Aumentam denúncias de crime sexual mediante fraude

O crime é praticado quando o acusado confunde e engana a vítima para abusar dela. Tirar a camisinha durante o ato sexual sem o consentimento da outra pessoa é crime. Fazer falsas promessas em troca de ‘”favores sexuais” também. E essa modalidade de crime, chamada de violação sexual mediante fraude e que acontece quando alguém confunde e engana a vítima para abusar dela, vem se tornando cada vez mais audacioso e comum. O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) elevou em quase 14 vezes o número de denúncias do tipo entre 2015 e 2019. A pena é de dois a seis anos de reclusão. O número poderia ser bem maior, caso a maioria das vítimas não tivessem medo de fazer a denúncia, temendo represálias.

“Tem acontecido muito sequestro ou manipulação emocional. Muitas pessoas fazem treinamentos com promessas de estágios e capacitação profissional. E acabam vítimas desse crime, além de assédio sexual e estupro”, explica a promotora de justiça Celeste Leite dos Santos, idealizadora do Projeto Avarc (Acolhimento de Vítimas, Análise e Resolução de Conflitos). “Há ainda muito caso de coach emocional, que levou a vítima a ter aquela relação como parte do atendimento, e isso configura violação sexual mediante fraude”.

UOL Notícias

 

Caso o governo não pague a todos a prorrogação do Auxílio Emergencial pode gerar ações na justiça

A Medida Provisória 1.000/20, que autoriza a prorrogação do pagamento de mais quatro parcelas a beneficiários do auxílio emergencial, poderá ser alvo de uma enxurrada de ações judiciais. Segundo advogados, o texto da MP viola o princípio constitucional da isonomia na medida em que prorroga o pagamento do auxílio mas não garante que todos os beneficiários receberão o mesmo número de parcelas.

Segundo o Ministério da Cidadania, o benefício será prorrogado somente até dezembro — o estado de calamidade pública no país termina no dia 31 daquele mês. Com isso, somente quem recebeu a primeira parcela ainda em abril terá direito a mais quatro cotas de R$300. Os trabalhadores que começaram a receber nos meses posteriores receberão menos, pois ainda estão recebendo pagamentos antigos.

“Serão pagas até quatro parcelas do novo valor. Contudo, o benefício acaba em dezembro deste ano, ou seja, quem começou a receber o Auxílio Emergencial em abril terá direito às quatro parcelas. Quem passou a receber a partir de julho, por exemplo, terá direito a apenas uma parcela do novo benefício, que será paga no mês de dezembro.”, informou o Ministério da Cidadania.

O governo ainda não divulgou o calendário de pagamentos, mas por este critério as quatro parcelas só estariam garantidas aos beneficiários do Bolsa Família, a uma parcela dos inscritos pelo Cadastro Único do governo federal e aos trabalhadores que tiveram o benefício aprovado ainda em abril.

Para Samira Tanus Madeira, sócia do escritório Tanus Madeira Advogados associados, o texto da MP não garante o pagamento de mais quatro parcelas a todos. Segundo ela, a proposta diz que o governo só pagará os beneficiários até 31 de dezembro, o que pode levar ao pagamento de somente parte dos trabalhadores informais, desempregados e pessoas que perderam a renda na pandemia:

— Ao analisar o mandamento constitucional, percebe-se que a MP não respeitou a segurança jurídica nem a isonomia no tratamento dos cidadãos. Se houve atrasos no pagamento das parcelas, não é o beneficiário que deverá ser punido deixando de receber parte do benefício. Todos esses princípios e regras constitucionais e legais têm força normativa e se impõem aos programas do governo — avalia Madeira.

Já o advogado previdenciarista Juarez Bispo dos Santos Júnior alerta que o texto do governo pode gerar a uma série de ações na Justiça contra a União propostas por beneficiários que foram prejudicados:

— Com certeza viola o princípio da isonomia, presente na Constituição Federal, porque os cidadãos não podem receber tratamentos diferenciados. O governo não pode usar a data de abril e junho. O critério para o recebimento do auxílio é a necessidade, não a data de pagamento. Mesmo estando escrito na Medida Provisória, as pessoas podem questionar o pagamento na Justiça, caso não o recebam, através da Defensoria Pública, porque elas vão entender que fazem jus ao benefício — explica o advogado.

