Na carta de Trump a Lula, cita tarifa de 50% aos produtos exportados aos EUA e a perseguição do STF a Bolsonaro

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, oficializou a aplicação de uma tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros exportados para o território norte-americano. Em carta dirigida ao petista Lula e divulgada publicamente, Trump justificou a decisão com duras críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao tratamento dado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Trump classificou como “vergonhosa” a condução do julgamento de Bolsonaro e afirmou que o ex-presidente brasileiro foi um líder “altamente respeitado” internacionalmente durante seu mandato.

“Esse julgamento não deveria estar acontecendo. É uma caça às bruxas que deve acabar IMEDIATAMENTE!”, escreveu o republicano.

Além das críticas políticas, o presidente americano também acusou o STF de violar princípios fundamentais da liberdade de expressão ao emitir, segundo ele, “centenas de ordens de censura SECRETAS e ILEGAIS” contra plataformas de mídia social dos Estados Unidos. Ele alegou que essas ações ameaçam empresas com multas milionárias e até mesmo com a expulsão do mercado brasileiro.

O republicano também afirmou que os EUA devem se afastar do que chamou de uma “relação comercial longa e muito injusta” com o Brasil, marcada por tarifas e barreiras não-reciprocadas. “Nosso relacionamento tem sido, infelizmente, longe de ser recíproco”, declarou.

Jornal da Cidade Online

Técnico Carlo Ancelotti é condenado a um ano de prisão e multa de 400 mil euros por fraude fiscal na Espanha

O técnico da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, foi condenado nesta quarta-feira (9) a um ano de prisão por suposta fraude fiscal na Espanha. Ele teria sofrido também uma multa de quase 400 mil euros, cerca de R$ 2,4 milhões, pelo câmbio atual. O treinador e a CBF ainda não se manifestaram sobre a decisão judicial.

Ancelotti teria cometido o crime contra o Tesouro Público espanhol no ano fiscal de 2014. Ele também foi julgado por denúncia semelhante para o ano fiscal de 2015, mas foi absolvido. O italiano foi acusado de ter fraudado o erário em pouco mais de 1 milhão de euros (1.062.079) nos exercícios fiscais de 2014 (386.361 euros) e 2015 (675.718 euros).

O julgamento foi realizado nos dias 2 e 3 de abril no Tribunal de Madri. Na ocasião, o treinador alegou que nunca pensou em fraudar o Fisco e que fez o que o Real Madrid e seus assessores lhe disseram. Seus advogados pediram sua absolvição no caso. “Para mim, tudo estava em ordem. Nunca pensei em cometer fraude”, afirmou Ancelotti, no início de abril, durante o julgamento.

Jornal da Cidade Online

As novas exigências dos ministros do STF a Lula

Escolher os próximos juízes de QUALQUER CORTE do Brasil, não é mais uma prerrogativa do Presidente da República e sim de quem o colocou (e o mantém) no seu cargo. No corpo da matéria da Folha, que diz ter conversado com ministros do STF, há um detalhe interessante: eles exigem que outros interlocutores representem o governo nas negociações, praticamente descartando Jorge Messias e “sugerindo” Alckmin e Lewandowski para a missão.

É um poder absurdo nas mãos de poucas pessoas que trabalham por interesse próprio, mas para os petistas está tudo normal, há equilíbrio entre os poderes e o problema é o Congresso Nacional que não deixa Lula trabalhar.

Raquel Brugnera

Pós Graduanda em Comunicação Eleitoral, Estratégia e Marketing Político – Universidade Estácio de Sá 

Disputa sobre IOF em meio a rombo fiscal preocupa o setor produtivo

Economistas apontam distorções no uso de imposto regulatório como ferramenta de arrecadação; empresários reclamam de insegurança jurídica e alta de custos. O vai e vem em torno do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) acendeu o sinal de alerta entre empresários e economistas, preocupados com os reflexos da medida sobre o setor produtivo. Em junho, o governo federal editou um decreto elevando a alíquota do IOF nas transferências internacionais, com o objetivo de reforçar a arrecadação diante do avanço das despesas públicas. A proposta, no entanto, foi barrada pelo Congresso Nacional, que argumentou que a elevação da carga tributária por meio de decreto fere a competência do Legislativo.

