Agência Moody’s rebaixa o Maranhão e justifica a medida com críticas à gestão do Estado

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O RISCO-ESTADO
Critérios do Ministério da Fazenda mostram maioria dos governos com nota ruim nas contas públicas.

Como é calculado

A nota se baseia em um índice que computa diversos dados fiscais dos Estados, como:

> Comprometimento da receita corrente líquida com a dívida
> Gastos com pessoal em relação à receita
> Participação dos investimentos na despesa total
> Receitas tributárias em relação às despesas com custeio
> Deficit na Previdência

O que significa cada nota

 

 

A+, A e A- Excelente/muito forte/forte Quase nulo/muito baixo/baixo
B+, B e B- Forte/boa Baixo/médio
C+, C e C- Fraca/muito fraca Relevante/muito alto
D+, D e D- Desequilíbrio fiscal

 

Desde que o Brasil perdeu o grau de investimento  no ano passado – uma espécie de selo de bom pagador, as agências consideraram natural rebaixar na sequência também notas dos Estados e municípios.

Os rebaixamentos mais recentes  foram em fevereiro, quando a agência Moody’s diminuiu notas do Paraná e Maranhão, já no chamado “grau especulativo”. Ainda no mês passado, a Standard & Poor’s  rebaixou Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais. Anteriormente, o Estado do Rio de Janeiro também havia caído na nota da Fitch.

As agências justificam as medidas com criticas à gestão desses Estados e lembram a difícil situação macroeconômica do país e da queda na arrecadação. A Moddy’s argumenta que há uma relação próxima entre governo federal e Estados e municípios e que não dá notas mais altas aos Estados do que as atribuídas ao governo federal.

A nota se baseia em índice que computa diversos dados fiscais dos Estados como; Comprometimento da receita corrente liquida com a divida – Gastos com pessoal em relação a receita – Participação dos investimentos na despesa total – Receitas tributárias em relação as despesas com custeio e Deficit na Previdência.

Fonte – Folha de São Paulo

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