Diretora do SET diz à CPI do Transporte que empresários querem mais aumento

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga as irregularidades no transporte público da capital maranhense, conhecida como CPI do Transporte, realizou mais uma reunião na tarde desta terça-feira (08/03), na Câmara Municipal de São Luís.

Desta vez, o colegiado que apura a gestão e operação do sistema e as concessionárias do serviço realizou audiência para interrogar a presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís (SET), Jorgelle Maria Rezende Matos Freitas; e o ex-presidente da Comissão Permanente de Licitação da Prefeitura de São Luís (CPL), Mádison Leonardo Andrade Silva, responsável pelo processo licitatório das linhas em 2016.

O primeiro convidado interrogado foi Mádison Leonardo, que respondeu a questionamentos do vice-presidente da CPI, vereador Astro de Ogum (PCdoB), sobre as possíveis irregularidades no processo licitatório de 2016, que selecionou as empresas prestadoras do serviço de transporte público no Município.

Sem irregularidade

De acordo com o ex-presidente da CPL, o certame cumpriu todos os critérios técnicos. Ele alegou que não ocorreu nenhuma ilegalidade e afirmou que estaria à disposição dos vereadores para prestar todos os esclarecimentos.

“Fizemos uma licitação nacional e cumprimos critérios técnicos que a lei estabelece. Ou seja, o processo ocorreu sem nenhuma ilegalidade”, frisou.

Mádison Leonardo destacou ainda que todos os documentos relacionados ao processo licitatório foram disponibilizados no site da prefeitura para que os órgãos de controle e a própria sociedade pudessem ter acesso para eventuais auditagens e/ou análise técnica.

“A licitação foi um grande marco na história de São Luís, pois acabou com contratos precários que não tinham regras para um mecanismo que passou a dar segurança jurídica na prestação do serviço”, afirmou.

Composição da tarifa

Jorgelle Maria Rezende Matos Freitas, que é a representante dos empresários de ônibus, foi a segunda depoente e compareceu à Casa de Leis na condição de convidada para falar sobre a composição da tarifa técnica.

O vereador Álvaro Pires (PMN), relator da CPI, informou que o objetivo da comissão seria aprofundar as informações sobre estes itens que compõem a tarifa técnica, muitos dos quais, passíveis de irregularidades.

Os questionamentos dos vereadores à representante do SET embasaram a apresentação de diversos requerimentos para a apresentação de informações à CPI. Uma das proposições aprovadas ao longo das investigações, de autoria do relator do colegiado, solicita cópia dos balanços contábeis e do demonstrativo financeiro das empresas e consórcios que operam o sistema de transporte.

Em seu depoimento, Jorgelle Matos Freitas disse que o reajuste de R$ 0,20 centavos na tarifa de transporte agravou o problema, pois, segundo ela, com o aumento da passagem a prefeitura deixará de repassar ao sistema mais de R$ 2 milhões.

Preço para cobrir rombo

Ela compareceu à CPI de posse de um relatório produzido pelo SET que aponta os impactos financeiros junto aos consórcios que operam linhas na capital e revelou que para poder equilibrar o déficit no setor a passagem deveria custar R$ 4,83. Ao final do depoimento, a representante das viações afirmou que tem mês em que as empresas de ônibus escolhem se pagam salários dos rodoviários ou se compram combustíveis para fazer o sistema rodar.

“Nós estamos no caos. Podem não aceitar, mas isso é uma realidade. A tarifa de R$ 0,20 centavos vai agravar o problema, pois com o reajuste, o poder concedente [prefeitura] vai deixar de repassar mais de R$ 2 milhões em subsídios. A situação é tão crítica que tem mês em que escolhemos o que pagar: se o salário dos funcionários ou a compra de combustíveis”, afirmou.

A CPI está se aproximando de sua conclusão e os vereadores querem preparar um relatório robusto, que será encaminhado a diversas autoridades. A lei prevê que o resultado de uma CPI tem que ser analisado com prioridade no Ministério Público. E diante da quantidade de informações reunidas, os parlamentares estudam a possibilidade de acionar, inclusive, propor ao prefeito Eduardo Braide (Podemos) a anulação dos contratos.

Fonte: Assessoria da CMSL

Chefe da Petrobras, Rodolfo Landim ‘seduziu’ Bolsonaro como encantou Dilma

Antes de cair nas graças de Jair Bolsonaro e ganhar a presidência do conselho de administração da Petrobras, o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, encantou Dilma Rousseff, que ocupava o mesmo cargo quando o indicou ao ex-presidente Lula para chefiar a subsidiária BR Distribuidora. Saiu da BR para virar executivo do ex-bilionário Eike Batista, também ligado a Lula. Ambos, Eike e Lula, acabaram presos.