Em resposta, o governo recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF), defendendo que a medida está amparada na legislação vigente. A disputa política e jurídica se desenrola em um cenário de crescente desequilíbrio fiscal. Segundo a plataforma Gasto Brasil, que monitora as contas públicas em tempo real, os gastos dos entes federativos — Governo Federal, Estados, Distrito Federal e Municípios – já superam R$ 2,7 trilhões neste ano, enquanto a arrecadação federal gira em torno de R$ 2,05 trilhões. O descompasso pressiona os juros, eleva o risco-país e desestimula novos investimentos.

IOF: imposto regulatório usado como ferramenta fiscal

Para o economista e pesquisador da Unicamp Sillas Sousa, o uso do IOF como mecanismo de arrecadação é um sintoma das limitações fiscais e políticas enfrentadas pelo governo. “Temos dois tipos de impostos: os que são feitos para arrecadar, como o ICMS e o Imposto de Renda; e os impostos que são feitos para regular, que é o caso do IOF. A lógica do IOF é a mesma do imposto sobre cigarro ou bebida: não é apenas para arrecadar, mas para desestimular determinado comportamento econômico.”

Sousa destaca, no entanto, que a tentativa de aplicar esse imposto de forma fiscal tem distorções. “O governo quer diminuir a remessa de dólares para o exterior, então ele aumenta o IOF sobre essas operações. Mas, como está com dificuldade de aprovar novas fontes de receita no Congresso, recorre a impostos que podem alterar por decreto”, afirma. “Existe uma legitimidade do ponto de vista econômico na tentativa de aumentar a arrecadação, porque o governo está gastando mais do que arrecada. Mas isso tem um custo político e econômico alto.” O professor também faz um alerta sobre os efeitos regressivos dessa estratégia. “O problema é que esse imposto incide em cascata e pune muito o pequeno investidor. Ele não tem acesso ao crédito subsidiado do BNDES. Ele usa o crédito rotativo, o que estiver disponível — e o IOF, em cima disso, faz um estrago.”

Instabilidade nas regras: “desafio enorme”

A crítica ao impacto da instabilidade tributária é compartilhada por representantes do setor produtivo. O vice-presidente jurídico da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), Anderson Trautman, aponta a insegurança jurídica como um entrave direto à competitividade. “Estamos num momento de dificuldade de equilíbrio fiscal. O governo vem buscar alternativas que têm surpreendido o setor produtivo. Com essa carência de segurança jurídica e a perspectiva de elevação de carga tributária, o desafio é enorme”, afirma. Segundo ele, o ajuste das contas públicas deveria priorizar a redução das despesas, por meio da reforma administrativa. “O enfrentamento do déficit fiscal deveria vir pelo lado da despesa, com uma redução do custo da máquina pública federal — e não pelo aumento de receitas.”

O presidente da CACB, Alfredo Cotait, reforça a preocupação ao relacionar os gastos em alta com a instabilidade macroeconômica. “Enquanto vemos uma arrecadação até hoje de R$ 2,05 trilhões, o Gasto Brasil mostra R$ 2,7 trilhões — o que gera juros altos e um ambiente instável de negócios”, diz. Para Sillas Sousa, além do impacto imediato sobre o crédito, o maior problema está na previsibilidade. “Quando o governo começa a aumentar esse tipo de imposto aleatoriamente, você prejudica o horizonte. O empresário olha pra frente e não sabe se pode investir no curto prazo, porque não sabe se o governo vai mudar a regra no meio do jogo. Essa instabilidade piora muito o ambiente de negócios e isso tem impacto no nível de emprego e na geração de riqueza.” Segundo o pesquisador, apesar da tentativa do governo de reforçar a arrecadação, o custo desse movimento tende a se refletir justamente nos segmentos que o Executivo declara querer proteger. “Essa é a crítica justa que se faz ao governo: ele faz um discurso de quem está ajudando os pobres, mas na prática está onerando, e não é pouco, os mais pobres.”

BRASIL 61

 

Roberto Campos Neto, ex-presidente do BC critica o IOF: ‘Encarece a cadeia produtiva e muito ruim para os pobres’

O ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, criticou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) neste domingo (6). Segundo Campos Neto, o imposto não é um tributo direcionado aos ricos, como muitos acreditam, e seu aumento encarece toda a cadeia produtiva, prejudicando especialmente os mais pobres.

