Herbert Pereira: O Betinho radialista de compromisso, ser humano solidário e fraterno, que se via nos outros

Fiquei fragilizado com o passamento do amigo e grande ser humano, Herbert de Jesus Pereira, carinhosamente conhecido por Betinho. Confesso, que já tive e contínuo tendo o privilégio em minha vida, de conhecer pessoas solidárias e fraternas com dimensão ampla das ilimitadas reservas do espírito do coração para semear o bem com ações concretas, límpidas e pueris, que me proporcionam a ter a plena visão delas como missão profética.  Betinho era uma pessoa do meu seleto grupo, desde quando o conheci mais de perto e me marcou profundamente, conhecê-lo mais de perto.

A minha grande admiração por Betinho é que ele tinha como missão servir ao seu próximo, que na sua visão e sensibilidade eram pessoas que precisavam não apenas de algo concreto, mas de palavras e mais precisamente de orientações. O seu compromisso era tão determinado, que não hesitava em recorrer a amigos e conhecidos para atender o próximo e saciar um sentimento forte interior.

Tive o privilégio de ver inúmeras ações solidárias e fraternas de Betinho. Como fazia as coisas de forma tão simples e naturais, nunca ouvi dele qualquer comentário de satisfação em ter servido ao próximo. A sua demonstração de naturalidade, inclusive de se reservar a não comentar suas ações, faziam-no na minha observação entender que Betinho tinha acima de tudo uma missão de se ver no outro e soube honrá-la com amor e dignidade e muitos exemplos.

Era um importante ser humano, um bom amigo, um excelente colega e aqui entre nós soube construir com muita determinação e compromisso, o Reino de Deus. Tenho a plena e convicta certeza de que foi recebido no Reino da Glória. As suas lembranças bem efervescentes, como a de conciliador e de manifestar preocupações com os colegas, continuarão bem vivas nos nossos corações. Betinho valeu a sua vida!

Fonte: AFD

 

José Dirceu diz que Lula disputará a reeleição e o PT precisará de 3 mandatos para fazer tudo o que pretende

O ex-presidiário José Dirceu está cada vez mais atrevido, expondo projetos arquitetados por ele. Criminoso reincidente, que deveria estar preso – assim como o outro ex-presidiário e comparsa inseparável – Dirceu já diz que quatro anos é ‘pouco’ para o projeto do PT e que essa retomada do projeto de poder do partido deve durar três mandatos consecutivos, incluindo a reeleição de Lula em 2026.

Eis o que disse:

“Penso em 12 anos, três governos, para um projeto de desenvolvimento nacional, porque o Brasil precisa fazer, em dez anos, cem anos em matéria de ciência, tecnologia e educação”, disse Dirceu, na entrevista exibida na quinta-feira 6. “Não estou pensando em um governo do PT, mas em um projeto para o país. São políticas de longo prazo que o país precisa.”

Jornal da Cidade Online

Desmatamento na Amazônia no 1º trimestre de 2023 foi o segundo maior dos últimos sete anos

No Cerrado, o período entre janeiro e março também bateu recorde de devastação, mostram dados do Ministério da Ciência e Tecnologia

Floresta Amazônica teve 844,7 quilômetros quadrados desmatados no 1º trimestre. O desmatamento na Amazônia no 1º trimestre foi o segundo maior desde 2016, quando começa a série histórica para esse período do sistema de alertas do Deter, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia. Já no Cerrado, cuja série histórica começa em 2019, o primeiro trimestre bateu recorde de devastação.

No Cerrado, 1.357,38 quilômetros quadrados foram perdidos entre janeiro e março. Já na Floresta Amazônica foram 844,7 quilômetros quadrados desmatados no mesmo período. Em março, os biomas registraram 357,68 quilômetros quadrados e 356,14 quilômetros quadrados, respectivamente, de desmatamento.

O dado de março é o terceiro mensal do Deter no governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que disse ter meta de zerar o desmate na Amazônia e combater focos de devastação do bioma, como o garimpo ilegal.]

