Para o governo Lula “rombo” não é “rombo”

A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, declarou nesta sexta-feira (31) que o déficit de R$ 8,07 bilhões das empresas estatais, o maior da história, não deve ser classificado como “rombo”. Segundo ela, o resultado negativo é só uma demonstração contábil e não deve ser classificado como prejuízo, porque a maioria das empresas seria lucrativa.

“Não chamem de rombo, a gente já explicou isso, é bom lembrar. Hoje, o que foi divulgado pelo Banco Central é o resultado fiscal das empresas, que pensa só as receitas do ano e as despesas do ano. Como eu já expliquei várias vezes, muitas despesas que são feitas pelas estatais são com dinheiro que estava em caixa e, portanto, ele acaba gerando resultado deficitário ainda que as empresas tenham lucro”, disse a ministra a jornalistas.

As estatais fecharam 2024 com o maior déficit da série histórica, iniciada em 2002. Em 2023, as estatais registraram déficit de R$ 2,27 bilhões. O saldo negativo subiu 255,8% no ano passado. Segundo dados do BC, o déficit acumulado das estatais no governo Lula foi de R$ 10,3 bilhões. O que acaba ficando bem evidente, é que existe um bando de loucos e irresponsáveis no comando do país.

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

 

Equiparação salarial entre auxiliares e técnicos da enfermagem é de pouco impacto financeiro, diz o Cofen

Segundo o vice-presidente do Conselho, enquanto os auxiliares de enfermagem representam 470 mil inscrições, as de técnico são praticamente 1,9 milhão. Em meio aos debates sobre a reivindicação dos auxiliares de enfermagem pela equiparação salarial com os técnicos da categoria, o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) considera que, a depender do caso específico, igualar as remunerações seria justo e não elevaria os custos de forma expressiva. 

Ao Brasil 61, o vice presidente da entidade, Daniel Menezes, explicou que, pelo que prevê a legislação, auxiliar e técnico de enfermagem desempenham atividades distintas, porém, na prática, alguns desses profissionais contam com registros para atuar das duas formas. Diante disso, esse grupo é contratado como auxiliar, mas lhes são atribuídas tarefas específicas para técnicos.  

“O que ocorre é que, muitos dos auxiliares de enfermagem têm a formação de técnico de enfermagem e, nesse sentido, nós entendemos que, nesses casos específicos, a equiparação salarial até faz sentido, como forma de reconhecer a execução das atividades de técnico para aquele que é devidamente formado e habilitado para essa categoria, e que as instituições de saúde repassam, são tarefas mais complexas, que não estão previstas na lei do exercício profissional”, destaca. 

Segundo Menezes, nos últimos anos, houve uma redução significativa na quantidade de auxiliares de enfermagem, por conta da formação que eles têm feito para técnico. Com isso, ele entende que, atualmente, a maioria dos profissionais são técnicos de enfermagem, o que não acarretaria num aumento significativo de despesas caso a equiparação seja efetivada. 

“Apenas uma parcela pequena mantém o registro e atua como auxiliar de enfermagem, especialmente aqueles que ingressaram no serviço público por meio de concurso público, através do cargo de auxiliar de enfermagem”, pontua.

Ainda de acordo com o vice-presidente do Conselho, enquanto os auxiliares de enfermagem representam 470 mil inscrições, as de técnico são praticamente 1,9 milhão. Desses, a grande maioria tem duplo registro que atendem às duas categorias. Na avaliação do especialista em orçamento público Cesar Lima, a equiparação terá, de fato, um impacto fiscal nas contas públicas, uma vez que pode representar mais aplicação de recursos públicos para fazer a compensação financeira que garante o pagamento do piso dessas categorias. Outro impacto, segundo ele, poderia ser causado na empregabilidade dos auxiliares na rede privada.

“Do lado privado, acho que pode ser um erro dos auxiliares, porque quando um hospital vir que, para ele, tanto faz contratar um técnico quanto um auxiliar, claro que ele vai preferir ficar com o técnico em detrimento dos auxiliares. E do lado público, com certeza terão que ser feitos ajustes orçamentários para arcar com esses novos custos”, considera.  

