Novas regras para a venda de carne moída com embalagem imediata e sem misturas já estão em vigor

Produto tem que ser embalado imediatamente após a moagem e o açougue não poderá misturar miúdos ou raspagem de ossos. Já estão em vigor desde o dia primeiro de novembro as novas regras para produção e venda de carne moída no Brasil. O produto deverá ser embalado imediatamente após a moagem, devendo cada pacote ter peso máximo de 1 quilo. Além disso, o açougue não poderá misturar miúdos ou raspagem de ossos.

Segundo o ministério, as medidas são para garantir segurança e qualidade do produto ao consumidor. “Trata-se de atualizações e melhorias diante da modernização dos processos produtivos e dos procedimentos industriais”, explica a diretora do departamento de inspeção de produtos de origem animal, Ana Lúcia Viana.

Entre as regras atualizadas, está que a matéria-prima para fabricação do produto deve ser exclusivamente carne, submetida a processamento prévio de resfriamento ou congelamento. É proibida a utilização de carne industrial para a fabricação de carne moída e a obtenção de carne moída a partir de moagem de miúdos.

A carne moída resfriada deverá ser mantida entre 0°C e 4°C e a carne moída congelada à temperatura máxima de -12°C. O produto não poderá sair do equipamento de moagem com temperatura superior a 7°C e deve ser submetido imediatamente ao resfriamento ou ao congelamento rápido.

O regulamento da carne moída foi elaborado em conjunto com as associações do setor produtivo. As novas medidas deverão ser seguidas pelos estabelecimentos e indústrias produtores de carne moída que sejam registrados pelo SIF (Serviço de Inspeção Federal) e pelo Sisbi-POA (Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal).

Confira as novas regras

  • A carne moída em natureza é obtida a partir da moagem de massas musculares das espécies de animais de açougue, seguida de imediato resfriamento ou congelamento do produto.
  • A denominação de venda será carne moída, seguida da informação sobre a forma de sua conservação e da espécie animal da qual foi obtida.
  • Em caso de carne moída composta de diferentes espécies, estas devem ser informadas na denominação de venda do produto.
  • É facultativo declarar o corte utilizado para a obtenção da carne moída, quando o produto for obtido exclusivamente das massas musculares que o constituem.
  • A denominação será carne moída, seguida do nome do corte que constitui o produto.
  • No caso de produto obtido da mistura de cortes de carne, é facultativo declarar os ingredientes utilizados, mas caso sejam indicados, torna-se obrigatório informar a composição de cada corte na denominação de venda do produto.
  • A porcentagem máxima de gordura da carne moída deverá ser informada no painel principal, próximo à denominação de venda.
  • É ingrediente obrigatório na fabricação de carne moída a carne obtida das massas musculares esqueléticas, conforme a espécie animal utilizada como matéria-prima.
  • A matéria-prima para fabricação de carne moída deve ser exclusivamente carne, submetida a processamento prévio de resfriamento ou congelamento.
  • As carnes utilizadas como matéria-prima na elaboração da carne moída devem estar livres de aponeuroses, linfonodos, glândulas, cartilagens, ossos, grandes vasos, coágulos, tendões, peles e demais tecidos não considerados aptos ao consumo humano, sem prejuízo de outros critérios definidos pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
  • É permitido somente o uso da gordura inerente ao corte, utilizado para a produção de carne moída.
  • Não é permitida a obtenção de carne moída a partir de moagem de carnes oriundas da raspagem de ossos, ou obtidas de quaisquer outros processos de separação mecânica dos ossos.
  • Não é permitida a utilização de carne industrial para a fabricação de carne moída.
  • Não é permitida a obtenção de carne moída a partir de moagem de miúdos.
  • Devem ser observados os critérios microbiológicos para a carne moída, estabelecidos em legislação específica.
  • A carne moída deverá ser elaborada em local adequado para moagem, com temperatura ambiente não superior a 10°C .
  • A carne moída deverá sair do equipamento de moagem com temperatura nunca superior a 7°C e ser submetida imediatamente ao resfriamento ou ao congelamento rápido.
  • A carne moída resfriada deverá ser mantida entre 0°C e 4°C , e a carne moída congelada à temperatura máxima de -12°C.
  • A carne moída deverá ser embalada com materiais adequados para as condições de armazenamento e que lhe confiram uma proteção apropriada.
  • Na fabricação de carne moída é permitido o uso de coadjuvantes de tecnologias, na categoria de gases para embalagens, conforme legislação específica.
  • A carne moída deverá ser embalada imediatamente após a moagem, devendo cada pacote do produto ter peso máximo de 1 kg.
  • Poderão ser admitidas embalagens com peso superior a 1 kg, desde que a espessura do bloco seja igual ou menor que 15 cm, sendo vedada a sua venda a varejo.
  • Os dizeres “PROIBIDA A VENDA A VAREJO” deverão constar com caracteres destacados em corpo e cor, no painel principal do rótulo, quando as embalagens tiverem peso superior a 1 kg.
  • É proibido o fracionamento de carne moída no mercado varejista.
  • Os dizeres “PROIBIDO O FRACIONAMENTO” deverão constar com caracteres destacados em corpo e cor, no painel principal do rótulo.
  • Os estabelecimentos registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento terão um prazo de 365 dias para adequarem-se às condições previstas na portaria.
  • Os produtos fabricados até o final do prazo de adequação, a que se refere o caput, poderão ser comercializados até o fim de seu prazo de validade.