Nos quatro anos anteriores, o governo Jair Bolsonaro (PL) foi alvo de críticas por enfraquecer os órgãos de combate aos crimes ambientais. Uma das expectativas do novo governo para aumentar a proteção é a retomada do Fundo Amazônia, programa que recebe doações de países europeus, que havia sido paralisado na gestão passada.

Os crescentes números de devastação nos dois biomas foram puxados pelas altas, principalmente, de fevereiro. Março fecha o período de muitas nuvens e chuvas, quando os valores de destruição são historicamente menores. Neste ano, porém, os dados de desmate crescentes já preocupam.

Os alertas do Deter servem para apontar as áreas mais devastadas e orientar ações de órgãos como o Ibama e o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Biodiversidade).

Proteção

Apesar do avanço do desmate na Amazônia, o bioma é o único no Braisl, com 80% de proteção conferida pelo Código Florestal. Nos demais, como o Cerrado, uma das medidas defendidas por especialistas é a análise e validação do CAR (Cadastro Ambiental Rural) feito pelo proprietário rural ou posseiro. O CAR, não validado, é usado por infratores como instrumento para tentar legitimar ocupações fundiárias irregulares e a grilagem de terras.

O ESTADÃO

Governador de Santa Catarina apela contra promoção do crime e do autor, após ataque à creche

Jorginho Mello reprova exploração indevida de crime que matou quatro crianças em Blumenau

“Não promova criminosos”, foi o apelo do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), publicado na quinta-feira (6), contra a exploração indevida do ataque brutal que matou quatro crianças, em uma creche de Blumenau, na manhã do dia (5).

O chefe do governo do estado que segue em luto oficial busca evitar que publicações em redes sociais e aplicativos de mensagens causem sentimentos de medo ou terror, promovendo o autor da covardia criminosa, na Creche Cantinho Bom Pastor. Após alertas falsos de novos ataques a unidades de ensino, que não passaram de fake news, Jorginho Mello publicou em suas redes sociais o apelo, sugerindo fontes confiáveis de informações.

“Situações como as de Blumenau, estão sendo exploradas de forma indevida nas redes sociais e em grupos de aplicativos de mensagens em geral. Infelizmente, além da tragédia que vivemos, ainda temos que lidar com esse tipo de coisa. Por isso, priorize os canais oficiais do governo, bem como os veículos que prezam por uma comunicação profissional. Não promova criminosos”, pediu Jorginho Mello.

Estímulo a novos ataques

Em nota publicada ontem, o Centro de Apoio da Infância, Juventude e Educação (CIJE) do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) orientou que em contextos como o do ataque à creche de Blumenau, a imprensa e os profissionais de comunicação devem evitar identificar o suposto autor por meio de imagens, nome e biografia. Bem como devem evitar o uso de imagens da tragédia.

“Já há estudos e extensa literatura que indicam que exposição do agressor e de imagens do ocorrido são um estímulo para novos ataques”, argumentou Fernando da Silva Comin, procurador-Geral de Justiça de Santa Catarina.

Diário do Poder

 

Lula já experimenta traição de aliados e pressão de “amigos”…Vai suportar?

Quem disse que vida de presidente é fácil? Ainda mais quando não se tem o Congresso a seu favor, não é mesmo? Assim, o Lula (PT), que conseguiu aprovar a PEC do Rombo, romper o teto de gastos da União e “mandar pro espaço” a responsabilidade fiscal graças aos integrantes do antigo Parlamento; começa a perceber que o chefe do Planalto não administra o país sozinho. O PSOL, sigla do deputado federal Guilherme Boulos, que foi flagrado recentemente falando mal do petista junto com o apresentador de TV, José Luís Datena, protocolou na Câmara, nesta quarta-feira (5), um projeto de lei que pretende diminuir o poder do presidente para nomear reitores das universidades federais.

Atualmente, o presidente do país recebe uma lista tríplice com três nomes e pode escolher qualquer um para administrar a instituição federal. Acontece que a comunidade acadêmica, formada por entidades de esquerda, sindicatos e outras parafernálias, quer obrigar o chefe do Executivo a nomear o mais votado em eleição interna e acabar de vez com a lista tríplice. Ao todo, 11 deputados do PSOL e um da Rede, Túlio Gadelha, assinaram o texto.