Mundo dá voltas

O cartola do Flamengo atuou na Petrobras por 26 anos, até se aproximar da então presidente do seu conselho de administração, Dilma Rousseff.

Patrimônio multiplicado

Landim foi atraído para a aventura de Eike Batista, quando, segundo a revista Exame, multiplicou seu patrimônio por 240 em quatro anos.

Processo milionário

Landim romperia a parceria com Eike e o processou pedindo meio bilhão de reais por descumprimento de contrato envolvendo a EBX. Landim perdeu.

Virou vidraça

Festejado pela gestão no Flamengo, Landim agora virou ‘alvo a abater’, após a indicação de Bolsonaro para presidir o conselho da Petrobras.

Coluna do Claudio Humberto

Inquérito contra Gleisi Hoffmann por corrupção está parado no STF há 4 anos

Em 2018, PF apurou que deputada, que é presidente do PT, recebeu mais de R$ 800 mil em contratos com o antigo Ministério do Planejamento

Uma investigação conduzida pela Polícia Federal sobre indícios de que a deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) cometeu crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica na época que o ex-marido dela, Paulo Bernardo, foi ministro do Planejamento, está há quatro anos sem uma solução do STF (Supremo Tribunal Federal). A deputada é presidente do PT.

Em 2018, quando Hoffmann era senadora, a corporação enviou à Corte os resultados do inquérito sobre a parlamentar, apresentando provas de que ela recebeu mais de R$ 800 mil de contratos firmados entre o Planejamento e a empresa Consist, companhia que administrava empréstimos consignados para servidores públicos federais.

Segundo a PF, o esquema teria começado quando Paulo Bernardo foi ministro da pasta, entre 2005 e 2011. De acordo com a Polícia Federal, Hoffmann teria colaborado para acobertar a fonte dos recursos do esquema e eventuais movimentações do dinheiro. As investigações da corporação fizeram parte da operação Custo Brasil, um desdobramento da Lava Jato.

O inquérito foi remetido ao STF ainda em 2018 e tramita sob segredo de justiça. No início, o caso ficou a cargo do ministro Dias Toffoli, mas ele foi retirado da relatoria do processo, que foi distribuído à ministra Cármen Lúcia. Desde então, ela recebeu manifestações da PGR (Procuradoria-Geral da República) sobre as investigações da PF, mas ainda não avaliou nenhum tipo de denúncia contra Hoffmann.

Ao R7, a assessoria de Gleisi Hoffmann respondeu que “em relação ao caso Consist, trata-se de inquérito instaurado há mais de seis anos, período em que não foi produzido nenhum indício de irregularidade por parte da deputada Gleisi Hoffmann, nem sequer foi apresentada denúncia contra ela. Diante disso, em maio de 2019 a defesa peticionou pelo arquivamento do inquérito no STF, que aguarda manifestação da PGR”.

Fonte R7

 

 

 

 

Mulheres defendem políticas públicas para demandas do pós-pandemia

De acordo com o Dieese, no 3º trimestre de 2021 a força de trabalho feminina era de 46,3 milhões, 1,1 milhão a menos do que no mesmo trimestre de 219

Sem renda, com sobrecarga nos trabalhos domésticos e mais violência em casa: essa é a realidade de muitas mulheres no contexto da pandemia de covid-19. Essas situações sempre estiveram presentes, mas se intensificaram a partir de 2020. No Dia Internacional da Mulher, comemorado hoje (8), a Agência Brasil conversou com mulheres que atuam no combate às desigualdades e no apoio às suas comunidades.

“Os seres humanos são dependentes desse trabalho de cuidado. Ele é fundamental para uma sociedade funcionar e essa ação está prioritariamente sobre responsabilidade das mulheres. Isso é algo que a sociedade deveria reconhecer e repensar”, propõe Sônia Coelho, da Sempreviva Organização Feminista (SOF). Ela explica que a sustentabilidade da vida está nas mãos de um trabalho invisível e não remunerado, feito por mulheres.

