Aglomeração e falta de álcool gel é a realidade na fila da agência da Caixa Econômica da Deodoro

                   A iniciativa de colocarem bombeiros civis para organizar filas nas agências da Caixa Econômica Federal com a observância das distâncias recomendadas pela Organização Mundial da Saúde, a desinfecção das mãos com o álcool gel e o uso de máscaras precisa de uma fiscalização. Cheguei a presenciar o rigor dos bombeiros civis quanto às recomendações de prevenção aos riscos do covid-19, inclusive a fiscalização permanente quanto às distâncias entre as pessoas, que procuravam receber o Auxílio Emergencial e o FGTS.

Por necessidade de tratar de assuntos pessoais junto à agência da CEF da Deodoro, esta semana tive que ir ao estabelecimento bancários por três dias consecutivos e constatei a falta de álcool gel e certa negligência dos bombeiros civis, quanto a organização de filas e o não impedimentos de aglomerações no acesso a agência.

O mais dolorido para quem ver as pessoas pobres e humildes que buscam o auxilio concedido pelo Governo Federal, é que muita gente pega bastante sol com riscos à saúde, principalmente de um câncer de pele. Há uma necessidade urgente de uma melhoria dos serviços que estão sendo executados pelos bombeiros civis, principalmente pelos órgãos de fiscalização. Se existe realmente preocupação das autoridades quanto a evitar aglomerações, não há diferença, onde esteja ocorrendo, daí a necessidade urgente de um posicionamento das autoridades.

 

 

 

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