Os senadores campeões em viagens de avião por conta do dinheiro do povo

Suas excelências usaram sem piedade o dinheiro público em viagens

O Senado precisa de apenas cinco parlamentares para ultrapassar a emblemática marca de R$1 milhão torrados com passagens aéreas por conta do pagador de impostos. Tutti buona gente: somados, os senadores Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Romário (PL-RJ), Fernando Bezerra Coelho, (MDB-PE) e Fabiano Contarato gastaram sem piedade a exata quantia de R$1.053.615,14. Isso considerando apenas o ano de 2022. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Veneziano Vital do Rêgo lidera o ranking, gastou R$222.957,62 ao longo do ano passado. Foi o senador que mais gastou em passagens.

O líder do Lula no Congresso, Randolfe Rodrigues, leva a medalha de prata dos gastadores: R$217.433,90. Sem verter uma só lágrima.

O ex-craque Romário também gastou bem, foram R$211.109,68. Na cola, vem FBC, que torrou outros R$207.414,27.

Diário do Poder

 

‘Gonçalves Dias’, amigo e confidente, é o general de Lula

Qualquer general à frente do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) acabaria na vala comum “bolsonarista”, onde os petistas desterram seus inimigos, mas jamais seria o caso de Gonçalves Dias. Amigo e confidente do presidente Lula há décadas, desde os anos chefiando sua segurança, entre 2003 e 2010, período em que testemunhou fatos que inimigos de Lula adorariam saber, como os “resgates” do chefe de célebres noitadas. Dias agiria como mostram os vídeos a serviço de Lula, jamais contra ele.

Mais do mesmo

Após as imagens serem divulgadas, petistas e jornalistas idem tentaram atribuir ao general leal a Lula fantasiosa ligação à “conspiração golpista”.

Sepultura

A confiança de Lula em “G. Dias”, como ele chama o amigo general, foi consolidada pela atitude de jamais deixar vazar nada de comprometedor.

Profissionalismo

A discrição de G. Dias não é um atributo particular, mas condição exigida no Exército de quem chefia integra a segurança presidencial.

Reduzindo danos

A saída do general no mesmo dia do vazamento do vídeo foi mais um gesto de lealdade, com objetivo de “reduzir danos” ao chefe e amigo.

Coluna do Claudio Humberto

 

MST espalha terror por todo o Brasil e confirma ‘apoio’ do ministro Haddad

O coordenador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Paulo Rodrigues, afirmou que o Ministério da Fazenda, sob o comando de Fernando Haddad, irá aumentar os recursos para obtenção de terras para a reforma agrária. Segundo Rodrigues, que se reuniu com Haddad, o governo do Lula poderá chegar, em 2023, a um máximo de R$ 400 milhões.

“O governo está se comprometendo a chegar a R$ 400 milhões, mas é insuficiente para assentar 60 mil famílias acampadas”, disse o dirigente do MST. De acordo com Rodrigues, para assentar as 60 mil famílias acampadas atualmente no país, seria necessário um orçamento de, aproximadamente, R$ 1,3 bilhão. “O ministro Fernando Haddad disse que não tem como repor esse orçamento esse ano”, ressalvou.

O coordenador do movimento social afirmou que o ministro propôs trabalhar no sentido de obter terras, para a reforma agrária, advindas de proprietários devedores da União.

“O compromisso que o ministro firmou conosco é que ele vai trabalhar este ano em tentar obter terra de devedores da União”, disse. “Ele [o ministro] está sugerindo criar um grupo de trabalho, com vários ministérios, para obter terra de devedores da União. Para fazer o processo de assentamento em áreas que são de devedores, que seriam automaticamente negociadas entre o Ministério da Fazenda, a Receita Federal e, possivelmente, o Incra. Esse é um acordo que foi firmado”, acrescentou.

Segundo o dirigente, existem cinco milhões de hectares de devedores da União nas mãos de menos de mil proprietários que, em conjunto, devem R$ 40 bilhões para o estado brasileiro.

“Se o agronegócio está dizendo que ele é produtivo, que ele dá lucro, que ele é importante para o desenvolvimento, primeiro, que ele pague a dívida dele: 40 bilhões de reais, que deve para o estado brasileiro. E, segundo, se ele não for pagar, que ele passe essas terras, são cinco milhões de hectares, que já daria para resolver parte dos assentamentos da reforma agrária”.

As ameaças do MST são escancaradas. Tudo com a conivência do Governo Federal! O Brasil viver dias de terror protagonizados pelo MST com o apoio do governo Lula.