Além desse pepino aí, Lula também terá que “descascar outro abacaxi”. Desta vez, aliados fazem pressão nos bastidores para que ele não indique o advogado Cristiano Zanin, que atuou na defesa dele no âmbito da Operação Lava Jato, para a cadeira de Ricardo Lewandowski que fica vaga na semana que vem.

O ex-presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que é atual presidente da Comissão de Constituição e Justiça da casa, um órgão extremamente importante para aprovar as pautas do governo, tenta convencer Lula a esquecer Zanin e apontar o corregedor do CNJ e integrante do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Luis Felipe Salomão, para a vaga.

Alcolumbre, que segurou o quanto pôde a sabatina do pastor evangélico e ex-AGU, André Mendonça, no Senado, já deu mostras do que é capaz. Mas, além disso, ganhou um aliado de peso: Alexandre de Moraes, que é o atual presidente do TSE e fez fama nos últimos quatro anos perseguindo autoridades e políticos de direita e instaurando processos à revelia do Ministério Público.

Alexandre de Moraes tem lá seus motivos. Não quer perder o status de ministro mais “poderoso” do STF. Porém, isso não é tudo: Lula já ouviu os apelos de Ricardo Lewandowski para que coloque o seu “afilhado”, Manoel Carlos de Almeida Neto, na corte e até o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, deu a sua opinião e disse que, se fosse ele, optaria pelo nome de Salomão.

Atordoado com o bombardeamento de mensagens, Lula já mandou avisar aos “marinheiros”, que não tem pressa de indicar o próximo ministro. Agora sim, o ex-condenado da Lava Jato está sentindo na pele a forte pressão que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) vivenciou quando governava o país.

Lula não irá suportar. Vai cair embriagado.

Sebastião Teodoro – Jornal da Cidade Online

 

Partido Novo aciona TCU contra uso de dinheiro públicos em site do governo

Partido alega danos irreparáveis aos cofres públicos no site político

A bancada do Partido Novo na Câmara dos Deputados e Senado entrou com uma ação no Tribunal de Contas da União (TCU) contra o ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Paulo Pimenta, por suposto uso de recursos públicos no site governamental Brasil Contra Fake.

O partido pede no documento que o site seja retirado do ar o mais rápido possível por causar danos irreparáveis aos cofres públicos pelo “mau uso de verbas públicas”.

O governo federal irá gastar cerca de R$20 milhões com a publicidade do portal. Apenas na primeira fase da campanha, que durará em torno de três meses, serão gastos R$ 6 milhões dos cofres públicos. De acordo com informações da Secretaria de Comunicação Social (Secom), diz comunicado divulgado pela sigla.

“A criação, por si só, de canal de comunicação oficial do governo Federal para indicar qual notícia deve ser encarada como verdadeira ou falsa não encontra guarida no sistema constitucional brasileiro, que é regido pela liberdade de expressão e a liberdade de imprensa, revelando, com isso, desperdício de recursos humanos e de recursos públicos em atividades totalmente avessas aos próprios do Estado brasileiro”, destacou a bancada.

Os parlamentares destacam no documento que o objetivo da ação além de evitar transtornos para a economia, evite que o Estado faça igual na época da ditadura militar, quando “é tomado para si a função de indicar o que é verdade e o que é falso para construir o debate público e atender os interesses políticos da ocasião”. 

Diário do Poder

 

Ministro Camilo Santana amarelou com a pressão ideológica do PT contra a reforma do ensino

Tem explicação a constrangedora insegurança do ministro da Educação, Camilo Santana, ao anunciar nesta terça (4) a “suspensão” da lei federal da reforma do ensino médio. A amigos e assessores próximos ele confessou a angústia: é contra a revogação, mas não consegue resistir à pressão da “ala ideológica” do PT. Entidades estudantis tipo Ubes e UNE, aparelhadas por partidos de esquerda, também o pressionaram. Os ativistas exigem espaço para doutrinação ideológica.

