Estou entre os milhares de consumidores do supermercado Mix Mateus da Curva do 90, que se não tiver com a atenção bem voltada para os registros das suas mercadorias nos caixas do estabelecimento comercial, corre o risco de ser enganado com uma diferença sempre maior entre os preços das gondolas e o valor que é registrado.
A impressão que fica, é que parece ser uma premeditação com o objetivo definido de enganar o consumidor, principalmente os incautos, que não prestam a atenção aos valores dos produtos que são adquiridos. Esta semana, tive aborrecimentos nos caixas, tanto na quarta e na sexta-feira, quando detectei mais uma das costumeiras alterações de preços sempre o maior, por dezenas de vezes. Os aborrecimentos ficam por conta da maneira dolosa como a direção do estabelecimento quer meter a mão no seu bolso, como se os preços sempre corrigidos não satisfaça a avidez dos seus proprietários, sem falarmos na demora excessiva para a restituição dos valores cobrados a mais.
O Mixa Mateus da Curva do 90 é uma das unidades do grupo Mateus, mais desorganizada e dá plena demonstração de que o gerenciamento é precário ou simplesmente não existe, e bem próximo da esculhambação. Por inúmeras vezes já reclamei para empregados e gerentes, sobre a falta de preços de inúmeros produtos nas gondolas e que muitas não constam dos leitores, proporcionando a que o consumidor desista da compra.
A falta de respeito é bastante acentuada, com reduzido número de empacotadores, o que causa a revolta e a indignação das pessoas, uma vez que o caixa registra o produto e é também quem faz o empacotamento. O pior ainda é que reduziram acintosamente o número de caixas preferenciais.
Um dos sérios riscos a vida pessoas, são empilhadeiras transitando e fazendo operações de mercadorias nas gondolas com alturas superiores a cinco metros. É um risco às vidas de consumidores, que não estão no estabelecimento para efetuar compras e não se preocupar com riscos expostos pelo Mix Mateus.
Os problemas criados pelo Mix Mateus são muitos e há os que afetam diretamente os consumidores, passam por produtos estragados expostos a venda e inoperância da Vigilância Sanitária na fiscalização e ouvir as denúncias dos consumidores. O Ministério Público de defesa dos direitos dos idosos e deficientes precisa ver a realidade e a redução do número de caixas.
A verdade é que o grupo Mateus pratica atos indignos contra os consumidores pela absoluta e plena certeza que tem da impunidade, uma vez que por sua proximidade com segmentos do poder público e naturalmente a troca de favores fazem da empresa naturalmente merecer distinção e privilégios diferenciados. Quanto as roubalheiras nos caixas não é de responsabilidade das operadoras, mas dos gerentes que não fazem a devida e necessária automação no sistema da loja. Resta saber se é realmente negligência ou interesses escusos, o que cabe as autoridades investigarem a adotarem as providências em defesa dos direitos dos consumidores, além de aplicarem as devidas e necessárias sanções penais. Aqui me refiro apenas a uma loja dos Supermercados Mateus, mas a fiscalização precisa de amplitude.
Bravo, Aldir Dantas, denuncia absolutamente procedente, oportuna e pertinente, em especial, nesse quadro de crise sanitária da covid-19, onde autoridades afrouxaram completamente as rédeas e contrapesos, entregando os cidadãos às moscas e inconvenientes do abuso do poder econômico, do despotismo e da mais completa negligência.