O deputado Fernando Furtado desmoralizou em plenário o deputado Sousa Neto, genro do então todo poderoso Ricardo Murad.
Quando a deputada Andréia Murad começou a ser transformada em chacota no parlamento estadual, diante do seu elevado despreparo para atuação no legislativo e falta de embasamento para discussões, cheguei a elogiar o seu cunhado e genro do então todo poderoso Ricardo Murad, o deputado Sousa Neto. Ele sentindo que em qualquer embate politico com certeza seria facilmente resignado a se recolher a própria insignificância, havia optado por ficar calado, e como em boca fechada não entra mosca, vinha transitando totalmente despercebido.
Incentivado e municiado com informações sem um mínimo de veracidade, decidiu diante da ausência no plenário do deputado Fernando Furtado, tentou qualifica-lo como “bobo da corte”, referindo-se ao parlamentar que é do PCdoB e entendeu de ir mais adiante, dizendo que ele não representava a categoria dos pescadores uma vez que nem conhecia um anzol e que deveria agir com moral dentro da casa e não tentar garantir benefícios pessoais pela subserviência. Quando Sousa Neto encerrava as suas palavras, o deputado Fernando Furtado já estava em plenário e imediatamente se inscreveu para fazer os devidos esclarecimentos.
O deputado do PCdoB respondeu ao genro de Ricardo Murad, que se candidatou por várias vezes e que em todos os pleitos os votos crescentes pelo trabalho sério e digno. Deixou bem claro,que gastou 27 mil reais em toda a sua campanha, e que se fosse desonesto e ladrão poderia ter se apropriado de 500 mil reais do Sindicato de Pinheiro, que estavam sob a sua direção, mas o caminho que escolheu para trabalhar na politica é totalmente diferente e totalmente distanciado do escolhido por Sousa Neto, por princípios e valores éticos e morais, uma vez que ele gastou milhões de reais para ter um mandato e que contou com o apoio do seu sogro Ricardo Murad, atolado em denuncias de corrupção no Sistema Estadual de Saúde.
Ao retornar a tribuna o deputado Sousa Neto criou uma expectativa de que iria para o embate, mas muito pelo contrário e naturalmente se recordando de que em boca fechada não entra mosca, mudou de assunto colocando a carapuça da covardia e falta de argumentos para se recolher à sua insignificância, de onde não deveria ter saído.
