Lanchonetes ambulantes que proliferam na Deodoro e ruas do Passeio e Grande colocam em risco muitas vidas

            aldir

Quando vejo ações das autoridades derrubando casebres  sob insignificantes justificativas e sem procedências legais e a apreensão de botijões de gás de revendedores que lutam em busca da subsistência, sob a séria ameaça de causar acidentes e explosões de maiores proporções, me causa uma certa dúvida. Será que os órgãos fiscalizadores não estão sendo bastante seletivos?

             O que tem de ambulantes  com botijões de gás na praça Deodoro, com ligações de energia elétrica com ramais expostos no local de trânsito de pessoas, além de outros que cozinham milho de com fogo alimentado por carvão e madeira. Garanto que pelos riscos que oferecem às pessoas, não há qualquer tipo de fiscalização.

             Na rua do Passeio, esquina com a rua Grande há uma mistura de venda de lanches e refeições  e como de pode ver, os carrinhos e um botijão de gás estão na rua e em local totalmente impróprio. Entendo que as pessoas precisam  viver e que trabalham com o improviso, em razão das autoridades municipais e estaduais não terem sensibilidade em criar politicas sociais de geração de emprego e renda com uma grande opção para o empreendedorismo, oferecendo oportunidades.

           Por inúmeras vezes já registrei aqui, que diante da séria crise politica, econômica e social  que estamos atravessando, resultando no aumento considerável da violência, o enfrentamento não pode ser feito apenas com militares, armas e viaturas, mas com politicas públicas efetivas e criatividade. Em nossa cidade e mais precisamente em todo o Maranhão, a ausência das instituições públicas nas comunidades para o exercício constitucional de garantir direitos, se constitui no fator determinante para i avanço das drogas e a predominância da criminalidade.

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