A intervenção do diretório nacional do Partido dos Trabalhadores em algumas coligações no interior do Maranhão foi computada a acordos em que envolveriam votos de senadores. A especulação não chegou a ser bem avaliada, levando-se em conta que seria muito pouco, diante da exacerbada valorização de um voto de senador, haja vista que alguns já tiveram atendidos interesses políticos, como cargos na esfera federal e pela tendência a estas alturas uma mudança seria uma situação delicada, lembrando o caso do deputado Waldir Maranhão, que por mudar de casacas acabou em desgraça.
Segundo destaque da Folha de São Paulo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria alcançado por telefone o senador Edison Lobão e tentou convencê-lo a mudar de voto, mas não conseguiu êxito, segundo o jornal, tendo Lobão registrado que o seu posicionamento politico será mantido. Posteriormente ele foi procurado pelo presidente interino e garantiu que á a favor do impeachment.
O senador Roberto Rocha não se sabe se chegou a conversar com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas esteve com o presidente interino e ratificou o seu voto a favor do impeachment.
O senador João Alberto de Souza chegou a se manifestar contra o impeachment e defendeu a permanência do seu pessoal em cargos federais e na hora do voto foi a favor do impeachment.
Apesar de até agora dois senadores do Maranhão se manifestarem a favor do impeachment, e um, não ter posicionamento claro, as expectativas e pressões dos dois lados continuam, com o favorecimento atual é pró-Temer e até lá pode mudar, mas é um difícil. A verdade é que muita água vai passar por debaixo da ponte. Para o dia da votação, as propostas e acordos dos dois lados vão fazer os olhos de muitos senadores brilharem como o do Tio Patinhas, quando vê moeda número um.