Pesquisa da SOF, realizada em 2020, mostrou que 50% das mulheres brasileiras passaram a cuidar de alguém na pandemia. O percentual é maior entre as mulheres negras, atingindo 52%. Entre as mulheres brancas, o índice é 46%. “Além de carregar o peso do trabalho de cuidar, elas sofreram impacto pela perda da renda, perda do emprego, dificuldade de acesso aos programas de proteção social”, afirma Maitê Gauto, gerente de Programas e Incidência da Oxfam Brasil.

De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos (Dieese), em boletim especial para esta data, no terceiro trimestre de 2021 a força de trabalho feminina era de 46,3 milhões, 1,1 milhão a menos do que no mesmo trimestre de 2019, quando somava 47,5 milhões. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua.

Para o Dieese, isso significa que as trabalhadoras que deixaram o mercado de trabalho durante a pandemia ainda não haviam retornado no ano passado. O número é maior pelo recorte de raça. A redução entre as negras na força de trabalho foi de 925 mil mulheres no período, enquanto as mulheres não negras corresponderam a 189 mil.

“Eu fiz algumas rodas de conversa com mulheres em comunidades, e quando a gente discutia o que mais afetou na pandemia era unanimidade a questão da renda. Aliado a isso, estava a questão da fome, que afeta fundamentalmente mulheres e crianças. Afeta toda a população, mas quando você vê, de quem é cobrada a responsabilidade de ter uma comida na panela? Se a panela estiver vazia, as crianças vão perguntar para a mãe”, afirma.

Suporte

Essa é uma realidade que a advogada Letícia Lefevre conheceu de perto. Ela é cofundadora da comunidade Crianças Especiais, que reúne 3,5 milhões de pessoas no Facebook. “A maioria é formada por mulheres – que é quem cuida. A maioria está em extrema vulnerabilidade social”, diz. Durante a pandemia, ela se dividiu no cuidado dos próprios filhos, no emprego como secretária executiva e na orientação às famílias do grupo. “Ali elas encontram acolhimento, informações, apoio.”

Para a técnica de enfermagem Anna Ferreira, o trabalho na linha de frente da covid-19 trouxe desafios adicionais. “Trabalho em um serviço de atenção domiciliar. Durante a pandemia mudou muito, não tinha mais visita de rotina. Muitas vezes a gente ia, mas já tinha que chamar o Samu [Serviço de Atendimento Móvel de Urgência]”, lembra. O medo da doença, a perda de colegas, os dias longe da família. “A gente tinha muito a preocupação de não levar o vírus para casa”, relata.

Questão coletiva

Maitê Gauto lembra que, apesar de muitos problemas estarem no ambiente doméstico, as soluções estão nas políticas públicas. “Que as mulheres tenham condições minimamente adequadas de trabalhar e buscar o próprio desenvolvimento pessoal”. E políticas públicas são parte de uma concertação nacional e coletiva que entende que é direito da mulher poder sair para trabalhar, ter um lugar onde deixar os filhos em segurança e em condições de cuidado”, defende.

Nesse sentido, Maitê destaca como fundamentais as políticas de transferência de renda. “A gente nunca pode esquecer que quem tem fome tem pressa. A fome não espera, então essas políticas são fundamentais para garantir condições mínimas de sobrevivência, dignidade, para aquelas famílias que estão em situação de maior vulnerabilidade”. Sônia concorda que, entre as medidas prioritárias de combate à desigualdade no contexto pós-pandemia, está a da renda básica.

Outras políticas também são lembradas por elas, tendo em vista que os preconceitos de gênero geram cobranças em diversos níveis para as mulheres. Entre elas as de proteção social, assistência social, educação infantil “que garantem condições para que as mulheres possam viver a sua vida, trabalhar, estar fora de casa e não ficar apenas nesse papel tradicional do cuidado e, além de tudo, sendo cobrada pelos dois lados”, destaca Maitê. 

Agência Brasil

 

“O Braide que conheci não é o que apoia rodoviários e depois manda guarda municipal prender trabalhadores,” diz Marcial Lima

O vereador Marcial Lima (Podemos) justificou, no plenário, o que motivou sua saída da liderança do governo na Câmara Municipal de São Luís, posto que ocupava desde fevereiro de 2021.

Em seu discurso, o parlamentar afirmou que sai do cargo com dever cumprido e que desde de o mês passado tinha comunicado sua decisão ao secretário municipal de Articulação, Marcio Andrade.

“Há cerca de 20 dias, aproximadamente, eu me submeti a uma cirurgia no olho direito e me encontrei dia depois com o senhor Márcio Andrade, que é o secretário de articulação do governo Braide, e disse para ele que a partir da primeira semana de março, estaria deixando a liderança do governo com a sensação de dever cumprido”, declarou.

