Quando o prefeito Edivaldo Holanda Junior entregou as casas e apartamentos para milhares de famílias retiradas de áreas de riscos, acreditava-se que finalmente os contemplados poderiam finalmente ser reconhecidos como cidadãos, iniciando com moradia de qualidade, água, esgoto, posto de saúde, segurança, transporte e outros direitos com garantia de um respeito mínimo para quem luta por dignidade.
O prefeito no discurso não se eximiu da responsabilidade e acrescentou outros benefícios, dentre os quais as correções no asfaltamento das ruas e iluminação e uma presença marcante do poder público na comunidade para atender os interesses coletivos.
Infelizmente, tudo ficou apenas no discurso para não ser diferente, com os demais bairros da capital, que amargam o engodo de que foram vítimas. O transporte coletivo, a infraestrutura básica em que destacam o saneamento básico e de um modo especial a água, causas de transtornos cotidianos para todos. Eles amargam a violência, que domina a comunidade, inclusive segundo informam a maioria dos moradores já foi assaltada e a droga é de domínio público.
O transporte público é um verdadeiro desafio para os moradores, haja vista de que muitas vezes os coletivos deixam de adentar a Ribeira, por falta de condições de tráfego e os usuários ficam expostos a perigos de assaltos no deslocamento para a BR, em busca de um transporte para poderem se destinar aos seus locais de trabalho.
A erosão já destruiu ruas e muitos moradores ainda correm sérios riscos de perderem as suas casas. A ausência do poder público é de causar revolta, dizem muitas pessoas indignadas, mas estaremos esperando eles, agora para pedir votos, salientam. Na comunidade há gente é favorável que se bote todos para correr, com o mesmo tratamento de indiferença que tratam os moradores. Estamos nos organizando, principalmente para dar resposta aos candidatos de Edivaldo Holanda Junior e Flavio Dino, afirma um grupo bem determinado para a luta.