, que veio muito devagar e com muita luta conseguiu adentrar ao terminal da Cohama por volta das 8h30. O trecho entre a Ribeira e a Cohama, que é feito em média em 1h30m, hoje atingiu praticamente 03 horas.

O problema é muito sério e marcado por falta de coletivos e os que existem estão sucateados. Nos dias de chuva muita gente que levar capas ou um pedaço de plástico para se proteger dentro dos coletivos com tetos furados. A situação é tão degradante e até excludente, uma vez que também não temos paradas de coletivos com proteção contra chuva e sol e são muitos os desrespeitos da prefeitura de São Luís com os usuários dos transportes coletivos. Uma senhora bastante revoltada, registrou que o prefeito Eduardo Braide com a sua fala mansinha, pensa que engana nós usuários, mas na verdade, ele está se iludindo. Gostaria que viesse ouvir o que povão diz, quando se refere as suas promessas que nunca se concretizam como gestor público, afirmou.

Fonte: AFD      

Senadores decidem que só trabalharão 3 dias por semana e 3 semanas por mês

O ano de 2023, realmente, não está sendo dos melhores para os brasileiros. Depois do Governo Federal aumentar sucessivamente os impostos e ofertar dinheiro público para ditaduras-amigas do PT, agora o Senado Federal dá um belo tapa na cara do povo e, na primeira reunião realizada após o prolongado feriado de Carnaval, os congressistas decidiram diminuir sua carga de trabalho.

Com aval de Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente da casa, foi definido que só trabalharão três dias por semana: terças, quartas e quintas e que, além disso, a última semana do mês também não será dada como falta porque o trabalho poderá ser “remoto”. Para piorar, os senadores só darão expediente, nas terças e quintas, a partir das 14 horas e as votações começarão apenas às 16 horas. A medida aprovada pelo Senado coincide com o pedido de abertura da CPMI dos atos de 8 de janeiro. Com um prazo para trabalho tão curto assim, ficará difícil a oposição ao Governo Lula manter as pautas debatidas dentro do Congresso Nacional.

O Congresso Nacional brasileiro, por sinal, é o mais caro do mundo. Para manter 513 deputados e 81 senadores, a União gasta em torno de R$ 23,8 milhões – cada um – por ano aos cofres públicos.

Jornal da Cidade Online

 

Ministro de Lula envolvido em escândalos e corrupção pode ser referência do governo?

O Ministro das Comunicações de Lula, Juscelino Filho, tem causado um verdadeiro estrago no governo. Ele está se deleitando com as prerrogativas do cargo, chegando ao absurdo de usar os aviões da FAB para cumprir agenda pessoal, quando viajou a São Paulo para comprar cavalos.

Juscelino é o retrato perfeito do atual Governo, que bate cabeça desnorteado. Lula não consegue sequer exonerar o Ministro que expõe o lado mais obscuro do PT, a corrupção e pelo visto mais denúncias podem vir à tona depois da Codevasf.

Consciente de que a sua exoneração ou demissão neste momento é bastante negativa para o governo, além de que os votos do seu partido na câmara dos deputados são valiosos, o Ministro das Comunicações vai aprontando o tanto que pode. Denúncia feita contra ele na Procuradoria Geral da República foi vista com muita indiferença e como sempre, os audaciosos acreditam na impunidade e tem muitos exemplos dentro do próprio governo.

Companheiros, todos se abraçam para submergirem juntos num verdadeiro mar de lama da imoralidade.

Comentários: Anderson Oliveira – Jornal da Cidade Online

 

Gilmar Mendes é condenado por danos morais em segunda instância na Justiça de São Paulo

Por decisão unânime, o Tribunal de Justiça de São Paulo, através de sua 8ª câmara, condenou o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, em ação de Danos Morais movida pelo advogado Modesto Carvalhosa. Gilmar acusou Carvalhosa de ter agido em conluio com procuradores da “lava jato” para obter valores da Petrobras em benefício próprio e de seus clientes. A indenização por danos morais foi fixada em R$ 50 mil.

Outras declarações do próprio ministro já levaram à União a outras condenações cujas multas somadas chegam a R$ 179 mil. O Estado, nestes casos, teria a opção de mover uma ação de reconvenção contra o agente público para cobrar o prejuízo.

Porém, desta feita, em um entendimento diferente, os desembargadores concluíram que declarações do ministro sobre o advogado não têm a ver com o exercício da judicatura, e, por isso, devem ser cobradas diretamente de Gilmar.