Texto recebeu 76 emendas

Os juristas alertam, no entanto, que os beneficiários não precisam correr, neste momento, para entrar com uma ação judicial via Defensoria Pública já que o texto da Medida Provisória está em tramitação no Congresso Nacional para ser convertido em lei. Isso significa que ele poderá ser alterado.

Desde que chegou à Câmara, no dia 3 de setembro, a MP recebeu 76 emendas com propostas para alterações. Somente o Psol propôs nove mudanças à medida, e a primeira delas para corrigir o texto e garantir que todos os beneficiários recebam as quatro parcelas adicionais do auxílio independente da data de pagamento:

— O governo muda o critério, e não fala em parcelas, mas em data de pagamento. Isso abre uma brecha e dá margem para que nem todo mundo receba as quatro cotas de prorrogação. A gente vai tentar corrigir isso mudando este trecho do texto. Quando tem uma aberração assim, normalmente há consenso da necessidade de alteração até para evitar uma grande judicialização contra o governo — afirma a deputada Sâmia Bomfim (PSOL/SP).

Questionado sobre o entendimento de advogados, o Ministério da Cidadania informou que, de acordo com o texto da Medida Provisória, “o auxílio emergencial residual será devido até 31 de dezembro de 2020, independentemente do número de parcelas recebidas.” A pasta não respondeu sobre a data de divulgação do calendário e o número de beneficiários que vão receber integralmente e aqueles que ficariam de fora do pagamento total.

Yahoo Notícias

 

Pesquisa Ibope: 72% só querem aula presencial com vacina da covid-19

A maioria (72%) dos entrevistados em levantamento do Ibope só quer que as aulas presenciais sejam retomadas quanto uma vacina contra a covid-19 estiver disponível. A pesquisa foi contratada pelo jornal O Globo, que divulgou os dados nesta 2ª feira (7.set.2020). Foram entrevistados 2.626 brasileiros com mais de 18 anos e das classes A, B e C, de 21 a 31 de agosto, por meio do painel de internautas do Ibope. A amostragem representa 70% da população. A margem de erro é de 02 pontos percentuais. O nível de confiança do levantamento é de 95%.

Parte inferior do formulário

Os entrevistados tiveram que reagir à pergunta: “O retorno dos alunos à sala de aula deveria ocorrer somente quando houver uma vacina“. O levantamento mostra que:

  • 54% concordam totalmente com a afirmação;
  • 18% concordam parcialmente;
  • 12% não concordam, nem discordam;
  • 7% discordam parcialmente;
  • 6% discordam completamente;
  • 3% não souberam responder.

A região sul é a que mais apresenta resistência ao retorno das aulas presenciais: 77% concordam com a afirmação. Entre as capitais, Rio de Janeiro (74%) e São Paulo (71%) são as que mais concordam com a volta às aulas estar condicionada à disponibilidade da vacina.

O Rio de Janeiro autorizou as escolas privadas a retomarem as aulas a partir de 14 de setembro e a rede pública estadual, a partir de 5 de outubro. A retomada de aulas presenciais no Estado de São Paulo foi adiada de 8 de setembro para 7 de outubro.

Pesquisa do PoderData, divisão de estudos estatísticos do Poder360, de 10 de agosto já mostrava que 76% dos brasileiros desaprovam a volta às aulas presenciais neste momento. Só 19% acham que é hora de reabrir as escolas. Outros 5% não souberam responder. No caso dessa pesquisa, a amostra representa toda a população brasileira, com margem de erro de 2 pontos percentuais.

De acordo com o levantamento, as mulheres são as que mais discordam da volta às aulas: 78% dizem que não é a hora. A proporção cai para 74% entre os homens.

O Globo e PoderData

 

Deputada pastora Flordelis atraía frequentadores da sua igreja para fazer sexo, revela testemunha

A pastora Flordelis dos Santos de Souza foi acusada por um antigo frequentador de sua igreja de atrair fiéis para manter relações sexuais com eles. O homem de 48 anos, morador da favela do Jacarezinho, na Zona Norte do Rio, prestou depoimento na Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG) durante as investigações da morte do pastor Anderson do Carmo e fez novas revelações à polícia sobre a vida da parlamentar.