Jornal da Cidade Online

 

A casa caiu: Foi o próprio governo Lula que armou a baderna do 8 de janeiro, diz o jornalista JR Guzzo

Artigo publicado pelo jornalista José Roberto Guzzo – originalmente no jornal Gazeta do Povo – elucida todos os trágicos acontecimentos do dia 8 de janeiro e chega a uma conclusão óbvia, estampada no título do texto: A casa caiu. Sem dúvida, agora é só questão de tempo.

Leia abaixo o texto na íntegra:

A verdade começou, finalmente, a aparecer. Depois de três meses de esforços desesperados, por parte do presidente Lula, do seu sistema de apoio e do Supremo Tribunal Federal, para esconder essa verdade da população, a casa caiu e os fatos vieram à luz do dia. Não demorou, quando se pensa com alguma frieza sobre o assunto; eles queriam ocultar essa verdade para sempre, e não conseguiram aguentar muito mais que 90 dias. Também foram incompetentes, pois seu grande plano não deu certo. Não há dúvida nenhuma, enfim, sobre o que houve.

As imagens gravadas, e publicadas no maior furo jornalístico da CNN desde que iniciou as suas atividades no Brasil, mostram o general Gonçalves Dias, homem da confiança pessoal de Lula, em atitude de colaboração com os invasores que vandalizaram o Palácio do Planalto no dia 8 de janeiro. A “tentativa de golpe” e os “atos terroristas” contra os edifícios dos Três Poderes em Brasília foram feitos com a participação, ou com o incentivo, ou com a cumplicidade, de agentes do próprio governo. É por isso que Lula e o PT passaram os últimos meses lutando com tanta ferocidade para impedir a CPMI que a oposição quer abrir – e agora vai abrir – sobre o que realmente aconteceu naquele dia.

Desde o começo essa história toda pareceu esquisitíssima. Tentativa de “golpe militar”? Não poderia ser: as Forças Armadas estavam a favor de Lula e contra os manifestantes – a prova é que mentiram para eles e se juntaram à polícia para enfiar na cadeia quem estava na frente dos quartéis em Brasília. É o exato contrário: as imagens gravadas mostram um general do Exército, e chefe supremo dos serviços de segurança do governo, circulando passivamente no meio dos invasores, enquanto seus subordinados ofereciam a eles cortesias e garrafas de água. Os crimes cometidos no dia 8 de janeiro não interessavam à oposição, nem “ao Bolsonaro”. Serviam apenas para Lula se fazer de vítima e jogar a mídia numa frenética tempestade de denúncias contra a “direita” – e a favor da repressão cada vez mais ilegal que o STF, transformado em delegacia de polícia, faz contra os acusados em seus inquéritos.

Com a revelação da verdade, até agora escondida como um segredo de Estado, as coisas se explicam: foi o próprio governo, com a participação direta de militares que estão ao seu serviço e juram todos os dias que defendem a “legalidade”, quem armou a baderna do 8 de janeiro. Está provado no mínimo que foi omisso, não fez nada para evitar as invasões (embora soubesse com antecedência que elas iriam acontecer) e tinha um efetivo ridículo para cumprir o seu dever de defender os edifícios atacados. Dá na mesma, em termos práticos.

Tudo fica ainda mais claro quando se verifica que o general foi demitido do cargo no dia em que a CNN publicou os vídeos. Se não fez nada de errado, por que raios foi demitido? E se era culpado, o que estava fazendo dentro do Palácio do Planalto durante esse tempo todo? Não há saída para isso; é xeque-mate. O governo, o PT e os seus militantes na mídia, como fazem em 100% de histórias como essa, desde o primeiro flagrante em que Lula foi pego, estão tentando dar a desculpa sempre absurda de que ele “não sabia” de nada. Se não sabia, por que passou quase todo o seu governo lutando de modo tão furioso para impedir a CPMI? Vendeu cargos, fez ameaças, usou o presidente do Senado como um serviçal para violar prazos e deveres legais, na tentativa de enterrar a comissão. Agora, depois dos vídeos, quer fugir. Não convence uma criança de dez anos de idade.