Jornal da Cidade Online

 

Senadores vão ao gabinete de Alexandre de Moraes relatar injustiça com prisões ilegais

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), recebeu em seu gabinete oito senadores para tratar das condições de encarceramento dos presos pelos atos de 8 de janeiro. Após o encontro, o senador Rogério Marinho (PSDB-RN) disse esperar que mais detidos sejam soltos “nos próximos 15 a 20 dias”. Ele disse ter havido sinalização do ministro pela rápida liberação de pessoas que não tenham cometido atos criminosos em 8 de janeiro, mas que acabaram eventualmente presas junto com os verdadeiros vândalos. Ainda sem advogado, muitas dessas pessoas sequer pediram para serem soltas, frisou Marinho. Ele elogiou a Defensoria Pública do Distrito Federal, que tem trabalhado para identificar quem ainda não possui defensor constituído e fazer os respectivos pedidos de soltura. 

A audiência dos oito senadores de oposição com Moraes ocorre após o ministro ter soltado 225 pessoas desde segunda-feira (27). Ao todo, dos mais de 1,4 mil presos, 655 foram liberados e 781 permanecem no sistema penitenciário do DF.

As liberdades provisórias foram concedidas por Moraes sob a justificativa de se tratar de réus primários, que já foram denunciados, e que na maior parte das vezes possuem filhos menores ou questões de saúde. Ainda assim, tais pessoas deverão usar tornozeleira eletrônica e ficar em casa durante a noite e aos finais de semana.

Alguns dos senadores que estiveram com Moraes antes inspecionaram in loco a situação dos presos, após terem sido autorizados pelo ministro. Em ofício, os parlamentares se disseram preocupados com a “falta de informações acerca da individualização das responsabilidades dos envolvidos”. Isso é importante para “o tratamento adequado de cada detido, considerando seu comportamento, circunstâncias individuais e os aspectos objetivos e subjetivos do crime”, diz o documento.

Além de Marinho, participaram da reunião com Moraes nesta quinta-feira (2) os senadores Carlos Portinho (PL-RJ), Tereza Cristina (PP-MS), Ciro Nogueira (PP-PI), Mecias de Jesus (Republicanos-RR), Eduardo Girão (Novo-CE), Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Wellington Fagundes (PL-MT).

Jornal da Cidade Online

 

Parlamentar revela desespero de Lula e Dino para tentar impedir CPMI de 8 de janeiro

Um vídeo postado pelo deputado federal Gustavo Gayer (PL/GO) chama atenção para a verdadeira correria de bastidores que aliados do governo do Lula estão fazendo no Congresso Nacional, como uma última tentativa desesperada para impedir que se crie a CPMI que vai investigar os atos de 8 de janeiro, em Brasília. Entre as estratégicas, uma tentativa do presidente do Congresso, o senador Rodrigo Pacheco, de adiar ao máximo a instalação automática do colegiado, que já conta com o número necessário de assinaturas.

“A esquerda em polvorosa tentando convencer parlamentares a retirarem assinaturas no pedido de abertura da CPMI, porque sabe que o cenário pode mudar por completo. CPIs podem quebrar sigilos, inquirir, convocar ministros, apreender celulares, etc, e com isso localizar a verdade real. Há indícios de que o ministro da justiça e o ministro chefe do GSI sabiam de tudo e teriam se omitido para que as invasões acontecessem como aconteceram. A CPMI irá investigar tudo, sobretudo se o ‘8 de janeiro’ foi ou não uma sórdida cilada armada pra aplacar a direita brasileira”, escreveu Gayer nas redes sociais:

O parlamentar cita dois deputados que desistiram de endossar a CPMI, mas avisa que o número de adesões cresce diariamente, e chega a fazer uma previsão terrível para o governo do molusco:

“No mínimo essa CPMI pode derrubar o ministro Flávio Dino e com ele muita gente e fragilizar totalmente o governo Lula,” relatou o parlamentar.

Jornal da Cidade Online

 

Imagem do arquivo de Cinaldo Oliveira que nos proporciona recordações e saudades

Recebi do amigo, ex- colega de trabalho de longas datas e repórter fotográfico Cinaldo Oliviera, a foto acima do seu grande acervo, hoje integrante do Museu Audiovisual do Maranhão – Mavam.  O local, segundo o próprio Cinaldo era o hall do jornal O Imparcial, na rua Afonso Pena, e deve ter havido algum evento para reunir vários profissionais de diversos órgãos, com a presença de Leonardo Monteiro, então presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Luís.

Já chegando aos 80 anos, acredito que a minha sensibilidade é muito maior e me emociono, quando vejo imagens semelhantes, que me proporcionam muitas recordações e saudades imensas. Pela ordem, da esquerda para a direita estão os jornalistas De Sousa, Bomsó, Douglas Cunha, Antonio Henrique Polary, Renato Sousa, Aldir Dantas, Leonardo Monteiro e Almeida Pontes.

Trabalhei junto com Antonio Henrique Polary e De Sousa e sempre tive um bom relacionamento com todos. Da foto, já estão no Reino da Glória, Renato Sousa, Antonio Henrique Polary e Leonardo Monteiro.

