Flavio Dino critica Sérgio Moro para desviar a atenção da interdição dos serviços de ferrys boats

A população da Baixada Maranhense imputa ao ex-governador Flavio Dino, todos os problemas que impediram a resoluções dos problemas nos serviços aquaviários entre a Ponta da Espera e o Cujupe, prejudicando drasticamente a Baixada Maranhense. Os mais diversos segmentos sociais e produtivos que utilizam o transporte para o abastecimento comercial de dezenas de municípios, decidiram depois que os serviços normais de 06 embarcações diárias foram reduzidos a apenas a uma, fazerem um movimento e interditaram totalmente os portos da Ponta da Espera (São Luís) e o Cujupe (Baixada). Os manifestantes passaram a exigir a presença de alguém do Governo do Estado, que tenha credibilidade e respeito a Baixada Maranhense para entendimentos e uma posição séria e responsável quanto a regularização dos serviços.

O ex-governador Flavio Dino para sair do foco dos manifestantes que imputam a ele todos os problemas, hoje surgiu na mídia fazendo críticas a Sérgio Moro, mas não escapou da ira dos manifestantes, iniciando com o longo período de intervenção do Estado na empresa Serviporto e a vergonhosa licitação ao apagar das luzes do seu governo, em que apresentou como vencedores a empresa Internacional Marítima, totalmente sucateada e proprietária de dois ou três embarcações velhas e bastante conhecidas pelas panes mecânicas, inclusive com os casos em que ferrys lotados terem que abortar viagens. A outra, o ex-governador decidiu favorecer uma tal de Celte do Estado do Pará, que não tem e nem opera com ferry boat, limitando-se a fazer transportes e cargas através de balsas na região Amazônica.

A verdade é que o transporte hoje é feito de maneira bastante precária e que não atende as necessidades, registram as empresas de coletivos e de cargas. Assim como os ferrys boats estão sucateados, as estradas tanto federais como estaduais não são diferentes, criando uma situação lamentável de que o sucateamento é no Estado.

Os manifestantes aceitam no momento um serviço precário, mas organizado, enquanto seja feita uma nova licitação a nível nacional para servir com dignidade o povo da Baixada Maranhense.

Fonte: AFD 

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