Festival de diárias na Assembleia Legislativa silencia deputados e dá poderes ao Diretor de Comunicação

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A denúncia com substanciais provas feitas pelo jornalista Ed Wilson, de um autêntico festival de diárias para deputados estaduais na Assembleia Legislativa do Estado, responde claramente pelas mazelas que estão impregnadas no parlamento estadual e a total falta de transparência.  O considerável número de servidores fantasmas, apesar das denuncias feitas à Justiça e ao Ministério Público, continua sendo preservado, e as denuncias de licitações viciadas é outro fato que permanece inalterado, sem falarmos no terrorismo implantado dentro do parlamento pelo Diretor de Comunicação, o empresário do ramo gráfico, Carlos Alberto Ferreira, detentor de tanto poder, que inclusive atropela a mesa diretora da casa demais diretores ao ameaçar servidores e chegou até a expulsar da sede do poder legislativo, o Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa do Estado, com a ratificação da presidência.

Por sucessivas vezes questionei sobre o que proporcionava um silêncio obstinado dos demais parlamentares para todo o autoritarismo do deputado Humberto Coutinho e as truculências de Carlos Alberto Ferreira, importado da república de Caxias. Com diárias correndo frouxo, nenhum deputado terá pelo menos tempo para prestar a atenção aos desmandos que são praticados e muitos menos se preocupar com os funcionários do parlamento, inclusive os que tentam demonstrar arauto de moralidade correndo atrás de candidaturas no próximo pleito municipal.

Como o Ministério Público já se manifestou pela exoneração dos funcionários fantasmas e o Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa do Estado já demonstrou que a realidade atual revela, que do quadro atual de servidores do parlamento estadual, menos de 25% são efetivos, o restante estão a serviço dos 42 deputados  e apaniguados da mesa diretora, existe expectativas de que alguma coisa seja feita, uma vez que continuar como está será desmoralização total para as próprias instituições que têm responsabilidade e o poder de fiscalizar e garantir o correto funcionamento dos poderes constituídos. A verdade é que existe uma realidade vergonhosa na Assembleia Legislativa do Estado e que pode continuar, uma vez que os cargos de maior remuneração são ocupados por fantasmas e por familiares de pessoas de muita influência de outros poderes constituídos, sem falarmos em inúmeras pessoas integrantes de partidos políticos.

                

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