Os deputados da oposição e sintonia com os interesses coletivos, tentaram com argumentos e princípios emanados da lei, mas sabiam que estavam diante de uma batalha vencida pela força e o autoritarismo. Enquanto os deputados Eduardo Braide e Adriano Sarney com argumentos importantes e mostrando os efeitos do Pacote de Maldades. Do outro lado a fragilidade da base governistas era motivação para risos, diante da fragilidade e dos argumentos bem inexpressivos de alguns parlamentares.
Comentário que teria sido por um dos deputados governistas é que o Palácio dos Leões estava em sintonia com a Assembleia Legislativa, com a recomendação de que a votação fosse hoje e que ninguém da base se ausentasse do plenário para não ser interpretado como desobediência ao governador Flavio Dino.
Depois dos debates, em que muitos dos conhecidos deputados governistas que tentam se identificar e até a insinuar que defendem direitos e interesses coletivos só faltaram se esconder e se fosse permitido o voto por escrito, seria muito bom diante do desconforto. O Palácio dos Leões tinha pressa e ninguém do seu grupo de subservientes poderia falhar e nem inventar desculpa, a ordem era atropelar a oposição e aprovar mais aumento de impostos.
O governador Flavio Dino deve sancionar a Lei 239/18 e logo a população vai sentir no bolso e mais precisamente na queda do poder aquisitivo, os aumentos nos preços da gasolina, refrigerantes, energéticos, isotônicos, embarcações de recreação, óleo diesel, biodiesel e outros itens como Jetskis, rodas esportivas e drones, que atinge pouca gente com o consumo bem restrito.
Caso as decisões do governador Flavio Dino, em aumentar impostos ainda não permita ele honrar sérios compromissos, principalmente em se tratando das folhas de pagamento dos servidores da ativa e dos aposentados e pensionistas, com certeza ele não terá qualquer discernimento em impor mais carga tributária ao povo que o reelegeu, que está recebendo a gratidão e um grande e pesado presente de Papai Noel.