O homem contou aos investigadores que era “obreiro” da igreja na época em que ela funcionava no bairro do Rocha, na Zona Norte, e também frequentava a casa de Flordelis. Segundo o depoimento, depois de um tempo convivendo com a família, ele passou a perceber o que chamou de atividade incomum, “na qual pessoas que frequentavam os cultos eram atraídas para a casa” para se relacionar sexualmente com a pastora e deputada. Na época, Flordelis e o pastor Anderson já eram casados.

A testemunha cita um casal como exemplo e diz que o homem fez sexo com a deputada. “O próprio declarante acredita ter sido atraído inicialmente com esse propósito” , diz o depoimento do homem, ao qual o GLOBO teve acesso. Ele relata ter sido seduzido por Flordelis em duas ocasiões, mas nega que tenha mantido relações sexuais com ela.

O homem descreveu que numa ocasião, durante uma viagem para uma reunião de pastores, foi convencido por Anderson a ficar no mesmo quarto do que Flordelis. Segundo a testemunha, a pastora se “insinuou sutilmente para ele”. O homem relembra ainda outra situação, ocorrida durante um retiro espiritual, na qual Flordelis afirmou que teve uma visão de que ele amava mais sua própria mulher do que ela o amava. A partir de então, ele afirma ter começado a se afastar da família.

Procurada pelo Globo, Flordelis negou as acusações feitas pela testemunha de que atrairia fieis para ter relações sexuais com ela. Que ele (testemunha) prove isso. É mentira. Isso nunca existiu — alega.

Pastora queria ser venerada

No fim de seu depoimento, a testemunha frisou para os policiais que a percepção que tem atualmente é de que, na realidade, Flordelis e sua família participam de uma seita, que tem aparência de congregação religiosa, mas que em nada tem relação com “aquilo escrito na Bíblia”. A testemunha afirmou ter certeza de que “as práticas dessa família são de envolver e manipular psicologicamente as pessoas mais próximas de forma sutil”.

O homem também deu detalhes da personalidade de Flordelis. Segundo ele, a pastora sempre deixava claro que era o “centro das honras da família”, que deveria ser venerada, e suas ordens, respeitadas. “Ela dizia que exigia respeito de todos, inclusive de Anderson, sendo que, caso fosse desrespeitada, bateria em quem quer que fosse”, disse o homem à polícia. A testemunha revelou ainda ter presenciado uma reunião na qual de forma muito sutil foi colocado em pauta um plano para “eliminar” um pastor que estava atrapalhando a igreja de Flordelis. O homem, no entanto, não detalha se algo chegou a ser executado.

A testemunha relatou ainda à DHNSG detalhes sobre a família que os investigadores já conheciam, como o tratamento desigual entre os filhos e a existência de um núcleo na casa que era mais próximo de Flordelis. O homem contou ainda à polícia que durante o tempo que frequentou a casa soube que, antes de começar a se relacionar com Flordelis, Anderson namorou uma de suas filhas biológicas, Simone.

Flordelis é acusada de ser mandante da morte do pastor Anderson do Carmo. Sete filhos e uma neta da deputada também são acusados de envolvimento no assassinato, entre elas a própria Simone. Todos estão presos, à exceção de Flordelis, que possui imunidade parlamentar e, por isso, só poderia ser capturada em flagrante e por crime inafiançável.

Yahoo Notícias

 

IPEA aponta que o custo do abandono escolar por cada jovem é de R$ 372 mil

Com base em informações apresentadas por organismos internacionais e brasileiros, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou um levantamento com recomendações sobre o retorno às aulas no período da pandemia provocada pelo novo coronavírus. O objetivo do estudo é auxiliar gestores da educação que planejam a retomada das atividades presenciais nas escolas do Brasil.

“As principais recomendações estão no sentido do distanciamento social, o que vai requerer um menor número de alunos em sala de aula e, por consequência, a instituição do ensino híbrido, com uma parte dos alunos em sala e outra em casa. Ressalta-se também a importância da etiqueta respiratória, higiene das mãos, uso de máscaras, sanitização dos ambientes escolares, organização do horário de chegada, dos recreios e da saída, para evitar aglomerações”, explica o autor do levantamento, Luis Cláudio Kubota, pesquisador do Ipea.