BRASIL 61

Piso salarial dos professores: Valor ficou definido pelo Ministério da Educação em R$ 4.867,77

Trata-se de um aumento de 6,27%, na comparação com 2024, quando o valor era de R$ 4.580. O piso salarial dos professores para 2025 ficou estabelecido em R$ 4.867,77. O valor foi publicado nesta sexta-feira (31) em portaria do Ministério da Educação. Trata-se de um aumento de 6,27%, na comparação com 2024, quando o valor era de R$ 4.580,57. O aumento anunciado supera a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). O reajuste também está acima da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que fechou 2024 em 4,83%. 

De acordo com a Pasta, esse salário é destinado aos professores que lecionam na rede pública de ensino e cumprem jornada de pelo menos 40 horas semanais. O anúncio do reajuste havia sido feito pelo o ministro da Educação Camilo Santana, na quinta-feira (30), nas redes sociais. 

“Assinei a Portaria MEC nº 77, de 29 de janeiro de 2025, que define o novo Piso Salarial Profissional Nacional do magistério público da educação básica. Com aumento de 6,27%, o valor mínimo que professores da rede pública da educação básica devem ganhar no Brasil passa a ser de R$ 4.867,77.” Como os salários serão pagos pelas redes de ensino, estados e municípios devem oficializar o valor por meio de norma própria. O especialista em orçamento público, Cesar Lima, explica como são feitas as remunerações dos profissionais da educação básica. 

“Isso já era esperado, com previsão no orçamento federal, e tem uma participação que é tripartite. Você tem o governo federal que entra com uma parte através do Fundeb; você também tem estado com uma parte de recursos próprios, além dos municípios, também com recursos próprios de sua arrecadação”, destaca.  

Vale destacar que a atualização no salário dos professores é obrigatória, levando em contar os termos de uma lei sancionada em 2008, e ocorre anualmente, em janeiro.

BRASIL 61

 

EUA aumentam para 25 milhões de dólares recompensa pela prisão de Nicolás Maduro, ditador da Venezuela

A cabeça do ditador venezuelano Nicolás Maduro está cada vez mais valiosa. Recentemente, o governo dos Estados Unidos aumentou em 66,6% a recompensa por informações capazes de levar à sua prisão e/ou condenação — de 15 para 25 milhões de dólares, valor equivalente a 150 milhões de reais. A oferta pública é da agência antidrogas (DEA). É aplicável, no mesmo valor, ao atual ministro do Interior, Diosdado Cabello, homem-forte do regime e notório pela liderança da ala militar do cartel Los Soles, que controla parte substancial do tráfico de ouro, armas e drogas na Venezuela.

Nesta terça-feira (28), o governo do Equador anunciou a venda de até 250 mil barris de petróleo por dia aos países que deixarem de comprar óleo da Venezuela, em contribuição ao bloqueio das finanças do regime ditatorial. Com o óleo a 65,6 dólares por barril (preço médio para tipo venezuelano de referência, Merey 16), significa oferecimento adicional de um prêmio de 16,4 milhões de dólares por dia no auxílio à derrubada de Maduro — nesse caso, o prêmio está restrito a governos.

Jornal da Cidade Online

 

Caminhoneiros organizam greve geral contra o aumento do óleo diesel devastador para a categoria

O aumento no preço do diesel previsto para amanhã tem gerado enorme apreensão entre caminhoneiros. A categoria será terrivelmente impactada pelo reajuste. Nesse sentido, reuniões estão sendo articuladas para debater o assunto. A principal preocupação é o impacto no custo do transporte, que pode refletir no preço dos produtos. Os caminhoneiros registram que atualmente estão operando no vermelho e com o novo reajuste, a única alternativa é a greve contra a incapacidade do governo em não saber administrar o país, fazendo absurdos e desnecessários gastos para saciar a vaidade de Lula e Janja e de um grupo de ministros altamente incompetentes, deixando a população na fome e na miséria, em que está a nossa categoria, afirmam lideranças

Lideranças nacionais dos transportadores autônomos de cargas já têm encontro marcado para o dia 8 de fevereiro. O evento ocorrerá no Porto de Santos, São Paulo, para discutir os efeitos do novo preço nos serviços prestados. Segundo as entidades, o aumento do diesel insere-se em um contexto de elevação geral de preços. As promessas do Governo Federal ainda não se traduziram em ações efetivas para o segmento e o impacto inflacionário sobre alimentos é uma preocupação crescente.

