O delegado Tiago Bardal que estava em liberdade desde a prisão por envolvimento com uma quadrilha de contrabandistas de bebidas importadas, retornou hoje para a prisão, levando com ele um investigador da policia civil e dois advogados que faziam articulações dos dois policiais com uma organização criminosa especializada em assaltos a bancos.
A prisão do delegado Tiago Bardal, do investigador João Batista de Sousa Marques e dos advogados Werther Ferraz Júnior e Ari Cortez Prado Júnior foi autorizada pela 1ª Vara Criminal da Comarca de São Luís, atendendo solicitações do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas – Gaeco e da Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção – Seccor.
A justiça também autorizou buscas e apreensões nas residências de todos os presos em São Luís e em Imperatriz, resultando na apreensão de documentos, celulares e computadores.
O Gaeco e a Seccor realizaram investigações duradoras e em vários locais do Estado e em outras unidades da federação com importantes apoios e conseguiram informações substanciais de que desde 2015, o delegado Tiago Bardal estava associado a uma organização criminosa especializada em assaltos a banco, que por ter informações privilegiadas e proteção compensavam não apenas o delegado, mas o investigador João Batista de Sousa Marques e os advogados Werther Ferraz Júnior e Ari Cortez Prado Júnior, que exerciam o papel de fazer a entrega de dinheiro ao delegado e ao investigador, que chegariam as cifras médias de R$ 100 mil.
A verdade é que as autoridades policiais estão trabalhando com investigações bem avançadas, quanto, possíveis ligações do delegado e o seu grupo, com a quadrilha que causou terror em Bacabal.
