A Justiça Eleitoral e a manipulação das pesquisas

A manipulação das pesquisas eleitorais reflete a tentativa desesperada de mudança no quadro de uma realidade que é vista nos bairros e nos mais diversos locais de encontros populares. Para que se tenha uma dimensão de como os números que vêm divulgados são contrastantes é que as diferenças são absurdas entre as instituições contratadas para mostrar a tendência do eleitorado ludovicense.

                    Como a Justiça e o Ministério Público estão atentos ao combate a corrupção, principalmente no derramamento de dinheiro para a compra de votos, a estratégia que vem posta em pratica são pesquisas constantes e que destoam. Há casos em que um candidato é apresento com percentuais considerados duvidosos e em um instituto e em outro desponta com o dobro. As informações são trabalhadas junto ao eleitorado, uma vez que as tendências são de quem esteja melhor situado, ganhe adesões e exerça a função específica de mudança na preferência popular.

                   Como as pesquisas são autorizadas pela Justiça Eleitoral, entendo que necessário se faz uma melhor fiscalização, inclusive sobre as metodologias utilizadas se é que existem. Não quero incluir nestas importantes observações as entidades que trabalham com pesquisas que retratam a realidade, que infelizmente parecem distantes dos trabalhos que vêm sendo realizados em São Luís para as candidaturas a prefeito e vereador.

                    Constantemente vejo manifestações de indignação de cidadãos que entendem a proliferação de pesquisas como manipulação, e acreditam que elas acabam prejudicando os beneficiários das informações e com certeza aumentando a rejeição deles. Pode-se observar perfeitamente que as pesquisas se tornaram em instrumento de campanha e não de informação com deveria ser. Seria muito oportuno que o Ministério Público Federalinvestigasse as articulações que estão sendo postas à população e que com certeza fere princípios democráticos definidos para o pleito de 2016.

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