Fonte: R7

 

 

Sérgio Moro revela a trama macabra do PT e a pretensão de “vingança” de cassar o seu mandato

Em entrevista reveladora à TV Jovem Pan News, o senador eleito Sergio Moro (União Brasil-PR) disse que o PT quer cassá-lo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Buscam desrespeitar a vontade de quase 2 milhões de eleitores”, observou Moro, sem mencionar a razão. Entre outros argumentos, o PT sustenta que Moro descumpriu o requisito para filiação partidária até 2 de abril de 2022 (ou seja, ao menos seis meses antes da data da eleição). Essa fundamentação, contudo, foi rejeitada pelo TSE, em outras ações semelhantes para impugnar a candidatura.

“Isso é uma demonstração da chamada ‘democracia petista’”, afirmou Moro. 

E complementou:

“Lula disse que, se voltar ao poder, vai perseguir todos os que se opuseram a ele. Mas não tenho medo de cara feia.”

Moro é o primeiro da lista de vinganças de Lula, mas não é o único. O ex-procurador da Lava Jato e deputado federal eleito, Deltan Dallagnol, é outro. Também devem estar incluídos nessa lista o governador de Minas, Romeu Zema, o ex-braço direito de Lula, Antonio Pallocci, a Rádio Jovem Pan, sem falar em a mídia digital – incluindo o Jornal da Cidade Online.

Jornal da Cidade Online

 

Gleisi chama dividendo da Petrobrás de ‘sangria’; já o roubo…

A presidente do PT, Gleisi Hoffman, que esteve enrolada na Lava Jato, acusa a Petrobras de “sangria” por distribuir dividendos aos acionistas. Madame tem memória curta: sangria mesmo ocorreu quando a estatal foi roubada nos governos do PT, dava prejuízo e seu valor de mercado despencou para US$22 bilhões. Dividendos, ao contrário, remuneram legalmente o investimento dos acionistas. Principal acionista, a União é que mais os recebe: R$32 bilhões só no primeiro semestre de 2022.

Da água para o vinho

Após os governos do PT, dinheiro retirado dos impostos cobria o rombo do roubo. Hoje, dinheiro dos dividendos abastece o Tesouro Nacional.

Comparação

Em 2016, a Petrobras havia perdido 90% do seu valor. Agora, só nos últimos 12 meses, valorizou 93,3%, segundo dados da bolsa de valores.

Mais de meio trilhão

A petrolífera brasileira registra lucros recordes e está avaliada neste momento em R$597,2 bilhões.

Coluna do Claudio Humberto

 

Lula pode radicalizar o STF com indicação de ex-integrante do Partido Comunista do Brasil

Como previsto, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá direito a escolher, em seu mandato, dois ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para ocupar as vagas deixadas por Ricardo Lewandowski e Rosa Weber; ambos completarão 75 anos este ano. Um dos possíveis indicados por Lula para ocupar uma cadeira na Suprema Corte pode ser o ex-governador do Maranhão e senador eleito Flávio Dino (PSB).

Um tapa na cara de uma parcela importante da população.

Quem é Flavio Dino

O ex-integrante do Partido Comunista do Brasil tem 54 anos, é professor de Direito e já foi juiz. O nome de Dino também aparece cotado para ocupar o Ministério da Justiça.

As duas gestões de Flavio Dino foram catastróficas como governador do Maranhão. Ele deixou o governo do estado depois de 8 anos com o Maranhão em último lugar entre os estados mais pobres do Brasil.