Desmontando Temer

“Tudo é falácia”, diz um amigo de Camilo Santana, inconformado com o desmonte. “Tudo só porque foi o (Michel) Temer quem fez a reforma”, diz.

Síndrome de Estocolmo

Durante a coletiva, o ministro da Educação mostrou que de fato se entregou à pressão, passando a reproduzir mentiras da turma do atraso.

Diálogo nacional

Camilo alegou falta de “diálogo”. Lorota. Especialistas e autoridades do MEC foram a inúmeras audiências públicas nas cinco regiões do País.

Todos foram ouvidos

As audiências públicas do MEC para debater a reforma do ensino médio envolveram professores, alunos, secretários estaduais, academia.

Coluna do Claudio Humberto

 

Partidos de esquerda pedem na Justiça anistia para construtoras da Lava Jato e esquecer a corrupção

A ação dos partidos da esquerda radical – Psol, PCdoB – e o Solidariedade, no Supremo Tribunal Federal (STF), pedindo a suspensão do pagamento de compensações pelas empresas envolvidas no maior escândalo de corrupção da história republicana é um marco no processo de degeneração dos partidos políticos brasileiros. A iniciativa jurídica tenta apagar da memória o único período em que empresas corruptoras e seus dirigentes tiveram o destino normal de suspeitos comuns de ladroagem comum – a cadeia – e faz parte de campanha para recompor o cenário de impunidade anterior aos crimes do petrolão, que, por sinal, não incriminou figuras relevantes dos partidos que impetraram a ação, exceto o Solidariedade.

Há meses, lobbies das empreiteiras levantaram a possibilidade de que as empresas envolvidas pleiteariam o reembolso daquilo que pagaram pela corrupção provada em larga escala, com argumentos lógicos: todos têm de ser punidos igualmente, ou então, ninguém.

Por guinadas imprevisíveis do STF, os políticos que receberam propinas para atender interesses dos corruptores livraram-se de punições, ou, o que dá quase no mesmo, seus processos foram enviados em massa para o Tribunal Superior Eleitoral, que não têm condições mínimas de investigar e julgar em massa esses casos.

As principais empresas envolvidas no escândalo, Odebrecht, Andrade Gutierrez, OAS, Camargo Corrêa, Queiroz Galvão, Engevix concordaram em ressarcir R$ 8,1 bilhões em prestações durante um quarto de século. A J&F, holding da JBS, se comprometeu a pagar R$ 10 bilhões. Com a mudança dos ventos da Justiça, as companhias passaram a nutrir a esperança de se livrarem desse peso pecuniário.

O Supremo reviu seu entendimento em relação não só ao cabimento da prisão em segunda instância, como à jurisdição na qual o então ex-presidente Lula estava sendo julgado, após três anos para se chegar a uma conclusão trivial. A Lava-Jato chegou então a seu fim político, mas não jurídico.

É esse capítulo que, ironicamente, um grupo como o Psol, PCdoB e Solidariedade, da base governista, pretendem encerrar.

O sinal verde foi dado pelo Lula, ao afirmar que o objetivo da Lava-Jato foi orquestrado em conjunto com os EUA para destruir as melhores empresas nacionais, as construtoras, que financiaram a roubalheira do PT e de vários partidos, e que trouxeram, nessa versão fantasiosa, consequências nefastas para a economia nacional.

O PT nunca assumiu que seus membros foram corrompidos, assim como Lula jamais explicou os mimos que recebeu das mesmas empreiteiras, rés confessas.

Psol e PCdoB instigam um processo que as próprias empreiteiras não tiveram desfaçatez para deslanchar. Mas seu alvo é certeiro. A ADPF visa suspender todas as penas pecuniárias estabelecidas pelos acordos de leniência e afastar “de uma vez por todas, a hermenêutica punitivista e inconstitucional do lavajatismo”.

