Quem apostou na impunidade do deputado Cabo Campos, destacando o corporativismo e interesses políticos em favor do autor de violência covarde na pessoa da sua esposa Maria Campos, que chegou a ser internada em uma casa de saúde para a recuperação da sua saúde, acertou e já se fala que o seu atual mandato será encerrado em janeiro de 2019 e o julgamento será considerado prejudicado pela Comissão de Ética do Legislativo Estadual.
Solicitar o arquivamento da denúncia feita à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado, seria uma desmoralização total da Comissão de Ética, decorrente das provas concretas contra o Cabo Campos, inclusive de autoridades policiais, da justiça e até um laudo expedido pelo Instituto Médico Legal, que registra a violência com que foi praticada a agressão do deputado Cabo Campos à própria esposa. Diante dos fatos, a subcomissão responsável para apurar os fatos vai pedindo prazos para buscar informações, o que na pratica significa postergação para o protecionismo.
Com a plena convicção da impunidade, o Cabo Campos está em plena campanha em busca da reeleição e tem como argumentos de que será inocentado pela Comissão de Ética da Assembleia.
Há poucos dias o deputado foi a tribuna do legislativo estadual tecer criticas contra o parlamento municipal do município de São João do Caru, que quer investigar o prefeito Francisco Vieira, acusado de improbidades administrativas.
O Cabo Campos tem sido pregador em cultos com a presença massiva das Mulheres de Deus, tendo um deles recentemente ocorrido na sede do parlamento estadual.