Tão mal quanto Lula, seu governo e os militares fica o STF. O ministro Alexandre Moraes, no momento mais destrutivo que a Justiça brasileira já viveu em sua história, prendeu 1.400 pessoas pelas invasões em Brasília, mantém até hoje 200 delas encarceradas e começou um espantoso julgamento dos acusados por “lotes” de 100 ou 200 pessoas de cada vez – coisa que simplesmente não existe em nenhuma lei conhecida no mundo. Os advogados, para efeitos práticos, estão impedidos de defender os seus clientes. Pessoas que nem estavam no local dos crimes foram presas, são obrigadas a usar tornozeleiras e já cumpriram – antes mesmo de serem julgadas – mais da metade da pena máxima prevista para o delito de que são acusadas.

Muitos fizeram exatamente o que o general Gonçalves Dias foi flagrado fazendo – deram um passeio pelo Palácio do Planalto, com bandeira do Brasil nas costas, no dia 8 de janeiro. Na injustiça mais escandalosa de todas, o ex-secretário de Segurança de Brasília, que estava nos Estados Unidos no dia dos crimes, está preso há três meses – e o general de Lula, que estava dentro do palácio, está solto, ou esteve solto durante esse tempo todo.

Como sustentar, por três minutos, que alguma coisa dessas seja legal? Como sustentar, sequer, que sejam lógicas? O ministro Alexandre, como Lula, também vai dizer que “não sabia” dos vídeos, nem das omissões, nem de nada? Não estamos, como diz a maioria da mídia, diante de mais um “equívoco”, uma “avaliação errada”, ou um “acidente”. O que está se vendo, com provas, é um ataque direto à democracia.

Jornalista José Roberto Guzzo, publicação originalmente na Gazeta do Povo

 

Leia o depoimento do ‘general do Lula’. É ‘porteira aberta’ para demissões e impeachment

O depoimento desta sexta-feira (21) do ex-ministro do GSI, o general petista e amigo de longa data do Lula, Gonçalves Dias, foi divulgado na íntegra pela Polícia Federal. Ele foi ouvido por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, após a divulgação de novas imagens das câmeras internas do Palácio do Planalto, durante os atos de 8 de janeiro, em que Dias e outros agentes do GSI foram flagrados caminhando tranquilamente entre os vândalos que depredaram o local. Foram mais de duas horas de barbárie, sem que nenhum dos membros do governo do molusco tentasse impedir, além de, muitas vezes, abrirem portas, cumprimentarem e até servirem água aos invasores.

Alguns pontos do depoimento, que inclui apenas as respostas (portanto, sem os questionamentos feitos pelo delegado da PF) revelam que o Palácio do Planalto, o ministério da Justiça, sob o comando do comunista Flávio Dino e até mesmo a ABIN, órgão que está vinculado ao GSI, portanto sob comando do próprio Gonçalves Dias na época, nada fizeram para impedir a depredação, mesmo cientes de que poderia ocorrer.

Segundo o ex-ministro, o GSI também não foi convidado para qualquer reunião que tenha ocorrido com a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal ou com a ‘inteligência’ (vale lembrar que há documentos oficiais já tornados públicos, que informavam sobre os riscos da manifestação daquele domingo de janeiro, com pelo menos 24 horas de antecedência).

Há também pontos contraditórios, como no que afirma estar no Palácio do Planalto desde as 14h50, portanto antes da chegada dos invasores. Mas momentos depois ele afirma que teria entrado no local somente às 16h.

Outro ponto gravíssimo do depoimento revela que ele esteve pessoalmente com Lula ainda na noite de 8 de janeiro, e que mediou um telefonema com o General “Dutra” – Gustavo Dutra, que chefiava o Comando Militar do Planalto, em que o próprio Lula ordenava a prisão dos manifestantes que estavam no Palácio do Planalto e também os acampados diante do quartel do Exército.

Vale lembrar que essas prisões acabaram ocorrendo no dia seguinte, registradas no deprimente vídeo em que famílias inteiras são enganadas para entrar em ônibus oferecidos pela PF. Assim, Lula agiu como ‘polícia’, dando ordem de prisão mesmo sem provas de crimes flagrantes contra aquelas pessoas.

O ex-general SNI encerrou oferecendo a ‘cereja do bolo’ à CPMI que deve ser instalada no Congresso Nacional nos próximos dias, ao confirmar que todas as imagens capturadas pelas câmeras naquele 8 de janeiro estavam, desde então, de ‘posse de todas as instituições’. Em resumo, STF, MPF, PF, PM, Palácio do Planalto, SSP/DF e ministério da Justiça tinham acesso e conhecimento dessas imagens, mas jamais as utilizaram para investigar, de fato, os culpados e responsáveis pelo quebra-quebra.