Denominado Levantamento das Recomendações para a Volta às Aulas em Tempos de Covid-19, o compilado de dicas destaca informações do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), que indicam que “o fechamento das escolas decorrente da pandemia de Covid-19 representa um risco sem precedentes para a educação, a proteção e o bem-estar das crianças”.

“Existe uma grande preocupação de que o fechamento das escolas possa causar um aumento da evasão dos alunos. Só teremos uma dimensão desse problema quando houver a reabertura. Mas, o que pode ser feito preventivamente é acompanhar o quanto os alunos estão participando das aulas remotas. Se o aluno não participa dessas atividades, deve-se ligar a luz amarela, de atenção, e identificar por que isso ocorre”, opina Kubota

O economista lembra também que os impactos negativos do fechamento das escolas incluem ainda questões como a falta de acesso à alimentação oferecida pelas instituições e ao suporte psicossocial, além da ansiedade causada pela ausência de rotina escolar e de interação com colegas estudantes.

Ainda de acordo com o levantamento, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) desenvolveram um manual de biossegurança para auxiliar as instituições de ensino do país na retomada das atividades. Neste documento, a sugestão é de que a reabertura ocorra apenas quando houver a redução sustentada do número de novos casos da Covid-19.

O entendimento é compartilhado pela Infectologista Joana D’arc, quando ela defende que o retorno às atividades presenciais no ambiente escolar só será, de fato, seguro, com uma baixa nos indicadores de casos da doença causada pelo novo coronavírus.

“Eu acredito que o risco de adoecimento e de piora do sistema público e do número de infectados vai aumentar significativamente. A gente sabe que é ruim a questão de as crianças e os adolescentes não estarem na escola, mas, infelizmente, retornar com os números ainda elevados é muito grave”, pontua.

Entre outras recomendações, a Fiocruz orienta sobre a adequação de procedimentos para higienização e desinfecção de todas áreas do espaço escolar; a destinação de uma área específica para o isolamento dos casos suspeitos da Covid-19 e a formação de equipe de trabalho para acompanhamento pedagógico e psicossocial para a comunidade escolar.

Desistência

Uma pesquisa coordenada pelo Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) revela que 24% dos estudantes entrevistados, com idade entre 15 e18 anos, disseram que já pensaram em não voltar à escola após o isolamento social. A pesquisa ouviu com 24.161 jovens.

Informações divulgadas pelo Ipea, apontam que, no Brasil, o custo do abandono escolar corresponde a R$ 372 mil por jovem, o que representa R$ 214 bilhões ao ano. Segundo Luis Cláudio Kubota, o país tem a oportunidade de aprender com as experiências de outras nações e as recomendações de organismos internacionais, minimizando, na medida do possível, os efeitos do período de fechamento das escolas.

“No entanto, é importante lembrar que o Brasil é um país continental extremamente desigual, onde o acesso à rede de água tratada e esgoto varia assim como o acesso à internet e, claro, essas diferenças estão associadas a uma má distribuição de renda que torna a questão da abertura ainda mais complexa”, avalia.

Brasil 61

 

Não durou 15 dias o serviço da Caema e água voltou a ser desperdiçada na rua Arimateia Cisne no Monte Castelo

Não sei se é administração altamente deficiente ou irresponsável, ou ainda a existência de algum esquema para desvio de recursos públicos. A verdade é que serviços executados pela Caema para efetuar reparos em serviços de águas e esgotos, que proliferam pela cidade, as obras são altamente deficientes e geralmente são feitas por sucessivas vezes. A grande desconfiança de moradores de áreas em surgem os problemas, é que fica bem claro a existência de práticas criminosas que acabam por desviar recursos de impostos pagos pela população.

Em menos de 15 dias, um serviço de reparo de vazamento e naturalmente o desperdício de água potável tão necessária para milhares de consumidores de São Luís, voltou a ocorrer e agora com mais intensidade. A indignação dos moradores das artérias é fica bem evidente de que algo está errado na execução das obras. Existem locais em nossa capital em que é o problema é constante e mesmo com as denúncias, não há providências por parte do poder público e o Ministério Público, muitas vezes contundente para problemas de menor importância é indiferente para o dinheiro público que deve estar beneficiando alguém.