Após explicar os motivos da saída do posto, o vereador Marcial afirmou que tomou a decisão para não jogar fora sua “digna vida de homem público”. Segundo o vereador do Podemos, ele não poderia continuar votando contra o trabalhador, mas seguiria apoiando todas as matérias que possam beneficiar a população ludovicense.

“Não posso jogar fora, minha digna vida de homem público. Eu jamais posso votar contra o trabalhador, mas seguirei apoiando todas as matérias que possam beneficiar a população ludovicense nesta Casa”, completou.

Ao encerrar seu pronunciamento, o ex-líder do governo teceu várias críticas ao prefeito Eduardo Braide (Podemos) e destacou que estava fazendo isso para trazer à tona a verdade dos fatos.

“O Braide que votei não era esse que hoje administra a prefeitura. O Braide que conheci caminhava comigo pelas feiras e mercado, mas o Braide de hoje pega megafone pela manhã, para dizer que estava com os rodoviários, mas à noite manda a Guarda Municipal prender os trabalhadores”, concluiu.

Fonte: Assessoria da CMSL

Generais reagem forte ao ataque perverso do PT contra Villas Bôas

Oficiais de alta patente do Exército não perdoaram a insanidade petista ao usar a imagem do general Eduardo Villas Bôas, em uma história em quadrinhos, em forma de deboche. No desenho, Villas Bôas aparece sentado em sua cadeira de rodas de forma satírica.

“Foi um desrespeito usar a imagem de um homem probo que, mesmo acometido por uma doença gravíssima, nunca deixou de servir o Brasil. […] Ao contrário do ladrão, tratado como herói nas tirinhas”, afirmou o general da reserva Paulo Chagas.

Outro nome bastante respeitado na caserna, o general Maynard Marques de Santa Rosa também saiu em defesa do colega de farda:

“Achei que o desenho foi humor de mau gosto e desrespeitoso, coerente com o estilo normal e debochado da crítica petista”, afirmou.

O general Luiz Eduardo Rocha Paiva, formado na mesma turma que de Villas Bôas em 73, também subiu o tom:

“Falta de humanidade típica da esquerda liderada pelo PT”, disse. E não parou por aí:

“O general Villas Bôas é um chefe militar corajoso, íntegro, patriota. […] A afronta ao General Villas Bôas não será esquecida, pois atingiu a todos cidadãos de bem, fardados ou a paisana, a quem ele tão bem simboliza”, disparou o militar.

Jornal da Cidade Online

 

MamãeFalei é alvo de mega pedido de cassação na Assembleia de São Paulo

Segundo informações do site Poder 360, pelo menos 15 deputados estaduais de São Paulo já assinaram uma representação contra o deputado Arthur do Val, o Mamãe Falei, de acordo com um levantamento realizado até a noite deste domingo (6)

O motivo do pedido é o conteúdo do áudio vazado neste final de semana, no qual o parlamentar desrespeita as mulheres Ucranianas ao dizer que elas “são fáceis porque são pobres”, além de prometer retornar ao país ‘assim que a guerra acabar’, em alusão à prática de turismo sexual, entre outras barbaridades.

Assinaram o documento que deve ser encaminhado para a Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Alesp, os deputados Jorge do Carmo, Emídio de Souza, Márcia Lia, Maurici, Paulo Fiorilo, Professora Bebel, Teonílio Barba, Luiz Fernando todos do PT (Partido dos Trabalhadores). Gil Diniz e Ricardo Madalena do PL (Partido Liberal), Leci Brandão (PCdoB), Carlos Gianazzi (PSOL), Mônica da Bancada Ativista (PSOL) e Patrícia Bezerra (PSDB).

Outros parlamentares devem assinar o pedido nesta segunda-feira, ‘engrossando ainda mais o caldo’ para o lado de Mamãe Falei.

“As declarações são graves em qualquer contexto, em qualquer país e se fosse no Brasil, enquadraria em crimes de assédio sexual.” “Na condição de Deputados e Deputadas Estaduais, queremos registrar perante este Conselho de Ética e Decoro Parlamentar nosso repúdio ao teor sexista, misógino, indigno e violento dos áudios”, diz o documento.

Arthur do Val também teria que responder a processo disciplinar movido por seu partido, o Podemos, o que levaria à sua expulsão, mas o parlamentar prometeu se desfiliar, ainda hoje, da legenda.