Provas cabais de ingerência, improbidade administrativa, abuso de poder, desrespeito à constituição e omissão, entre outras aberrações. Uma gigantesca porteira aberta para demissões, prisões de autoridades e processos de impeachment.

Eis abaixo, as declarações prestadas ontem na PF, pelo General/ RR, Gonçalves Dias, ex-Ministro Chefe do GSI/PR.

  1. “Inquirido a respeito dos fatos investigados, RESPONDEU:
  2. QUE é General de Divisão da Reserva;
  3. QUE esteve à frente do Gabinete de Segurança Institucional, nomeado dia 01 de janeiro de 2023, em exercício no dia 02 de janeiro de 2023 e exonerado a pedido no dia 20 de abril de 2023;
  4. QUE já havia trabalhado no GSI anteriormente, de 2002 a 2010, no Departamento de Segurança;
  5. QUE ao ser nomeado chefe do GSI não foi tratado com o Presidente da República ou outra autoridade a respeito das manifestações antidemocráticas que estavam ocorrendo desde o resultado das eleições presidenciais em 2022;
  6. QUE isso já estava sendo tratado pela equipe de transição e essa era uma das pautas de preocupação da equipe de transição;
  7. QUE ao assumir no dia 02 de janeiro, durante cerca de 5 dias estava ainda se ambientando as funções, haja vista que não houve passagem de função com o Ministro anterior;
  8. QUE dentro do GSI existe a Secretaria de Coordenação de Segurança Presidencial, que avalia o nível de criticidade de eventuais movimentos que estejam acontecendo no território nacional a partir de informações recebidas de outros órgãos e agências, principalmente de secretarias de segurança pública;
  9. QUE deixa registrado que o acompanhamento dos movimentos são atribuição do Ministério da Justiça, Secretaria de Segurança Pública e Ministério da Defesa;
  10. QUE o declarante fez parte da equipe de transição responsável pela parte de segurança do Presidente da República e que houve reuniões para tratar da segurança da posse presidencial em que esses movimentos antidemocráticos foram considerados na C1CCR – Centro Integrado de Comando e Controle Regional da SSP/DF, frisando-se, antes da posse presidencial;
  11. QUE, indagado sobre o movimento de instalação de acampamentos em frente aos quartéis do Exército, afirma que é uma área militar e há um regulamento que prevê a desocupação;
  12. QUE sua função como chefe do GSI não se confunde com as atribuições de militares das forças armadas;
  13. QUE cabia ao Exército Brasileiro fiscalizar e regular e, se fosse o caso, retirar os acampamentos;
  14. QUE não tem conhecimento a respeito de ações radicais que ocorreriam em manifestação na cidade de Brasília entre 06 e 08 de janeiro;
  15. QUE respondeu achar um absurdo o GSI não ser convidado para participar da reunião na SSP/DF onde foi delimitada no Plano de Ações Integradas (PAI) as atribuições das instituições de Estado;
  16. QUE no GSI a Secretaria de Coordenação de Segurança Presidencial chefiada à época pelo General FEITOSA deveria ter sido convidada pela SSP para a participar da reunião;
  17. QUE não sabe qual pessoa da SSP que deixou de convidar o GSI para a reunião;
  18. QUE o GSI sempre é convidado a participar, inclusive participou da reunião para elaboração do PAI referente à Posse Presidencial;
  19. QUE estes convites só existem quando há manifestações; QUE o GSI não recebeu o PAI referente aos atos, n° 1609468/2023;
  20. QUE não tem conhecimento se havia agentes de inteligência da ABIN ou outros do GSI monitorando o acampamento;
  21. QUE nos 5 dias de sua gestão, período antes dos ataques, não ordenou esse monitoramento por agentes dessas instituições;
  22. QUE a ABIN era diretamente ligada ao Gabinete do GSI e todas as informações eram direcionadas diretamente ao chefe do GSI;
  23. que, indagado se recebeu informações de inteligência da ABIN a respeito do aumento de fluxo de ônibus e chegada de pessoas após 6 de janeiro a BSB, informou que não recebeu qualquer relatório de inteligência;
  24. QUE a CCA1 do Congresso Nacional solicitou ao GSI, que encaminhasse todas as informações de inteligência que envolvessem os atentados do dia 8 de Janeiro;
  25. QUE o GSI encaminhou mensagens compiladas em grupos de aplicativos à CCAI;
