Em uma tentativa desesperada de reviver um passado distorcido, o Brasil se vê novamente sob o jugo do Luiz Inácio Lula da Silva, cujos primeiros 100 dias no poder são dignos de uma tragicomédia.
O “novo” Lula, supostamente mais experiente e centrado, se revela um embuste à medida que a velha retórica populista e divisionista reaparece, e o país mergulha em um abismo de retrocessos e escândalos.
O retorno dos asseclas envolvidos em corrupção ao poder é um tapa na cara da sociedade, e a irresponsabilidade fiscal beira o criminoso, com gastos públicos desenfreados e um populismo econômico que ameaça o futuro do país.
A agenda de reformas, crucial para o desenvolvimento, foi descartada como se fosse lixo, trocada pela receita falida de um governo que insiste em erros do passado.
No cenário internacional, a imagem do Brasil se deteriora a olhos vistos. Governos democráticos e desenvolvidos olham com desdém para um país que flerta com regimes autoritários e adota posturas ideológicas pueris. Já a segurança pública é tratada com desdém, como se o combate ao crime organizado fosse um mero capricho, deixando a população à mercê da violência.
O que se vê nestes 100 dias é a reencenação de uma farsa, e cabe à sociedade brasileira despertar e exigir transparência, responsabilidade e ações concretas para reverter esse cenário grotesco.
O Brasil não pode mais tolerar a irresponsabilidade de um governo que insiste em ignorar os erros do passado e caminha a passos largos para o precipício. Chega de populismo e farsas; o país merece algo melhor.
Sebastião Teodoro. Jornalista. – Jornal da Cidade Online