Assembleia do Maranhão denuncia autor de ofensas a candidata e senadora e silencia a covarde agressão de deputado a esposa

                  aldir

O presidente e vários parlamentares da Assembleia Legislativa do Maranhão se manifestaram nas redes sociais contra um professor que se identifica pelo nome de Hilton Franco, que fez postagens com agressões bastante ofensivas contra a deputada estadual do Rio Grande do Sul, Manuela D’avila, também candidata a Presidência da República pelo PCdoB, que também estendeu palavras abomináveis contra a senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, atingindo as duas mulheres nas suas dignidades e honra.

                    As manifestações públicas dos deputados estaduais do Maranhão são bem procedentes, observando-se que as manifestações não são apenas pelo fato das agressões serem dirigidas as duas politicas, mas também por se tratarem de mulheres.

                     Infelizmente, os parlamentares maranhenses perdem legitimidade nas suas defesas as duas mulheres politicas, diante da omissão bem silenciosa que fazem em torno da agressão violenta e covarde praticada pelo deputado Cabo Campos contra a esposa Maria José Campos, que chegou a ser hospitalizada decorrente da brutalidade truculenta contra a sua pessoa pelo companheiro parlamentar. O corporativismo que fica bem evidenciado, uma vez que o deputado Cabo Campos, indiferente a tudo e a todos vem atuando na sua ação parlamentar e transita como se nada tenha ocorrido, mesmo com as denúncias feitas publicamente, jamais mereceram uma nota pública como a da Procuradoria da Mulher, no caso da concessão de liberdade pela justiça para um agressor da ex-esposa.

                      A Procuradoria da Mulher da Assembleia Legislativa do Estado chegou a se manifestar com informações de que iria pedir o afastamento por 60 dias do exercício parlamentar do deputado Cabo Campos e solicitar a instauração de procedimento contra ele na Comissão de Ética por falta de decoro parlamentar. As manifestações chegaram a merecer a atenção dos movimentos feministas e da sociedade, mas logo arrefeceram.

                        Diante dos fatos a Assembleia Legislativa do Maranhão, deve uma satisfação pública às mulheres maranhenses, diante de uma posição até então vergonhosa, em favorecer um perverso agressor da esposa e dar margem para o corporativismo exacerbado.

 

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