É pedido ao STF, que validou os acordos de leniência e lhes deu legalidade plena, que reconheça que tais acordos “foram pactuados em situação de extrema anormalidade político-jurídico-institucional, mediante situação de coação e, portanto, sob um Estado de Coisas Inconstitucional”.

Como o próprio Lula argumentou, a vítima da punição da corrupção em larga escala foi a sociedade civil que “arcou, em última instância, com o efeito cascata da quebra generalizada de companhias estratégicas para a economia brasileira”.

Os partidos querem que a ação seja relatada pelo ministro Gilmar Mendes, que impediu que Lula assumisse cargo no governo Dilma e só passou a ser inimigo visceral da Lava-Jato quando descobriu que também estava sendo investigado por procuradores da operação. De forma mais ampla, os partidos, entre eles o PT, patrocinam uma PEC com anistia de todas as irregularidades praticadas e que voltem a receber dinheiro de empresas “para quitar dívidas com fornecedores contraídas ou assumidas até agosto de 2015”, quando o financiamento empresarial foi proibido.

A iniciativa, somada à revisão que se tenta da lei das estatais, permite que se volte ao status quo ante do petrolão. Se a ação for vitoriosa, e a tese da coação passar, abre-se o caminho ao inominável: as empresas terão base legal para arguir que têm direito a receber de volta o que pagaram por corromper políticos – talvez com juros e correção monetária.

Jornal da Cidade Online

 

Ucrânia rejeita plano de Lula pelo fim da guerra com a Rússia

Lula sugeriu aos ucranianos abrirem mão em favor dos russos, o seu território da Criméia, o que foi considerado inadmissível

O porta-voz da diplomacia da Ucrânia, Oleg Nikolenko, usou as redes sociais para rejeitar o plano de paz proposto pelo presidente Lula. Lula sugeriu que os ucranianos abrissem mão da Criméia, anexada pela Rússia em 2014, em troca do fim da guerra.

Não há razão legal, política ou moral que justifique o abandono de sequer um centímetro do território ucraniano declarou Nikolenko.

Diário do Poder

 

CNN Brasil vive crise desesperadora e tenta renegociar até o “aluguel” do uso da marca

Desorientada, a CNN Brasil bate cabeça tentando achar um caminho entre equilíbrio financeiro e a busca da audiência perdida. De início, a emissora tenta reduzir o valor de R$ 60 milhões por ano pelo uso da marca ‘CNN’. O contrato dos direitos da marca CNN no Brasil tem vigência de 15 anos e com uma alta multa se for antecipado o seu fim. Ainda, segundo pessoas próximas ao negócio, dentro da CNN Brasil já avaliam diversos cenários inclusive a possibilidade de rescisão com a gigante americana.

Desde outubro de 2022, o cargo da presidência da CNN Brasil é ocupado por João Camargo, empresário conhecido no ramo de comunicação, chairman da Rádio Disney e acionista das rádios Alpha, BandNews FM, Nativa e 89 FM. Além de CEO do grupo Esfera Brasil. Porém, o proprietário é o empresário mineiro, Rubens Menin. A difícil missão do executivo na CNN é baratear os custos da operação e aumentar o faturamento. No ano passado, a CNN Brasil amargou um déficit de R$ 160 milhões e teve que dispensar 120 profissionais – um desastre total.

Até o aluguel da suntuosa sede da emissora na Av. Paulista terá de ser renegociado.

“A CNN operava com 42% de custo administrativo. Não faz sentido o núcleo do negócio ter somente 58% do investimento. Em uma construtora a relação é de 6% em administrativo e 94% no núcleo. Espero chegar a pelo menos 85% do nosso custo investido no core, que é o jornalismo”, explicou Camargo.

Falta de aviso não foi, o dono da CNN Brasil, Rubens Menin, teve a chance de se livrar do canal de notícias, mas optou em não aceitar a proposta.

A situação foi no ano passado, quando o sócio minoritário, Douglas Tavolaro, tentou comprar suas cotas da empresa. Hoje, o empresário enfrenta uma crise na emissora, com mudança de gestão, cortes de gastos e demissões em massa.

Jornal da Cidade Online