O valor do diesel será reajustado em duas ocasiões, começando com a alta do ICMS neste sábado (1º). Essa decisão foi tomada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária ainda em 2024. Outro ponto importante está relacionado à paridade dos valores. A Petrobras sinalizou outro aumento em fevereiro devido a uma defasagem de 15,15% nos preços. Assim, ante a essa situação, a possibilidade de uma nova greve dos caminhoneiros vem ganhando força em 2025. Representantes da categoria estão extremamente insatisfeitos com esses aumentos nos preços dos combustíveis. O descontentamento geral pode levar a uma paralisação nacional.

Caso isso aconteça, fatalmente irá esquentar ainda mais o debate sobre um eventual impeachment de Lula e pode vir a ser determinante.

Jornal da Cidade Online

Brasil fechou dezembro perdendo mais de meio milhão de postos de trabalhos, diz o Caged

O Brasil encerrou dezembro com um saldo negativo de 535.547 postos de trabalho no mercado formal, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Esse número representa o pior resultado para um mês de dezembro desde 2020, quando teve início a série do Novo Caged. No mesmo período de 2023, o saldo também foi negativo, com o encerramento de 451.240 vagas, considerando os ajustes da série. O resultado mais recente reflete um total de 1.524.251 admissões contra 2.059.798 desligamentos.

Além disso, o fechamento de vagas superou as projeções do mercado financeiro, conforme levantamento do Projeções Broadcast, do jornal O Estado de São Paulo. O levantamento indicava um saldo negativo esperado de 487.116 vagas, com uma mediana de 405.524 postos fechados e um teto de 339.228 desligamentos.

Esses números só reforçam a necessidade do impeachment do petista Lula. Pelo visto, agora é questão de tempo. Lula não engana mais ninguém. Até os dias de hoje, ninguém consegue entender como Lula venceu as eleições… Querem esconder o que realmente aconteceu em 2022.

Jornal da Cidade Online

Os reis da gastança estão no STF

Nenhuma, o Brasil é o país onde mais se desvia e se torra dinheiro do povo em privilégios para apaniguados, políticos e corruptos. O sistema judiciário brasileiro – pasmem – consome 1,6% do PIB nacional, um dado assustador, maior do que outros 53 países, segundo estudo do Tesouro nacional. São US$ 179 milhões em um ano, 2024, mais do que gastou a Monarquia britânica, US$ 129 milhões. E achando pouco, estão com solicitação de orçamento para 2025, ainda maior. Para se ter uma ideia desse despropósito, a Suprema Corte do Reino Unido gasta, para funcionar, 9 vezes menos.

Não à toa, cada um dos 11 ministros, que, juntos, tem quase 3 mil funcionários à sua disposição, que saem por aí atuando como garotos propaganda do STF, tentando criar a imagem duvidosa de eficiência, transparência e imparcialidade, entre outras coisitas. A credibilidade junto ao povo e ao mundo é atualmente a mesma do desgoverno – um paquiderme chamado Estado – que hoje controlam, mandando no país: um zero absoluto ou próximo disso.

Essa realidade absurda (em dados de 2020), entretanto, não acanha os seus 11 ministros, que querem mais e mais, além dos 116 faxineiros, 24 copeiros, 27 garçons, 80 secretárias, 300 seguranças, 12 auxiliares de desenvolvimento infantil para filhos de servidores, e segue numa lista infindável. Hoje, em 2025, a lista, os privilégios e a grana devem ter aumentado, naturalmente, auto recompensa justa a que os onze se atribuem pelo exemplar serviço à democracia e justiça brasileira.

