
O clima de insegurança entre empregados antigos da Câmara Municipal de São Luís, muitos dos quais com mais de 30 anos de serviços prestados, mas sem carteira de trabalho, sem contribuições ao INSS e Fundo de Garantia. É uma situação antiga e que precisa de uma solução, que começou a ser debatida na administração passada do Poder Legislativo e com sequência prevista para o presente exercício através de acordo com a Vara dos Direitos Difusos e Coletivos, quando da definição para a realização do concurso público para o legislativo municipal.
Esta semana o presidente do Sindicato dos Servidores dos Poderes Legislativos Municipais do Maranhão, João Batista Silva Índio voltou a ser cobrado pelos associados sobre a realização de uma reunião com o presidente da casa, o vereador Osmar Filho. Ele disse que desde janeiro vem tentando o encontro, que não é negado, mas que deve depende de uma data, que infelizmente até hoje nunca foi sinalizada. Os empregados se sentem inseguros, uma vez que uma gratificação que recebiam foi retirada e estão sendo realizadas contratações de pessoal, principalmente de um município da Baixada Maranhense, o que teria sido proibido de acordo com entendimentos com o Juiz da Vara dos Direitos Difusos e Coletivos.
João Batista Índio garantiu que vai tentar novamente junto ao presidente Osmar Filho, buscar uma data e horário para um debate amplo sobre a situação séria e muito grave de centenas de pessoas. A verdade é que o clima se insegurança e insatisfação, sem falarmos com sérios receios de perdas de direitos pode chegar ao ápice para uma ruptura.