O ativismo judicial a todo vapor no Brasil

E lá se vão os ministros da mais alta corte do Brasil, fazer politicagem fora do país, manifestando o caráter político/ideológico da atual composição da instituição. Desta feita, os ministros Luís Roberto Barroso e Gilmar Mendes (sempre ele), irão se juntar a políticos suspeitos como João Dória e seu instituto de cooptação econômica e política, a tal LIDE, Arthur Lira, Rodrigo Pacheco, Michel Temer, entre outros. O encontro será na Suíça, na próxima quinta-feira (23).

A assessoria do STF informa que não haverá custos para a instituição, como se isso fosse o problema, e justificasse a presença deles, desnecessária por sinal. Pelo contrário! A presença de ministros do STF em evento privado, custeado por eles, mostra como o judiciário se deixou contaminar pela política (fato este, declarado publicamente pelo ministro Luís Roberto Barroso), comprometendo cabalmente sua independência e credibilidade.

Aliás, essa atividade deixa margem para ser considerada uma atividade político/partidária, contemplada como crime de responsabilidade pela Constituição Federal, como se lê abaixo:

Em pleno ativismo judicial, a corte está totalmente submissa aos delírios do poder, perda total da isenção jurídica e aumento do conflito de interesses (vários dos envolvidos são investigados em processos na corte), além de afrontar o interesse público e o respeito à República Federativa do Brasil.

Alexandre Siqueira

Jornalista independente

 

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