Fato idêntico está ocorrendo na rua Antonio Raiol, nas imediações do Mercado Central. Um vazamento de água resultou na abertura de uma vala, que dificultou por mais de 04 meses o trânsito de veículos no local. Depois de muitas cobranças e denúncias, a Caema decidiu efetuar o reparo de grande dimensão. Chegou a interditar a rua e máquinas pedadas foram deslocadas para o local para a conclusão da obra. Com menos de um mês, o problema retornou no mesmo local e o desperdício de água não é diário, em razão do racionamento em que o abastecimento é feito em dias alternados.  A prática vergonhosa da Caema precisa de um basta, uma vez que tudo leva a crer, é desvio de dinheiro público e com interessados dentro do contexto.

INSS começa a notificar 1,7 milhão de beneficiários com irregularidades no pente-fino

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começa a notificar, nesta semana, 1,7 milhão de segurados da autarquia que tiveram seus benefícios revisados administrativamente no pente-fino e apresentaram algum tipo de indício de irregularidade. Para essas pessoas, após procedimento, foi verificada a necessidade de reavaliação dos documentos que embasaram a concessão do benefício. No estado do Rio, serão enviadas 175.375 cartas de cumprimento de exigência, em menor número correspondências chegarão a segurados de todo o país, em que foi identificada a irregularidade.

Após o recebimento da carta, os beneficiários terão 60 dias para enviar a documentação solicitada, preferencialmente pelo Meu INSS. Caso o segurado não consiga fazer o envio da documentação pelo site ou aplicativo, a recomendação é para agendar o cumprimento destas exigências em uma agência do INSS próxima da residência. O segurado notificado que não apresentar a documentação no prazo de 60 dias poderá ter o benefício suspenso. E, após 30 dias da suspensão, se o beneficiário não fizer os procedimentos anteriormente citados, terá o benefício bloqueado.

O INSS também firmou parceria com os Correios para disponibilizar a carta de exigência de forma online no aplicativo dos Correios, serviço chamado de ‘Entrega Digital’. A solução amplia o acesso dos segurados às cartas e notificações oficiais enviadas pelo INSS. As cartas em formato digital estarão disponíveis na seção ‘Minhas Mensagens’ do aplicativo. Esta alternativa multicanal permite aos destinatários terem acesso às correspondências, mesmo diante de situações que impossibilitam a entrega da carta física, como endereço desatualizado.

Para o presidente do INSS, Leonardo Rolim, a parceria deverá agilizar a comunicação com o público-alvo do Instituto e assim, tornar mais célebre os trâmites de regularização e concessão de benefícios.

“A parceria com os Correios nos possibilitará uma comunicação efetiva com o beneficiário, especialmente com a disponibilização da carta em meio digital. Desta forma, o INSS espera receber com mais celeridade as documentações exigidas na carta de exigência, o que possibilitará uma resposta mais rápida ao cidadão e, consequentemente, a diminuição de possíveis fraudes e pagamentos indevidos”.

O presidente dos Correios, Floriano Peixoto, destaca que a empresa está comprometida em levar à sociedade as inovações digitais que se fazem necessárias para a evolução dos serviços públicos. “Especialmente em meio a esse momento de pandemia, o Entrega Digital vem simplificar a vida do cidadão, oferecendo a inovação que os novos tempos exigem”.

Como entregar os documentos pelo Meu INSS

1) Efetue o login no Meu INSS

2) Após acessar o sistema, solicite o serviço ‘Atualização de Dados de Benefício’, anexando cópia digitalizada dos seguintes documentos do titular do benefício, do procurador ou representante legal, se houver: CPF, RG, certidão de nascimento ou casamento, Titulo de Eleitor, Carteira de Trabalho e Previdência Social – CTPS, objetivando demonstrar a regularidade da manutenção do benefício.

Para efetuar o agendamento basta ligar para o telefone 135 e escolher a opção ‘Entrega de Documentos por Convocação’. O INSS não receberá o cumprimento de exigências sem agendamento prévio.

Como acessar o aplicativo dos Correios

1) Após baixar o aplicativo Correios no smartphone, é necessário fazer um breve cadastro. Para isso, basta digitar o CPF, incluir mais algumas informações pessoais e criar uma senha. A tela principal traz vários serviços como “Rastreamento de Objetos” e ‘Busca Agência’.