O Maranhão também ostenta a posição de 4º maior número de analfabetos entre todas as unidades da federação. E apesar da narrativa que a esquerda se preocupa com a educação, o estado de Dino tem 823 mil pessoas acima de 15 anos analfabetas.

Para concluir, segundo matéria do G1 de setembro de 2021, o Maranhão é o estado com mais pessoas vivendo na extrema pobreza e miséria. Esse é currículo do provável próximo ministro do STF.

Não gostou? Bem-vindo ao Brasil de Lula.

Eduardo Negrão

Consultor político e autor de “Terrorismo Global” e “México pecado ao sul do Rio Grande” ambos pela Scortecci Editora.

 

O espetáculo da irresponsabilidade

“Como é que você vai chegar na sua casa e dizer para seu filho que ele tem de ser uma pessoa honesta, que ele tem de trabalhar e estudar, quando, depois de escândalos de corrupção, de repente se permite que as pessoas que estavam no centro dos acontecimentos retornem ao poder sem fazer qualquer espécie de expiação das suas responsabilidades?” (Sergio Moro – Entrevista a Veja).

O gigante Brasil despertou e quer punição pelas irresponsabilidades. São 3 os responsáveis pela irresponsabilidade da eleição de Lula: o Supremo, liderado por ministros nomeados pelo ex-presidente. O Senado, que representa o povo na figura de Rodrigo Pacheco, seu Presidente, e que se colocou ao lado dos ministros e a “imprensa militante” que repercutiu e fez o papel de oposição radical desde o primeiro dia de governo do Presidente e encarregou-se de alienar os brasileiros.

O Supremo, através de Fachin, com sua firula jurídica deu um “duplo carpado” na justiça e, de forma inacreditável, tornou um sujeito condenado a 12 anos de cadeia em todas as instâncias (cumpriu apenas 580 dias de prisão por corrupção), magicamente foi solto, descondenado, e prontinho para disputar a eleição com todas as bênçãos de seus padrinhos-ministros.

O Senado, através de seu presidente, Rodrigo Pacheco, órgão encarregado de punir os erros dos ministros do STF nomeados e antes sabatinados, aprovados, e que juraram perante os senadores guardar a Constituição, inventaram outra Constituição, uma tão conveniente que até as regras restritas ao espaço de trabalho desses ministros, foram ampliadas abrangendo todo território nacional, para que qualquer brasileiro que falasse contra eles fosse apenado severamente. Rodrigo Pacheco e a maioria dos Senadores silenciaram e compactuaram com o ilícito.

A imprensa militante, cuja polpudas verbas de propaganda governamental foram cortadas pelo governo, marcou Bolsonaro como o inimigo “número-um” da humanidade. E rapidamente passou a limpar o passado sujo de Lula e do PT. A exaltar feitos jamais realizados. A repetir e repetir, repetir sempre que o PT era e é um partido democrático; que todos os ministros, assessores e nomeados do governo Lula que foram presos eram muito competentes e não ladrões. E todos os dias entrevistavam os que fizeram malfeitos, para que eles se defendessem e acusassem de corruptos a quem os prendeu.

Um grupo de advogados intitulado “prerrogativas” foi montado, eram os mesmos que defendiam todos os que assaltaram o Brasil. A eles aliaram-se Alckmin, o “santinho-do-pau-ôco”, “os intelectuais”, “reitores progressistas” de universidades, “juízes”, “os artistas”, “religiosos progressistas” e uma escumalha de lambe-botas que se prestam apenas a fazer o mal e mais os pequenos partidos de esquerda encarregados de entrar com pedidos contra o Presidente no STF e que eram imediatamente atendidos.

E a roda da irresponsabilidade se movia assim: a “imprensa militante” destacava em grandes manchetes os pedidos de PT, PSOL, PCB, Rede ao STF. Depois enfatizava que o Ministro Moraes acatara e ordenara a investigação. E por fim chamava “os especialistas” em coisa nenhuma para dizer que tudo estava correto e o grupo de “especialistas” debatia e acusava o Presidente de golpista, antidemocrático, miliciano, ditador, pedia a sua morte, sua destituição, afirmava que um genocida dirigia a nação e proferia contra o Presidente todos os nomes ofensivos que você souber ou puder lembrar.

Foi esse o espetáculo da irresponsabilidade que assistimos durante 3 anos e 10 meses do governo de Jair Bolsonaro, legitimamente eleito.

Sobre o êxito do Governo Bolsonaro, contra a opinião de todos esses irresponsáveis, disse Alexandre Garcia:

“Nunca o país foi passar de um mandato presidencial para o outro tão “acertadinho”. O desemprego está em queda: já esteve em 14 milhões, está em 8,7%, e chegando a 6% estará perto do pleno emprego.

Além do desemprego, a inflação está em queda, menor que a dos Estados Unidos e da Europa. O PIB está em alta, pode crescer mais que o da China. A arrecadação está em alta, embora o governo tenha cancelado muitos impostos.

Contas públicas em equilíbrio com o superávit primário, balança comercial com superávit, balanço de pagamentos com superávit. Obras em andamento por toda a parte, rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, pontes, condução de água para o Nordeste. E mais: saneamento de estatais que davam prejuízo e agora dão lucro. Ministérios sem a intervenção de partidos políticos, que usavam ministérios e estatais para se abastecer de verbas para fazer campanha política, de desvios, sem propinas….

O Brasil acaba de desperdiçar mais uma oportunidade…. Qual é a oportunidade?

– Uma Câmara de Deputados 73% favorável, um Senado 67% favorável, a maioria dos governadores favoráveis…. e nós jogamos fora pela janela dos fundos.

E Deus põe de novo, e nós jogamos fora de novo, e põe de novo, e a gente joga fora de novo. Só pode ser brasileiro para insistir tanto em nos dar oportunidades.”

Mas nesse dia de finados, Deus, resolveu abrir a mente dos brasileiros. Revoltados, todos perceberam o engodo. Todos perceberam a armadilha. Saíram às ruas sem o comando de ninguém e gritaram por justiça, por liberdade. Pediram aos militares (a quem mais poderiam pedir?) que os ajudassem a remendar a falcatrua. Que a ilusão fosse desfeita.

Tarde demais.

Todos perceberam tarde demais que o sujeito descondenado governará o Brasil e voltará a fazer tudo de novo. O que será que aconteceu para que, repentinamente, o povo compreendesse a loucura de ter votado em um descondenado?

Foi seu discurso afirmando que mudará tudo?

Foi a propaganda covarde com jovens que sequer haviam nascido na época em que foi cometida a maior depravação da história da humanidade com dinheiro público e que alegremente diziam “no tempo de Lula tudo era melhor”?

Foi a cerveja e a picanha prometida à vontade todos os dias a todos?

Ou foi a percepção de que toda essa “gente” que estava atrás de Lula quando ele discursava no dia da vitória, a começar pelo “Capitão Cueca”, foi envolvida em mensalão, petrolão, propina, dinheiro de ministério para partido político, dinheiro da Petrobras para partido político, malas de dinheiro da Caixa Econômica…?

Foi tudo isso que todos perceberam tarde demais e os levaram com uma espécie de “ira santa” às ruas, ordeiramente, a protestar?

Ou foi a trama diabólica dos 3 poderes contra o povo brasileiro: Supremo, Senado, Imprensa, que Deus repentinamente fez o milagre, abriu suas mentes e mostrou toda sujeira?

O fato é que todos estão revoltados.

E se algo de ruim acontecer a nação brasileira, Ministros do Supremo, o Senado da República e a Imprensa serão os culpados.

Foram eles, os que tramaram e muito bem sucedidos ao apoiar um apenado para governar a nação. Foram eles que alienaram e induziram o povo a votar em um larápio que foi   julgado, condenado porque existiam fartas provas de corrupção, e depois descondenado.

E as famílias de bem com princípios e valores serão obrigadas a aceitar um desonesto e corrupto com uma quadrilha voraz como represente do povo brasileiro. Que Deus nos ajude.

Carlos Sampaio

Professor. Pós-graduação em “Língua Portuguesa com Ênfase em Produção Textual”. Universidade Federal do Amazonas (UFAM)

 

Ator José de Abreu foi condenado a pagar R$ 20 mil a Deltan Dallagnol por ofensa a honra do ex-procurador

O ator da Rede Globo, José de Abreu, foi condenado pela Justiça do Paraná a pagar R$ 20 mil por danos morais ao ex-procurador da República e deputado federal eleito Deltan Dallagnol. A decisão é do juiz Ricardo Joaquim de Oliveira, do 11º Juizado Especial Cível de Curitiba.