  26. QUE o declarante apenas teve conhecimento dessas mensagens ao solicitar à ABIN o encaminhamento para a CCAI;
  27. QUE nessas mensagens do dia 2 ao dia 7 não havia informações relevantes;
  28. QUE ressalta que o acampamento em frente ao Quartel General do Exército estava pouco ocupado e praticamente desmobilizado;
  29. QUE no dia 7 houve incremento na chegada de ônibus em Brasília;
  30. QUE as mensagens do dia 8 pela manhã constavam pessoas fazendo discursos exaltados, ameaçando invadir prédios públicos da República;
  31. QUE o compilado de mensagens não pode ser considerado tecnicamente um relatório de inteligência para produção de conhecimento para assessorar a decisão do gestor;
  32. QUE não sabe informar se esses informes da ABIN levaram em consideração informações passadas pelas PRF e ANTT;
  33. QUE nesse período recebeu vários relatórios da ABIN, mas nenhum tratando das manifestações;
  34. QUE não recebeu orientações ou ordens de superiores militares ou agentes políticos para tolerar esses grupos de manifestantes;
  35. QUE, indagado sobre as providências que adotou para proteger o Palácio do Planalto e a Chefia do Poder Executivo do dia 06/01 ao dia 08/01, respondeu que houve a adoção do plano Escudo, dentro do nível de criticidade avaliado pela Secretaria de Coordenação de Segurança, subordinada ao GSI, coordenada pelo General FEITOSA;
  36. QUE em relação ao efetivo regular de emprego de agentes de segurança do GSI é importante verificar com o Gen. FEITOSA, que era o responsável,
  37. QUE no dia 07/01 o efetivo do GSI, dentro da classificação de risco, era regular;
  38. QUE no dia 08/01, ao perceber a ineficiência das forças de segurança distritais para conter os ânimos exaltados e ações criminosas de alguns manifestantes, solicitou reforço por volta de 14:50 de efetivo ao Comando Militar do Planalto – CMP;
  39. QUE caso o nível de criticidade fosse alto, conseguiria utilizar todo o efetivo do Comando Militar do Planalto e, conforme a necessidade, acrescidas outras tropas como ocorreu na posse presidencial;
  40. QUE teve informação do Cel. GARCIA, que é o chefe de segurança das instalações, que havia 45 agentes de Coordenação Geral de Segurança, 46 militares do 1° Regimento de Cavalaria de Guardas e 1 Pelotão de Choque de Reforço com 38 militares do Batalhão da Guarda Presidencial;
  41. QUE não tem conhecimento se estava sendo utilizada a guarda verde, mas que, em razão das funções específicas desse grupamento, não seria um absurdo se não fosse utilizada;
  42. QUE, indagado a respeito das declarações do Gen. DUTRA, ex-comandante militar do Planalto, de que o Coronel ALEXANDRE SANTOS DE AMORIM, que era Coordenador de Avaliações de Risco do GSI, havia classificado o evento como “risco laranja”, afirma que não teve conhecimento antes do dia 8 de janeiro de qualquer documento por ele produzido nesse sentido;
  43. QUE, ao abrir a sindicância para apurar as circunstâncias do evento, chegou ao seu conhecimento que houve a produção dessa informação pelo coordenador citado, mas não se recorda, nesse momento, qual era a classificação de risco informada no documento;
  44. QUE a sindicância deve terminar até o final deste mês e deverá ser encaminhada ao STF;
  45. QUE não tem informações decoradas sobre como a segurança do Palácio do Planalto deve ser empregada no cenário de risco laranja, mas estas devem estar no Plano Escudo;
  46. QUE não sabe dizer qual a classificação de risco para o evento de 08 de janeiro e se seria de normalidade;
  47. QUE o responsável pela classificação de risco do evento seria o Gen. FEITOSA;
  48. QUE não sabe em que dados o GSI se baseou para classificar o risco do evento;
  49. QUE tem conhecimento que o Palácio do Planalto, foi invadido as 15h41min;
  50. QUE o declarante chegou no Palácio do Planalto por volta de 14h50min e viu a multidão conseguir superar o bloqueio da PMDF e partir em direção do Palácio do Planalto;
  51. QUE havia uma tropa da PM na altura do início do estacionamento e foi retraindo conforme a pressão dos manifestantes e isso abriu espaço para eles subirem a rampa;
  52. QUE uma outra parte da multidão entrou pela lateral superando o combate do pelotão do exército, que lançava gás lacrimogênio e elastômetro;
