Lula condecorou Alexandre de Moraes, um dia após morte anunciada do preso Cleriston Cunha no xadrez da Papuda

O deputado Jordy, líder do PL, diz que a condecoração pareceu uma celebração macabra de culto a morte, em meio a comoção pela morte anunciada de um pai de família sem antecedentes criminais e sofrendo de problemas de saúde, como diabetes, desmaios constantes e crises do coração, preso pelos atos de 8 de janeiro, mesmo com atestados médicos, numa audiência do STF, os seus problemas de saúde foram ignorados e o parecer favorável à sua liberdade pela PGR também, e a sua morte foi decretada

O líder da oposição, deputado Carlos Jordy (PL-RJ), subiu à tribuna da Câmara dos Deputados para protestar contra a morte de Cleriston Pereira da Cunha, o Clezão, morto na Papuda, nessa segunda-feira (20). O parlamentar chamou de ‘culto à morte’ a condecoração entregue pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva ao ministro do STF, Alexandre de Moraes, em cerimônia realizada no dia seguinte a morte anunciada do cidadão Cletriston Cunha.

Alexandre de Moraes recebeu a condecoração da Ordem de Rio Branco, maior honraria conferida pelo Ministério das Relações Exteriores.

“Ironicamente nós assistimos o presidente Lula condecorando seu algoz [Alexandre de Moraes], o responsável pela sua morte. Porque foi omisso, tinha a caneta para que ele [Clezão] pudesse cumprir essa pena em liberdade provisória”, afirmou o carioca.

O parlamentar completou dizendo que a cena de condecorando Moraes ao lado do Ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, configurou “uma celebração macabra, como se fosse o culto à morte”.

Diário do Poder

 

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *