O poder econômico utilizado nas campanhas eleitorais, são os responsáveis pela corrupção deslavada que afetam as administrações públicas em estados e municípios de toda a federação. Ele corrompe e muda pela necessidade da própria subsistência, a vontade popular com a venda do voto. Com valores fixados para as campanhas para prefeitos e vereadores, a Justiça Eleitoral, acredita que conter a fúria de manipuladores, empresários, agiotase seus laranjas para vencer eleições e posteriormente se tornarem saqueadores de cofres públicas em busca dos valores que gastaram e naturalmente com correções que em muitas vezes chegam a ultrapassar mais de mil por cento.
A verdade é que hoje continuam sendo denunciados casos de corrupção em prefeituras, em que recursos destinados para a saúde, educação, transporte escolar, produção de alimentos e outros setores, são desviados para honrar compromissos de campanhas, principalmente com os agiotas.
Em São Luís, já existem sinalizações de que muitos candidatos a vereadores pretendem atacar muito forte, principalmente nas comunidades mais pobres em que o poder público é sempre ausente, enquanto outros são prepostos de empresários para que no legislativo sejamdefensores dos seus interesses, o que infelizmente é uma realidade.
Pelo que já tive conhecimento, nos municípios de Caxias e Codó, a oposição já se articula para empreender uma forte fiscalização com o apoio de advogados especializados em direito eleitoral com objetivo de fazer denuncias aos mínimos sinais de utilização do poder econômico, que inclusive sempre foram fortes em pleitos eleitorais nas duas cidades, mas existem inúmeros outros casos no Maranhão. O cerne de todo o contexto é que as eleições municipais atraem parlamentares estaduais e federais e governadores, que tratam deconstruir as suas bases futuras, daí os riscos maiores para o abuso econômico.