Deltan entrou com processo de indenização contra o ator por causa de uma publicação em uma rede social em 2019. Por outro lado, José de Abreu revelou que a mensagem não se destinava à conduta individual, e sim à atuação como Procurador Federal. Confira a publicação:

 “O @deltanmd é covarde! Salafrario. Canalha. Traidor da Pátria. Bandido da pior espécie. Impediu o povo brasileiro de eleger livremente seu governante. Fez um powerpoint igual sua cabeça! Cheio de merda”, publicou José de Abreu no Twitter, em 2019.

Foi realizada uma sessão de conciliação, mas não houve acordo entre as partes. Confira o trecho da decisão:

“Ante o exposto, julgo procedente a demanda, o que faço com fundamento no artigo 487, inciso I do Código e Processo Civil para o fim de condenar o requerimento ao pagamento de R$ 20 mil ao autor a título de danos morais, acrescidos de juros de 1% ao mês desde a data da citação, e correção monetária pela média aritmética dos índices INPC e IGP-DI desde a data da publicação desta decisão”, informou.

Fonte: R7

 

Vocês estão vendo o que fizeram?

Há pouco fui dar uma olhada em quantos artigos escrevi desde maio, ou seja, nos últimos seis meses, tratando do STF e de seu apêndice eleitoral, o TSE. Fiquei surpreso. Foram 44 textos, com abordagens diversas, a atenção atraída para atos e condutas da cúpula do poder judiciário. Não se trata de um excesso de artigos, mas da evidência de um protagonismo exagerado, que vazou das bordas, se espalhou e penetrou pelas frestas do poder político e da vida social.

O fato de o consórcio da velha imprensa fazer de conta que nada via e estava tudo normal não significa que a sociedade não se informasse através das redes sociais, mesmo estando elas enclausuradas e controladas pelo orwelliano Grande Irmão.

Essa sociedade que hoje vejo nas ruas e praças pedindo socorro a quem a possa atender, cansou de clamar ao que restasse de sensibilidade e equilíbrio aos ministros do Supremo. Cansou de se indignar e apelar, em vão, aos senadores da República. Por fim, a sociedade rezou nas praças pedindo a Deus que comovesse os corações endurecidos, abrisse os olhos e os ouvidos dos que se têm como donos do poder. E foi perdendo a confiança nas instituições.

A lamentável democracia brasileira se tornou uma ridicularia, uma caçoada, sem que os senhores o percebessem. Durante quatro anos, com o país dividido, enquanto num lado milhões saíam periodicamente às ruas clamando por liberdade e atenção, o outro se mostrava perfeitamente suprido. Pensam que ninguém reparou na plena satisfação de quem bastava entregar petições ao protocolo e olhava para as instituições como um confortável sofá onde só precisava sentar?

Digam, agora, aos caminhoneiros parados e às famílias pedindo socorro que tudo esteve equilibrado e isonômico, que o Brasil é uma democracia, que a liberdade de todos está assegurada e a soberania popular garantida, que o resultado proclamado nos colocou em boas mãos e as loucuras prometidas por Lula não serão cumpridas.

Digam aos manifestantes que as consciências se regeneraram quando o passado foi apagado. Aquele povo nas ruas, sim, é inocente! Digam-lhe que as instituições funcionarão, que a época dos bloqueios e desmonetizações passou, que o cala boca já morreu e a censura está proibida, que a Constituição voltará a viger, que o ativismo judicial já era, que o direito de propriedade continuará garantido, que a intimidade da vida privada estará preservada e que o Brasil não voltará a ser roubado. 

Não será possível fazer isso, não é mesmo? Foi o que pensei. Mas é o mínimo que uma sociedade sensata pode esperar das ações do aparelho estatal que ela sustenta para seu serviço.

Percival Puggina

Membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país.

 

Companhia dos Notebooks é destaque em serviços de assistência técnica de notebooks, computadores e all-in-one

Hoje (05), mais uma vez retornei à loja da Companhia dos Notebooks, na avenida Daniel de La Touche, no Centro Comercial Europa. Há mais de 06 anos, mantenho uma fidelidade com a empresa na prestação de serviços de informática, diante dos problemas que levo a ela, são plenamente resolvidos, assim como de parentes e amigos que quando tenho oportunidade ou sou consultado faço referência. A seriedade das informações sobre os aparelhos, a garantia e os valores dos serviços bem acessíveis, têm se constituído como fator determinante para a minha fidelidade e valorização dos profissionais da Companhia dos Notebooks.