  53. QUE inicialmente entraram quebrando as vidraças;
  54. QUE se estima que o pelotão do exército do BGP era composto por cerca de 30 homens;
  55. QUE os militares e policiais militares mostraram boa combatividade, inclusive testemunhado pelo próprio declarante que estava no momento da invasão;
  56. QUE antes da invasão ao chegar no Palácio do Planalto, por volta de 14h50min ligou para o Gen. DUTRA e pediu reforço de tropa e ele informou que estava providenciando;
  57. QUE e possível o declarante ter entrado no Palácio do Planalto as 16h;
  58. QUE até a entrada do declarante no Palácio do Planalto, o declarante não viu a tropa de reforço do exército chegar, mas isso não quer dizer que ela não tenha chegado;
  59. QUE sabe que ao final da operação o total de militares era de 487 e de policiais militares era de 520;
  60. QUE não tem conhecimento se houve demora injustificada do exército;
  61. QUE ao entrar no prédio do Palácio do Planalto se dirigiu ao 4° andar e verificou que havia invasores e estavam sendo retirados por agentes do GSI e após descer para o 3° andar fez uma varredura e encontrou outros invasores na sala contígua e conduziu essas pessoas a saída, após as portas de vidro;
  62. QUE nesse momento ligou para o Cel. VANDELI e solicitou que ele requisitasse o Choque da PM e apoiasse a realização das prisões;
  63. QUE indagado o porquê no 3° e 4° piso conduziu as pessoas e não efetuou pessoalmente a prisão, respondeu que estava fazendo um gerenciamento de crise e essas pessoas seriam presas pelos agentes de segurança no 2° piso tão logo descessem, pois esse era o protocolo;
  64. QUE o declarante não tinha condições materiais de sozinho efetuar prisão das 3 pessoas ou mais que encontrou no 3° e 4° andar sendo que um dos invasores, encontrava-se altamente exaltado;
  65. QUE já havia dado ordem ao Cel. VANDERLI e Cel. ROGERIO para que essas prisões fossem feitas;
  66. QUE não deu ordem para evacuar os invasores do prédio, mas se porventura algum de seus subordinados deu essa ordem, não foi de seu conhecimento;
  67. QUE a ordem era de prisão e foram efetuadas mais de 200 prisões;
  68. QUE indagado a respeito do Major JOSÉ EDUARDO NATALE DE PAULA PEREIRA, haver entregue uma garrafa com água a um dos invasores;
  69. QUE deve ser analisado pelas circunstâncias do momento os motivos do major, mas que se tivesse presenciado o teria prendido;
  70. QUE as imagens divulgadas pela imprensa apresentam uma possível proximidade física e temporal do declarante com a conduta do MJ. JOSÉ EDUARDO;
  71. QUE na verdade houve um corte e edição na gravação de aproximadamente 30 minutos, ficando claro que não estava no mesmo tempo em que ele entregou a garrafa de água;
  72. QUE todas as pessoas que aparecem nos vídeos do 3° piso da já foram identificadas e os nomes encaminhados pelo atual ministro interino do GSI ao Ministro do STF ALEXANDRE DE MORAES;
  73. QUE confirma as declarações do Gen. DUTRA de que na noite dos atentados de 8 de janeiro, ele entendeu não ser conveniente e seguro a prisão dos vândalos naquele momento sem planejamento e em razão dos ânimos exaltados e a presença e de famílias, idosos e crianças;
  74. QUE ao receber telefonema do Gen. DUTRA passou seu telefone ao Presidente da República para que argumentasse diretamente com ele;
  75. QUE não sabe dizer se o Gen. DUTRA convenceu o Presidente, mas de fato a operação ocorreu no dia seguinte;
  76. QUE indagado se o declarante entende se houve apagão da inteligência, respondeu que acredita que houve um “apagão” geral do sistema pela falta de informações para tomada de decisões;
  77. QUE todas as filmagens das câmeras de segurança do Palácio do Planalto no dia 8 de janeiro foram fornecidas integralmente as instituições do Estado, sem omissão de possíveis filmagens;
  78. QUE entrega um documento de Título “Imagens do sistema de vídeo monitoramento” com duas páginas e o documento de título “Quadro resumo de eventos registrados – 08 de janeiro de 2023” com duas páginas.
  79. Nada mais havendo, este Termo de Declarações foi lido e, achado conforme, assinado pelos presentes”.

