Mais da metade da população do Maranhão vive na extrema pobreza com fome e miséria, diz o IBGE

O Maranhão ganhou hoje destaque na mídia nacional como o Estado detentor do maior percentual da extrema pobreza, com 54,1%, o que significa que mais da metade da população maranhense é de miseráveis e excluídos, de acordo com os Indicadores Sociais do IBGE.

Com base nesta classificação, havia 52,2 milhões de brasileiros em pobreza extrema em 2016. Dentre todos os estados do país, o Maranhão apresenta 54,1 % de pessoas nessas mesmas condições, sendo o único Estado a atingir mais da metade da população nas condições de extrema pobreza de acordo com o índice do Banco Mundial.

As informações do IGBE repercutiram plena em todo o país e envergonhou mais uma vez todos os maranhenses. A verdade é que no Maranhão, ao invés de combate a pobreza e as desigualdades sociais, houve o contrário, em razão de não ter sido desenvolvidas politicas sociais de grande alcance e a ausência de pelo menos incentivo para a agricultura familiar. Os recursos federais e os financiamentos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – Pronaf, não conseguiram sucesso em razão de favorecimentos ilícitos e direcionamento de ações vergonhosas com finalidades eleitorais.

Sem educação, saúde, saneamento básico e sem alimentos, os maranhenses estão praticamente condenados à morte pela desnutrição. Há poucos dias registrei aqui, que no mercado do João Paulo,  a maior parte do cheiro verde e do alface comercializados, vem do Ceará e chega com preços bem melhores para os revendedores.

Diante de uma crise de economia de guerra decretada pelo governador Flavio Dino, a extrema pobreza será mais uma vez contemplada no próximo ano, com percentuais inimagináveis, uma vez que a prioridade governamental é aumentar impostos e deixar a fome e a miséria correr frouxo, dentro da determinação do comunismo que governa o Maranhão.

O engodo e a farsa do Mais IDH, como era bem visível ficou definitivamente constatado com as informações dos indicadores sociais do IBGE, serviu para favorecimento politico e muitos gastos desnecessários, que resultaram na quebradeira do Estado.

 

 

 

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