Uma criança feliz,
Interrogando seu pai, perguntou?
Papai, onde mora a felicidade?
Será que é numa casinha
Fincada em uma pracinha
Coberta com umas palhinhas
De cuja paz, é infinita.
II
Ou então, com toda essa candura
E fugindo das arguirás
Existentes aqui na terra?
Vale a interrogação
A paz em Deus nosso irmão
Que a paz seja infinita.
III
Por isso quanto eu crescer
Eu quero apenas viver
Esse sentimento bonito
Ao lado do Criador
Não importa quem ele for
Pois quero está ao seu lado
E viver eternamente.
IV
Eu vivo a todo instante
Questionando onde estar
Esta mulher tão bonita
Que não a posso pegar
Sentir, beijar e abraçar
Como se faz aqui na terra.
V
Será que vive no Céu
Ao lado do Criador
Me aparecendo sorrindo
Nos meus sonhos de amor.
VI
Responda-me então meu pai
Estas minhas indagações
Que assaltam minha mente
E quando ela se vai
Vai me deixando saudades.
VII
O pai ainda aflito
Com um sorriso tão bonito
Disse assim, minha filinha!
A paz é mesmo tão bonita
E vive dentro de nós
De vez em quando ela eclode
Nos fazendo porta voz.
De tudo que ela deseja
Por Deus do Céu, assim seja
Glória e paz a todos nós.
VIII
Feliz é toda Nação
Que tem a paz como lema
Desafiando tabus, ditadores e poetas
A paz, tem que ser repleta
De um pensamento maior
Que possa sobresistir
A tempestades e tormentas.
Para o êxito poder lograr.
Paz Meus queridos amores
É um jardim cheio de flores
Exalando seus odores
]No vento que vai passando
A noite que vai caindo
Que beleza incessante
Que só podemos exaltar.
X
Portanto peço agora
A nossa mãe padroeira
Que a paz seja verdadeira
Para o mundo a exaltar.
José Olívio de Sá Cardoso Rosa
advogado, poeta e escritor