Marco Angeli Full

Artista plástico, publicitário e diretor de criação

 

Dos 35 municípios impedidos de receber a 3ª parcelada de janeiro do FPM “bloqueados”, 02 são do Maranhão

Até o último dia 28 de janeiro, 35 municípios brasileiros estavam bloqueados para recebimento do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A maioria dessas cidades está localizada no estado do Rio Grande do Sul, que conta com 9 entes impedidos. Na sequência aparecem Ceará, Minas Gerais e Rio de Janeiro, com três cidades bloqueadas, cada. O próximo repasse do FPM está previsto para esta quinta-feira (30). O especialista em orçamento público Cesar Lima explica que o bloqueio dos repasses ocorre por conta de débitos dos municípios juntos à União ou atrasos na prestação de contas. 

“Dívidas não honradas, cuja União é, por assim dizer, a fiadora. Quando um município não honra esse compromisso, a União, como fiadora, precisa arcar com o pagamento dessa dívida e, por isso, bloqueia o FPM. O outro motivo são as dívidas previdenciárias, que podem ser tanto de um sistema próprio quanto dos recursos que devem ser recolhidos à União”, pontua.

Lista dos bloqueados do FPM

  1. 1.    EIRUNEPE (AM)
    2.    CASA NOVA (BA)
    3.    SÍTIO DO MATO (BA)
    4.    AIUABA (CE)
    5.    IGUATU (CE)
    6.    PENAFORTE (CE)
    7.    JAGUARÉ (ES)
    8.    ARAGOIÂNIA (GO)
    9.    CODÓ  (MA)
    10.  ITAPECURU MIRIM (MA)

    11.    ALPINÓPOLIS (MG)
    12.    CASSIA (MG)
    13.    JORDÂNIA (MG)
    14.    MIRANDA (MS)
    15.    ITAMARACÁ (PE)
    16.    MANOEL RIBAS (PR)
    17.    CABO FRIO (RJ)
    18.    CARAPEBUS (RJ)
    19.    ITAGUAÍ (RJ)
    20.    BONFIM (RR)
    21.    BALNEÁRIO PINHAL (RS)
    22.    CARAZINHO (RS)
    23.    CARLOS BARBOSA (RS)
    24.    CASCA (RS)
    25.    ERECHIM (RS)
    26.    MIRAGUAÍ (RS)
    27.    MOSTARDAS (RS)
    28.    NOVA ARAÇÁ (RS)
    29.    PORTO XAVIER (RS)
    30.    BRUSQUE (SC)
    31.    SÃO BENTO DO SUL (SC)
    32.    JAPARATUBA (SE)
    33.    SÃO VALÉRIO DA NATIVIDADE (TO)
    34.    TAGUATINGA (TO)
    35.    WANDERLÂNDIA (TO)

Como desbloquear o repasse?

Para desbloquear o repasse, o gestor público deve identificar o órgão que determinou o congelamento. Em seguida, deve conhecer o motivo e regularizar a situação. Vale lembrar que a prefeitura não perde os recursos bloqueados de forma definitiva. Eles ficam apenas congelados enquanto as pendências não são regularizadas. O Siafi reúne informações referentes a execuções orçamentárias, patrimoniais e financeiras da União. Quando um município é incluído no sistema, a prefeitura fica impedida de receber qualquer ajuda financeira.

Terceiro decêndio de janeiro do FPM

O valor do terceiro decêndio de janeiro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) deve ser passado às prefeituras nesta quinta-feira (30). O montante desta parcela ultrapassa R$ 6,5 bilhões. Desta vez, a quantia é cerca de 17% maior do que a transferida no mesmo período de 2024, quando valor foi de aproximadamente R$ 5,5 bilhões.

BRASIL 61

 

Senado tem 7 novos pedidos de impeachment para afastar os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli

São 6 pedidos de impeachment contra Alexandre de Moraes e um contra Dias Toffoli. O Senado Federal registrou sete novos pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) em janeiro. Desses, seis são contra o ministro Alexandre de Moraes e um contra o ministro Dias Toffoli. Os requerimentos foram protocolados no exercício de 2024, mas só em janeiro foram inseridos no sistema da Casa Legislativa. Um dos pedidos de impeachment foi protocolado em agosto de 2024 pelo deputado Bibo Nunes (PL-RS), que acusa Alexandre de Moraes de agir de forma irregular ao alegar ter sido agredido em um aeroporto em Roma. Os demais pedidos contra Moraes foram apresentados por cidadãos sem mandato. Já o pedido contra Dias Toffoli, protocolado em novembro por uma diretora comercial, alega que o ministro obstruiu indevidamente a votação de um agravo sobre a intimação de cidadãos no STF.