2) Em ‘Minhas Mensagens’, o usuário acessa a sua própria caixa de correspondência digital, na qual poderá verificar se foi notificado pelo INSS para entrega de documentação.

3) Esta funcionalidade já está disponível no aplicativo Correios em dispositivos Android e, em breve, também em sistema IOS.

Yahoo Notícias

Senador Weverton Rocha (PDT) defende a PEC da reeleição e o continuísmo do DEM no Congresso

Começou a tramitar no Senado a proposta de emenda à Constituição (PEC) que permite a reeleição de presidentes das Casas do Congresso, dando espaço para a recondução de Davi Alcolumbre (DEM-AP) e Rodrigo Maia (DEM-RJ) em 2021. Encabeçada pela senadora Rose de Freitas (Podemos-ES), a proposta reuniu o número mínimo de assinaturas dois dias depois de ser anunciada em Plenário.

A apresentação da proposta deve levar à expulsão da senadora Rosa pelo Podemos, dado que o partido fechou questão contra a reeleição, por entender que uma alteração na Constituição neste momento é casuística e atenta contra a alternância de poder. Insatisfeito com a presidência de Davi, o partido visa lançar nome próprio para a sucessão no pleito interno que será realizado em fevereiro do ano que vem.

Para que uma PEC comece a tramitar, são necessárias assinaturas de 1/3 dos senadores, ou seja, 27 assinaturas. Veja a lista dos signatários e acesse os perfis dos senadores no Radar do Congresso, ferramenta do Congresso em Foco que permite acompanhar a atuação dos representantes no Congresso Nacional:

  1. Rose de Freitas (Podemos-ES)
  2. Telmário Mota (Pros-RR)
  3. Antonio Anastasia (PSD-MG)
  4. Wellington Fagundes (PL-MT)
  5. Nelsinho Trad (PSD-MS)
  6. Marcelo Castro (MDB-PI)
  7. Jayme Campos (DEM-MT)
  8. Carlos Fávaro (PSD-MT)
  9. Marcos Rogério (DEM-RO)
  10. Omar Aziz (PSD-AM)
  11. Fabiano Contarato (Rede-ES)
  12. Rodrigo Pacheco (DEM-MG)
  13. Chico Rodrigues (DEM-RR)
  14. Lucas Barreto (PSD-AP)
  15. Ciro Nogueira (PP-PI)
  16. Carlos Viana (PSD-MG)
  17. Kátia Abreu (PP-TO)
  18. Zequinha Marinho (PSC-PA)
  19. Maria do Carmo Alves (DEM-SE)
  20. Elmano Férrer (PODEMOS-PI)
  21. Marcio Bittar (MDB-AC)
  22. Weverton (PDT-MA)
  23. Acir Gurgacz (PDT-RO)
  24. Vanderlan Cardoso (PSD-GO)
  25. Irajá (PSD-TO)
  26. Eduardo Gomes (MDB-TO)
  27. Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE)

Para ser aprovada, a PEC precisa dos votos de 49 senadores e 308 deputados, em dois turnos de votação em cada Casa. Na Câmara, a disputa está mais acirrada, dado que há pelo menos uma dúzia de nomes colocados para disputar a sucessão de Maia.

Congresso em Foco

Toffoli defende reforma administrativa e redução de salários de juízes, promotores e defensores públicos

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, afirmou nesta sexta-feira, 4, que é a favor da redução do salário de juízes, defensores públicos e promotores em carreira inicial. Na quinta-feira, 03, o governo de Jair Bolsonaro entregou a reforma administrativa ao Congresso. No entanto, excluiu os juízes das mudanças propostas.

Porém, Toffoli defendeu a aprovação de uma reforma do serviço público que preveja maior disparidade salarial entre magistrados de diferentes instâncias a fim de estimular os profissionais a melhorar o desempenho e objetivar reajustes ao decorrer da carreira. Ele realizou a declaração em coletiva de balanço da sua gestão à frente do STF e do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). Toffoli deixará o posto no próximo dia 10, e dará espaço ao ministro Luiz Fux no comando do Supremo.

O salário dos integrantes do STF atualmente é o parâmetro para o vencimento dos juízes. Os ministros de tribunais superiores possuem remuneração equivalente a 95% em relação à do Supremo; desembargadores federais ganham 90% e estaduais 90,25%; juízes de primeiro grau recebem entre 80% e 85% do subsídio do STF. Logo, para Toffoli, essa determinação deixou todos com salários igualitários, o que não é adequado para ele.