Jornal da Cidade Online

 

PE. BRANDT: Ícone da Educação no Maranhão

                                                                   Padre Brandt

* José Augusto Silva Oliveira*

Sacerdote, professor, educador, pesquisador, historiador, político e escritor, o Monsenhor Clodomir Brandt e Silva, o Padre Brandt, nome com que se tornou conhecido, nasceu em Colinas, MA, a 22 de novembro de 1917. Filho de Sebastião Gonçalves Silva e Carolina (Sinhá) Brandt e Silva, era o quinto de uma família de nove irmãos. Residiu em Caxias e ingressou no Seminário Santo Antônio, em São Luís, em 1932, ordenando-se padre em 1ᴼ de janeiro de 1943, na catedral metropolitana, por D. Carlos Carmelo de Vasconcelos Motta. Em discurso pronunciado naquela data, por certo pontilhado de extrema emoção, faz-se destacar: E hoje, que consoladora verdade, fui ungido para o serviço do altar, para a corte de Deus, para o ministério do Altíssimo. Que grandeza! Que esplendor! Que bondade do Pai Onipotente! Fazer de um pobre e fraco homem, cheio de misérias e pecados, um seu sacerdote, um seu ministro, um outro Cristo! Meu Deus, como avaliar a alegria imensa e a exultação incomparável que vive no meu coração a alargar os horizontes da minha vida sacerdotal.

No dia 2 de janeiro de 1943, um dia após sua ordenação, Pe. Clodomir celebrou sua primeira missa, na Igreja de Santo Antônio, ao lado do Seminário. No dia 3, recebeu sua primeira provisão, assumindo como vigário a Paróquia de São Vicente de Paulo, no João Paulo. Em seguida, foi substituto do capelão da Santa Casa de Misericórdia, Monsenhor Arias Cruz, ocasião reservada a ele pelo destino para assistir aos últimos momentos de enfermidade de seu pai Sebastião, dando-lhe o conforto e a alegria de participar de uma missa do filho, a quem tanto desejara ver ordenado padre, antes de morrer, a 6 de março daquele ano.

Um ano depois de sua ordenação, foi então nomeado vigário de Arari. Partiu em lancha, saindo da rampa Campos Melo em 1ᴼ de janeiro de 1944, rumo ao desconhecido geográfico, humano e espiritual, conforme suas palavras, chegando a Arari no dia 8, logo tomando posse da paróquia, celebrando sua primeira missa no dia 9, iniciando rapidamente sua missão naquela terra, apostolado de mais de meio século de abnegado empreendimento cristão e exercência de amor ao próximo.

Além do zelo extraordinário como sacerdote, Clodomir Brandt tomou como prioridade a educação. Começou com dois alunos, uma pequena mesa e três cadeiras, em um dos cômodos da casa que primeiro o recebeu, que logo se tornou pequeno, obrigando-o a transferir-se algum tempo depois para um imóvel alugado com a chegada de novos alunos. No dia 15 de fevereiro, ainda de 1944, fundou o Instituto Nossa Senhora da Graça, colégio para alunos do sexo masculino. Em 10 de junho de 1945, organizou e instalou uma entidade benemérita a que denominou de Associação da Doutrina Cristã – ADC. Dividiu a ADC em quatro secretariados: Assistência e Promoção Humana; Educação; Catequese e Evangelização; e Cultura, objetivando a promoção do homem em todas as suas manifestações de vida.

Em 1947, fundou o Instituto Bom Jesus dos Aflitos, colégio para meninas. A boa fama do ensino propagou-se por todo o Estado e, não raro, chegavam alunos de outras regiões. O internato, segundo palavras de Diana Brandt, sua tia, e de Carolina (Sinhá) Brandt e Silva, sua mãe, que também dedicaram anos de suas vidas no controle da casa e dos internos, tornou-se famoso no Maranhão e além deste, pelo rigor, não somente dos estudos, mas também por correções de comportamento para a vida, buscando a formação de verdadeiros cidadãos.

Igreja Nossa Senhora das Graças – Arari

Em 1964, instalou o Ginásio Arariense. Em 1965, fundou o pré-escolar Jardim de Infância Menino Jesus. Em 1969, criou a Escola Normal de Arari e, em 1992, o 4ᴼ Ano Adicional. Atualmente, este complexo educacional tem a denominação de Colégio Arariense. Tudo isto feito à custa de muito sacrifício, em muitos casos com recursos próprios, do seu sustento. Ergueram-se capelas, o colégio se ampliou, surgiu uma biblioteca pública, uma cooperativa, uma escola de artes gráficas, uma escola de música, uma escola de corte e costura, um escola de carpintaria, um jornal semanal Notícias, uma livraria, um laboratório, um ambulatório… Outras coisas foram surgindo e o patrimônio da paróquia de Arari passou a contar como um dos maiores da Igreja do Maranhão.