Foram algumas vezes, que estressado com o problema no meu notebook, que em apenas em 10 minutos eles resolvem e em outros casos a necessidade de formatação. O mais importante é que eles lhes orientam como usar e os cuidados para manter a máquina trabalhando corretamente. Se você souber cuidar bem dos seus aparelhos de informática, eles não lhes causarão transtornos e com absoluta certeza, terão vida útil mais prolongada, afirma Paulo Hudson Moraes Matos, proprietário da empresa.

Hoje fui à Companhia dos Notebooks, não em busca de qualquer serviço, mas com o objetivo de socializar com as pessoas que acompanham o meu blog, um serviço de qualidade, transparente e que tem respostas imediatas para quaisquer problemas que sejam levadas à empresa. Eles se surpreenderam com a minha iniciativa de fazer a divulgação, então lhes respondi, que a razão é decorrente dos bons serviços e do tratamento gentil, com que sempre sou recebido no estabelecimento do empresário Paulo Hudson Moraes Matos e pela secretária Bianca Sousa, que em algumas situações, resolve problemas técnicos. Quem tiver interesse em pelo menos conhecer os serviços, pode manter contato com Paulo Hudson pelo celular (98) 985250602 – 30148180.

Fonte: AFD   

Lula terá de agradecer sempre ao STF, que o soltou, e ao TSE, que o favoreceu, diz deputado Ricardo Barros

Líder do governo na Câmara é um crítico do ativismo político no STF e TSE

O deputado Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara. afirmou neste sábado (5), em entrevista ao programa Jornal Gente, da Rádio que o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “terá de agradecer todos os dias ao Supremo Tribunal Federal (STF), que o soltou, e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que o favoreceu explicitamente, durante a campanha eleitoral”.

O parlamentar tem sido um crítico do comportamento que classifica “ativista” dos ministros do STF e do TSE e acha que o Congresso deveria discutir formas de conter o viés legislador dessas cortes, para além de decisões que extrapolam suas competências e ignoram a Constituição, como restringir o exercício de liberdade de expressão dos cidadãos.

Apesar disso, Ricardo Barros não acredita que o Congresso adote qualquer medida nem vote alterações na Constituição que imponha limites ao comportamento de integrante do STF e do TSE, em razão da dívida do futuro governo em relação a esses magistrados.

Ele acha, por exemplo, que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), por suas ligações aos ministros, jamais deixará prosperar qualquer dos inúmeros pedidos de impeachment de ministros do STF como Alexandre Moraes, o recordista em requerimentos desse tipo.

Primeiro parlamentar importante ligado ao presidente Jair Bolsonaro (PL) a reconhecer a vitória de Lula, Ricardo Barros acha que não será fácil a articulação do futuro presidente para a formação de uma base governista no Congresso.

O experiente parlamentar, o mais antigo em atividade, observa que o País se dividiu nas últimas eleições a tal ponto que um deputado eleito por integrar o movimento de apoio a Bolsonaro não será perdoado se aderir ao novo governo. “Ele não poderá circular nas ruas de sua cidade”, disse.

Barros considera também que a base de apoio ao atual governo no Congresso apoiará medidas que viabilizem a continuação do pagamento de R$600 do Auxílio Brasil, “até porque esse era um compromisso também do presidente Bolsonaro”, mas as demais pretensões enfrentarão dificuldades de aprovação.

O deputado Ricardo Barros foi entrevistado no Jornal Gente da Rádio Bandeirantes pelos jornalistas Agostinho Teixeira e Cláudio Humberto.

Diário do Poder

 

Ingerência do TCU com ameaças de interferir na política de acionistas derruba ações da Petrobras

Depois de buscar os holofotes na transição, sem competência para isso, o Tribunal de Contas da União (TCU) agora ameaça interferir na política de remuneração dos acionistas da Petrobras, o que agrada muito a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, que criticou a estatal. Apesar de não ser chamada de “ingerência” nas manchetes, como aconteceu com críticas idênticas de Jair Bolsonaro, o mercado não perdoou e o TCU fez as ações da estatal desabarem 6% em dia de alta de 4% no petróleo.

Origem do tombo

A visão do mercado de interferência veio do pedido do MP junto ao TCU para suspender o pagamento de dividendos anunciados pela estatal.

Tirando o fundamental

A Política de Remuneração da Petrobras é clara em seu objetivo de dar ao pagamento de acionistas “previsibilidade”, que o TCU pode acabar.

Bolso cheio

A Petrobras garante dividendos trimestrais de no mínimo US$4 bilhões (R$20 bilhões) caso o barril esteja acima de US$40. Está em US$98.

Coluna do Claudio Humberto