“Não é verdade que [o IOF] seja um imposto para ricos. Isso não resiste a uma conta simples do aumento no custo para uma operação de crédito pequena. Impacta toda a cadeia e encarece e distorce o processo produtivo”, afirmou em entrevista à Folha de São Paulo.

Campos Neto classificou o IOF como “um imposto muito ruim” e reforçou que o impacto do aumento não se limita às classes mais altas. “Não se pode dizer que o encarecimento do crédito é para o andar de cima. Importante dizer que a partir de agora serei uma pessoa do mundo privado”, disse, ao comentar sua nova função como vice-presidente do Conselho de Administração e Chefe Global de Políticas Públicas do Nubank.

Jornal da Cidade Online

Petistas denunciam petistas por falcatrua na eleição interna do PT

A eleição interna do PT, realizada neste domingo (6) acabou demonstrando do que os petistas são capazes. Nem quando estão reunidos internamente existe respeito e decência. Mesmo entre eles, são desrespeitosos, indecentes e corruptos. Leva aquele que for mais malandro…

Uma reportagem da CNN retratou a safadeza:

“Realizado com cédulas de papel, o Processo de Eleição Direta (PED) do PT, ocorrido neste domingo (6), foi marcado por denúncias de compra de votos feitas por integrantes da corrente interna ‘Articulação de Esquerda’. ‘Tenho certeza que houve compra de votos e uso do poder econômico no PED do Rio de Janeiro’, afirmou o secretário de formação do PT fluminense, Olavo Brandão Carneiro.

Ligado ao grupo mais à esquerda do partido, Brandão declarou que encaminhará as denúncias ao diretório nacional. Ele apontou o prefeito de Maricá, Washington Quaquá, como responsável por uma mobilização “atípica” na cidade. Vídeos e prints de conversas entre militantes são citados como supostas provas do uso da máquina pública em Maricá para levar eleitores às urnas. Uma demonstração plena da falta de seriedade, respeito, transparência e à eleição interna do PT.

Diego Zeidan, secretário de Habitação da capital e filho de Quaquá, é o favorito para assumir a presidência do diretório estadual do PT no Rio de Janeiro. Quaquá rebateu as acusações: ‘Isso é choro de quem não tem trabalho político’. O PED também foi alvo de controvérsia em Minas Gerais. A deputada federal Dandara foi retirada da disputa por estar inadimplente com as contribuições partidárias obrigatórias. A judicialização da eleição mineira atrasou a contagem nacional dos votos e pode adiar o anúncio do novo presidente do PT.”

Jornal da Cidade Online

Lula e Janja visitaram a Favela do Moinho após articulação com associação ligada ao tráfico de drogas e o PCC

Entidade que viabilizou agenda presidencial na Favela do Moinho é presidida por condenada por homicídio e irmã de líder do tráfico local. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a primeira-dama, Janja da Silva visitaram a Favela do Moinho, no centro de São Paulo, após articulações com associação ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo informações do Portal Metrópoles, a visita foi viabilizada após reuniões com a Associação da Comunidade do Moinho, entidade presidida por Alessandra Moja, irmã de Leonardo Monteiro Moja, conhecido como “Léo do Moinho”, apontado como líder do tráfico local e ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Alessandra Moja é irmã de Leonardo e Jefferson Moja, todos citados em denúncias por vínculos com o PCC. Alessandra foi condenada por homicídio em 2005, após matar uma mulher a facadas e tentar assassinar um homem com a ajuda da irmã. A filha dela, Yasmin Moja, também representou a entidade em reuniões com o governo federal. Desde o fim de 2023, representantes do governo se reuniram ao menos cinco vezes com a associação. Em maio deste ano, Alessandra publicou nas redes sociais um vídeo de uma dessas reuniões, que contou com a presença da secretária-executiva da Secretaria Geral da Presidência, Kelli Mafort. A favela comandada pela facção costuma ter acesso restrito a não moradores.

Documentos obtidos pelo Metrópoles revelam que a sede da associação foi usada para armazenar drogas da facção.