O deputado também foi alvo, neste final de semana, de uma nota de repúdio da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo (OAB/SP), assinada pela presidente da instituição, Patrícia Vanzonlini e pelas diretoras das comissões da Mulher Advogada, Direitos Humanos e de Diversidade Sexual e de Gênero.

Talvez, Arthur do Val tenha a dignidade de renunciar ao mandato, imediatamente, reconhecendo que não tem mais como permanecer em um cargo em que representa o povo. Evitaria uma vergonha ainda maior!

Jornal da Cidade Online

 

 

 

 

 

Ex-embaixatriz da Ucrânia no Brasil manda recado duríssimo a MamãeFalei

A brasileira Fabiana Tronenko, exposa do ex-embaixador ucraniano no Brasil, Rostyslav Tronenko, gravou, aos prantos, um vídeo em que repudia as declarações do deputado estadual paulista, Arthur do Val, também conhecido como MamãeFalei

A ex-embaixatriz diz que a atitude do parlamentar foi ridícula e cretina e diz que ele não é digno de exercer um cargo público como representante do povo:

“Eu peço que você tenha mais respeito pelas mulheres ucranianas, porque elas não são fáceis porque são pobres. São mulheres, são decentes, são pessoas honradas e você tenha respeito, seu vagabundo”.

“Fáceis são o que você pensa, fáceis é a tua moral que é baixa, seu sem vergonha. Você não tem noção do que o povo ucraniano está sofrendo, do que estamos sofrendo”.

“Você está sendo um cretino, você está sendo um safado, e Deus que livre o governo de São Paulo de ter um governador como você, porque você é uma vergonha. Respeite as mulheres e respeite as mulheres ucranianas, seu canalha”

A atitude de MamãeFalei terá maiores consequências internacionais. A primeira acaba de bater à porta!

Jornal da Cidade Online

 

Ucrânia denuncia que a Rússia bombardeia escolas e hospitais: ‘bárbaros do século 21’

Ucrânia chamou forças russas de “bárbaros do século 21.” Segundo Mykhailo Podolak, chefe do gabinete do presidente da Ucrânia, foram atingidos 202 escolas e 34 hospitais ucranianos. Guerra na Ucrânia já está no 12º dia

A Ucrânia acusa a Rússia de bombardear diversos locais com civis, como escolas, hospitais e prédios residenciais pelo país. Na avalição de Mykhailo Podolak, chefe do gabinete do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, a ofensiva das tropas russas torna o exército de Vladimir Putin os “bárbaros do século 21”.

“Bárbaros do século XXI. A Rússia danificou/destruiu 202 escolas, 34 hospitais, mais de 1500 edifícios residenciais. Mais de 900 nossos assentamentos são completamente privados de luz, água e calor. O exército russo não sabe lutar contra outros exércitos. Mas é bom em matar civis”, escreveu Podolak no Twitter.

No domingo, a Organização Mundial da Saúde falou em pelo menos quatro ataques russos contra hospitais ucranianos, além de profissionais da saúde e pacientes, que deixaram pelo menos seis mortos e 11 feridos. A guerra já está no 12º dia.

Yahoo Notícias

 

Fundão eleitoral subiu 188% e salário mínimo só 27%

O Supremo Tribunal Federal decidiu que o fundão eleitoral é imoral, mas não é inconstitucional. Assim, o Congresso tem o poder de meter a mão no bolso do cidadão e tirar o dinheiro para bancar suas campanhas. O aumento é ainda mais pornográfico quando comparado ao do salário-mínimo no mesmo período. Em 2018, o valor era de R$954 e teve alta de 27% para chegar aos atuais R$1.212, enquanto o fundão eleitoral foi de R$1,7 bilhão em 2018 e inchou 188,2% para os R$4,9 bilhões atuais.

Bolso mais vazio

Com aumento do valor das campanhas sete vezes maior, a parte do salário que vai para essa excrescência também será sete vezes maior.

Fundão hors concours

Apesar da disparada durante a pandemia, a inflação oficial (IPCA) teve alta de 25% e a bolsa subiu 34,3% em quatro anos. Nem chegam perto

Liberou geral

Para o advogado do partido Novo, Paulo Roque Khouri, o Congresso ganhou “carta branca para alterar sem critérios as leis orçamentárias”.

Origem

Criado em 2017, o fundão eleitoral foi criado pelo Congresso após o STF proibir o financiamento privado de campanhas políticas.

Coluna do Claudio Humberto