Veja lista com os pedidos de impeachment:

  • Petição 1/2025
    Autor: Cidadão Fiorelo Ruviaro
    Alvo: Alexandre de Moraes
    Resumo: Alega que o ministro, então presidente do TSE, deu posse ao presidente Lula após as eleições de 2022 enquanto grande parte da população questionava o resultado eleitoral.
  • Petição 2/2025
    Autor: Cidadão Elena Yatiyo Tanaka
    Alvo: Alexandre de Moraes
    Resumo: Questiona a legalidade da multa aplicada por Moraes ao PL, após o partido colocar em dúvida o resultado das urnas.
  • Petição 3/2025
    Autor: Cidadão Aurino Barbosa da Silva
    Alvo: Alexandre de Moraes
    Resumo: Texto igual à Petição 2/2025, cujo teor questiona a multa aplicada ao PL de R$ 22 milhões.
  • Petição 4/2025
    Autor: Deputado Federal Bibo Nunes (PL/RS)
    Alvo: Alexandre de Moraes
    Resumo: Aponta suposta irregularidade no processo instaurado após Moraes alegar ter sido agredido por uma família de brasileiros em aeroporto de Roma, em 2023.
  • Petição 5/2025
    Autor: Cidadão Jovi Vieira Barboza
    Alvo: Alexandre de Moraes
    Resumo: Texto igual às petições 2 e 3/2025, questionando a multa aplicada ao PL por colocar em dúvida o resultado eleitoral em 2022.
  • Petição 6/2025
    Autor: Cidadão Sérgio Augusto Pereira de Borja
    Alvo: Alexandre de Moraes
    Resumo: Elenca uma série de pedidos de impeachment já protocolados contra o ministro e alega crimes contra a liberdade de expressão apontados por relatório de comissão do Congresso dos EUA.
  • Petição 7/2025
    Autor: Cidadão Andréa Silva Santana Rocha
    Alvo: Dias Toffoli
    Resumo: Aponta que o ministro do STF estaria, como relator, obstruindo a votação em plenário de Agravo Interno em Mandado de Injunção sobre a criação de norma a ser utilizada no âmbito das autarquias federais.

Diário do Poder

 

Lula e ministros do STF ganham aumento e passam a receber R$46,3 mil mensais a partir de fevereiro

Privilégio de receber o teto se estende a deputados federais e senadores.O presidente Lula (PT), mais com os 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e os integrantes do Congresso Nacional terão aumento salarial e vão passar a receber R$ 46,3 mil a partir de 1º de fevereiro. O aumento de 5,36% em relação aos salários que receberam até o mês de janeiro. O novo teto passa a valer já em 1º fevereiro e impacta os gastos públicos de maneira substancial porque se reflete em diversas carreiras cujos salários se encontram no máximo, já atingidos pelo “abate-teto”, principalmente as chamadas “carreiras jurídicas”, como Ministério Público, magistratura e estrutura jurídica do governo federal.

O impacto do novo aumento vem sendo mantido sob sigilo não declarado pelo Ministério de Gestão e da Inovação, que ignora os pedidos de jornalistas nesse sentido. O teto salarial do funcionalismo público eram os vencimentos dos ministros do STF, que em 2022 se estenderam aos deputados federais e senadores. Por essa razão, todos – presidente da República, deputados, senadores e ministros do STF – são agora referência de “teto salarial”: nenhum servidor pode ganhar mais do que eles. No entanto, há situações em que remunerações ultrapassam esse limite devido a penduricalhos, que os beneficiados chamam de “adicionais e benefícios”. Com o reajuste, os contracheques dessas autoridades passarão de R$ 44.008,52 para R$ 46.366,19. A proposta que foi aprovada no ano de 2022 pelo Congresso, no qual previa o reajuste para os ministros do STF. Os salários subiram de R$39,2 mil, em 2022, para R$ 46,3 mil, em 2025, com um aumento de 18%.

Diário do Poder