Segundo informações da Receita Federal, o local fica no número 20 da Rua Doutor Elias Chaves, onde também foi realizado uma operação da Polícia Civil em agosto de 2023, com apreensão de cocaína, maconha e crack. O endereço armazenava cinco tijolos de cocaína, “608 porções de cocaína na forma de crack” e 98 porções e três tijolos de maconha. A entidade também consta na agenda oficial do ministro Márcio Macêdo (Secretaria Geral da Presidência), que esteve na comunidade dois dias antes da visita presidencial para negociar a agenda do presidente.

Durante a passagem por São Paulo, Lula e Janja visitaram a favela, posaram para fotos com representantes da associação e anunciaram um acordo para realocar cerca de 900 famílias que ocupam a área, pertencente à União, para, futuramente, transformá-la em um parque. Segundo o Ministério Público de São Paulo, a Favela do Moinho é controlada pelo PCC e usada como ponto estratégico para a distribuição de drogas no centro da capital. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MP-SP afirmou que a “família Moja se aproveitou da ausência do Estado para instalar um ambiente de práticas criminosas”.

Diário do Poder

A debilidade (ou desonestidade) do comentarista “jurídico” da Rede Globo

O comentarista “jurídico” da emissora porta-voz do consórcio PT-STF crítica no Jornal Nacional a declaração de Donald Trump contra a perseguição política (caça às bruxas) sofrida por Jair Bolsonaro. Segundo ele, Donald Trump só é presidente dos EUA porque “escapou da persecução penal” (ou seja, da condenação em processos criminais).

Aqui no Brasil nós temos LEI, diz ele com orgulho. “Aqui Trump não poderia ser eleito presidente da República”, completa. Alguém precisa contar para ele, com urgência, o que aconteceu com Lula em Curitiba, poucos anos antes da eleição presidencial de 2022.

Meu Deus do céu! Que coisa patética!

Marcelo Rocha Monteiro  Procurador de Justiça.

Senador Humberto Costa, presidente do PT usou dinheiro público para custear vinhos, drinks, cervejas e queijos

O atual presidente do PT, senador Humberto Costa, utilizou dinheiro público para bancar vinhos, drinks e cervejas. Para tanto, ele fez uso da verba conhecida como cota parlamentar. O péssimo exemplo do petista foi seguido pelo senador Alexandre Giordano, do MDB. O reembolso de bebidas alcoólicas descumpre o regimento do Senado Federal.

Os dois senadores alegam que houve erro do Senado no reembolso dessas despesas, o que em nada justifica, levando-se em conta que os reembolsos não foram feitos sem a devida e necessária solicitação dos interessados, que naturalmente se acostumaram a gastar dinheiro público do pagador de impostos em favor dos seus interesses, o que é uma prática do PT, com os sucessivos exemplos do presidente Lula e Janja.

O senador Humberto Costa, que já foi ministro da Saúde do Lula, detém histórico, em que inúmeros casos de denúncia deixaram de ser apuradas pela blindagem aos companheiros. Recentemente, o senador vinha atacando de senador propaganda do Governo Lula, em que em inúmeras delas faltava com a verdade dos fatos, numa demonstração plena de subserviência para se dar, que tem sido uma das práticas do atual governo petista.

Jornal da Cidade Online

Colunista do jornal o Globo registra reação de ministros do STF após o contundente levante de Donald Trump

A colunista Bela Megale, do jornal O Globo, vazou a reação dentro Supremo Tribunal Federal (STF) após o levante de Donald Trump em defesa de Jair Bolsonaro.

Segundo o jornal, ministros do STF “minimizaram qualquer efeito da postagem” .

“A coluna falou com cinco magistrados do tribunal e todos compartilharam a opinião de que o STF não deve responder a qualquer manifestação de Trump. Os reflexos são na esfera política e já houve resposta do presidente Lula. Não vejo consequência para o Supremo — disse um magistrado à coluna.

A leitura dos ministros é que uma manifestação como essa ‘já estava na conta’ do atual contexto e que não terá efeito algum sobre o julgamento de Jair Bolsonaro e seus aliados no caso da trama golpista. Outro, dos magistrados destacou que o Judiciário brasileiro, diferentemente do americano, que não puniu Trump por incitar a invasão do Capitólio, está atuando no caso da trama golpista e do 8 de janeiro ‘como fazem as democracias responsáveis’…”, diz a coluna.

Jornal da Cidade Online