“O que é necessário e já defendi publicamente é criar novas fases anteriores no início da carreira de magistrados, mas também de Ministério Público, defensores públicos, com subsídios menores até pra ter incentivo na promoção da carreira”, disse ele. Para o ministro qualquer mudança nesse sentido só poderia valer daqui em diante e não poderia afetar quem já ingressou no serviço público.

O ministro também fez uma defesa do atual salário dos ministros do STF, fixado em R$ 39,2 mil, e disse que o montante representa uma perda de 40% no valor de compra real do subsídio em relação a 2009. Além disso, o ministro também lembrou que ficou vencido ao votar no plenário da corte a favor do trecho da Lei de Responsabilidade Fiscal que previa o congelamento e corte salarial para casos de gestores que extrapolam o limite de gastos com pessoal.

“Eu acho e defendo que o Estado brasileiro, e aí não é governo A, B ou C, não é Congresso de hoje, de ontem ou de amanhã, tem todo direito de discutir esse tema e estabelecer parâmetros que sejam importantes para que o Estado possa ter atuação orçamentária que não privilegie segmentos e possa atender os mais vulneráveis”, disse.

Toffoli destacou a decisão do STF de eliminar o auxílio-moradia e comentou o trabalho à frente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para coibir salários que fugissem das normas legais.

Ascom CNJ                                              

 

Repercute encontro de Eduardo Braide e Cézar Bombeiro com os feirantes da Liberdade

Repercutiu positivamente a visita que o deputado federal Eduardo Braide, pré-candidato a prefeito de São Luís e o vereador Cézar Bombeiro fizeram aos feirantes do mercado do bairro da Liberdade. Trata-se de um centro de abastecimento de referência para  vários bairros de nossa capital, não apenas das áreas próximas, mas de inúmeras outras.

Os feirantes revelaram para Eduardo Braide, que Cézar Bombeiro teve aprovado pela Câmara Municipal projeto de lei, que obriga a prefeitura de São Luís a manter serviços de higiene básica nas feiras e mercados da capital, além da presença de equipes sanitárias como  prevenção ao covid-19, mas infelizmente a prefeitura não cumpre com as leis aprovadas pelo legislativo. Nós sabemos, em razão de que o vereador sempre procura nos dar satisfação e nos manter informados das suas ações. Salientaram que outra Lei de autoria de Cézar Bombeiro, que estabelece internet wifi nas feiras e mercados, infelizmente não são respeitados pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior.

As lideranças mostraram para Braide e Cézar Bombeiro, o considerável número de boxes que estão fechados, o que deu origem a que fiscais da Semapa negociarem inúmeros deles. Mesmo diante da prática de crimes, os infratores foram transferidos para outras feiras e mercados e muita gente está prejudicada. Destacaram que há necessidade de uma maior diversificação na comercialização e convencer as pessoas que têm bancas nas ruas, que venham para dentro do mercado com locais definidos para trabalhar. Falta ao mercado do bairro da Liberdade, uma maior atenção por parte do poder público, exemplificando que nada dos projetos de lei aprovados na Câmara Municipal por parte do vereador Cézar Bombeiro, que se constitui desrespeito ao povo. Não esconderam que as suas aspirações estão concentradas em ver Eduardo Braide como prefeito de São Luís para uma melhoria consideravel  não apenas o mercado da Liberdade, mas todas as feiras e mercados de São Luís, onde milhares de feirantes com a dedicação, o suor e a luta conseguem retirar o pão de cada dia.

Eduardo Braide, disse aos feirantes, que ele conhece a luta, o sofrimento e as aspirações de todos eles, que enfrentam dificuldades para sustentar as suas famílias. Tenho um importante projeto de socialização, apoio e valorização dos feirantes e tenho discutido inúmeras questões com a minha equipe e com o vereador Cézar Bombeiro, afirmou Braide.

Cézar Bombeiro que é uma presença constante no mercado, na ocasião foi convidado para participar de uma reunião com a categoria para ouvir de todos, sugestões de diversas ordens a serem encaminhas a Eduardo Braide.