Um registro particular que faço aqui é quanto a Antonio Henrique Polary e Leonardo Monteiro, éramos muito mais do que colegas de profissão, tínhamos uma amizade muito fraterna e bem próxima. Até hoje, tenho viva comigo, a imagem dos dois e em algumas oportunidades, em devaneios e sonhos estou dialogando com os dois. Polary era uma pessoa que adorava brincar e cativar colegas de maneira salutar e a sua essência solidária foi importante para sermos amigos nesta vida e com certeza seremos na próxima. Leonardo Monteiro era um grande ser humano sempre focado na solidariedade com os colegas. Guardo orientações importantes recebidas dele, e tenho como verdadeira relíquia, uma carta que mandou para mim, quando já estava bastante adoentado. O seu passamento ocorreu, quando eu estava em São Paulo. Recebi à noite, uma ligação de Carlos Nina para me comunicar o seu falecimento. Foi uma noite muito triste.

Aldir Dantas 02.03.2023

 

 

 

STF começa a analisar se abordagem policial por cor da pele invalida provas

O Supremo Tribunal Federal começou nesta quarta-feira (1º/3) o julgamento que decide se o chamado “perfilamento racial” invalida provas colhidas durante abordagem policial.

O perfilamento acontece quando as buscas pessoais não são feitas a partir de evidências objetivas que apontem uma atitude suspeita, mas com base na raça, cor, descendência, nacionalidade ou etnicidade do alvo da abordagem. O caso concreto que motivou o julgamento envolve um homem negro condenado a quase 8 anos de prisão por tráfico de drogas depois de ser flagrado com 1,53 grama de cocaína. Embora a análise se dê em um Habeas Corpus, a decisão pode servir como um importante precedente sobre o tema. Por isso, o ministro Edson Fachin, relator da matéria, admitiu que algumas entidades atuem como amicus curiae, entre elas o Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD), a Coalização Negra por Direitos, a Educafro e a Conectas Direitos Humanas. Ele também pediu preferência para esse julgamento, dada a “acentuada repercussão social” do tema. 

Na sessão desta quarta, só houve a leitura do relatório e as sustentações orais da Defensoria Pública de São Paulo — autora da ação — e dos amicus curiae, além da manifestação da vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo. O julgamento será retomado na quinta-feira (2/3) com o voto de Fachin.

O defensor público Fernando Rodolfo afirmou que a abordagem policial se deu só pela cor da pele do réu, que estaria apenas de pé ao lado de um carro, às 11h da manhã, em Bauru, no interior de São Paulo.

“Temos a verificação de um racismo estrutural. [O perfilamento] se trata de um comportamento automatizado, que aos nossos olhos vem invisibilizado, mas que é difundido e praticado pelas autoridades públicas e forças policiais”, disse o defensor em sua sustentação.

“Qual é o vetor principal para não se tratar o paciente como usuário [em vez de traficante] e não enxergarmos um problema mais de saúde pública que de criminal? É o racismo entranhado em nossas instituições. Se fosse um homem branco ele seria abordado? Certamente que não”, concluiu.

Lindôra se manifestou contra a concessão do HC. Para ela, o Supremo não está julgando um “problema social”, mas um caso de tráfico. Também disse que o racismo não é um “privilégio” do país. Ela comparou o racismo sofrido por negros no Brasil com o sofrido por “todos” os brasileiros em países como Portugal e Estados Unidos. 

“O racismo existe. Não temos como dizer que não existe. Existe, assim como nós sofremos em outros países. Nos Estados Unidos, nós também sofremos racismo, todos nós. Em Portugal, sofremos racismo também. Não é um privilégio daqui do Brasil”, disse. 

A vice-PGR afirmou que é preciso combater o tráfico de drogas porque “viciados” viram traficantes. “Depois que a pessoa está viciada, ela vira traficante. Ela não tem saída. A única saída é virar um futuro vendedor de droga. E aí temos uma população de drogados que não servirá para o trabalho, para o futuro, para nada.

Fonte: CONJUR

 

Divulgação da queda nos índices de violência no governo Bolsonaro silencia ministro Flavio Dino

A mídia tem feito verdadeiro contorcionismo para divulgar os números alcançados por Bolsonaro no combate à violência. Em quatro anos de governo, a quantidade de homicídios reduziu quase um terço com relação ao total de casos registrado em 2017, primeiro ano de funcionamento do Monitor da Violência.

Cinco anos depois, foram 40,8 mil mortes intencionais violentas, o que significa 18 mil ocorrências a menos.

Em outras palavras, 18 mil vidas foram poupadas. Os números positivos alcançados por Bolsonaro estão sendo divulgados agora e a mídia permanece incrédula com os resultados e mais ainda o ministro Flavio Dino, contumaz crítico não apenas do governo de Jair Bolsonaro, mas a própria pessoa do ex-presidente da república.

Por outro lado, o governo Bolsonaro coloca Lula e o PT na parede, pois se os índices de violência subirem, ficará comprovado que Bolsonaro teve uma política de sucesso relacionada à segurança.

Jornal da Cidade Online