Foi um mestre infatigável, um educador sem rival e pioneiro na região. Sem dúvida, a história da educação maranhense, do século XX, não poderá ser contada sem que se faça referência ao Monsenhor Clodomir Brandt e Silva, como afirma José Fernandes, historiografando o Padre Brandt e sua obra redentora (Caderno A, jornal O Estado do Maranhão, de 26 de abril de 1998). A propósito, quando José Fernandes propôs o nome do Pe. Brandt para sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão – IHGM, inusitadamente fora dispensado o parecer da Comissão Técnica, exigência do regimento da Casa, merecendo aprovação imediata e unânime, demonstração de inequívoca satisfação em ter o pároco de Arari entre os membros daquele sodalício.

Como pesquisador, historiador e escritor, em meio a tantas atividades, arranjou tempo para escrever vinte e sete livros – romances, teatro e ensaios, inclusive a história de Arari, a genealogia de seus primeiros moradores e da própria família, trabalhos publicados pela Editora Notícias de Arari, também por ele criada. Em Folha caída, minha dor (1989), primeiro romance, relata a história realística do homem do campo, sem terras para plantar, expulso por donos ou pseudo-donos, uma contribuição para o estabelecimento da paz no meio rural em permanente estado de guerra podre, conforme prefacia.

Antecedendo esta publicação, denuncia em Notícias, de 6 de dezembro de 1980: Quando se anda pelo interior do município, através de rústicas estradas de barro, esburacadas e poeirentas, o que se vê de espaço a espaço, são as ruínas de casas, na quase totalidade de palha, casas que foram abandonadas, destruídas ou queimadas… Para onde foi o povo que sofreu a violência? Foi para as cidades, formar o cinturão de pobreza e de aspirações que desafiam as autoridades com soluções que nunca chegam. Casas abandonadas, restos de casas, lugares de casas, símbolos da injustiça e da opressão. Nos romances que se seguem, Os caminhos de Silvânia (1984); Arnaldo (1988); Luzia dos olhos verdes (1ᵊ ed. 1991; 2ᵊ ed. 1997) exercita o conhecimento da realidade interiorana, retratando experiências religiosas, culturais e sociais.  A semente que cresceu entre espinho (1989), texto para teatro, não é história – é uma interpretação de fatos sociais usando protótipos que podem estar encarnados em pessoas que são da História.

Jornalista e orador fluente utilizou principalmente o púlpito para o exercício dos seus dons de oratória. Exercendo intensa atividade político-partidária, por mais de trinta anos, conquistou adeptos fiéis e adversários inflexíveis. A sua atuação política, além de polêmica, foi mesclada por lances dramáticos, mormente quando combateu as forças do vitorinismo. Líder absoluto na região, durante considerável número de anos, elegeu deputados em duas legislaturas somente com votação própria. Elegeu quatro prefeitos do município de Arari e a si mesmo vereador majoritário por três vezes.

Viveu sem multa comodidade ou conforto material maior, missionário de uma pequena cidade do interior maranhense, junto do povo simples, a quem se unira pelos laços do amor. Sobre ele, o imortal D. José de Medeiros Delgado, fundador da Universidade Católica, da qual se originou a atual Universidade Federal do Maranhão, quando arcebispo metropolitano de São Luís, escreveu um trabalho retratando sua personalidade, a que deu o título de Pobreza Sorridente. Todo o seu trabalho realizado e vivido com intensidade foi sustentado no lema por ele criado: Vim para servir. Para ele também são as palavras de São Paulo: Combati o bom combate, cheguei ao termo de minha carreira, guardei a fé. Desde agora me está preparada a coroa de justiça que o Senhor me há de dar em prêmio (2 Tm. 4,7). Faleceu na manhã ensolarada do dia 22 de abril de 1998, aos 81 anos de idade. César Abbas Prazeres, em artigo publicado pelo jornal O Estado do Maranhão, de 29 de abril de 1998, expressa um grande desejo do Pe. Brandt: Daqui não sairei. Morrerei com as garras presas à minha Igreja e a este povo. Seu corpo repousa na nave central da Igreja de Nossa Senhora da Graça, em Arari, MA.

*Professor, Ex-Reitor da Uema, Sócio Efetivo do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM), Membro Fundador da Academia Maranhense de Ciências (AMC), Membro da Academia Maranhense de Ciências, Letras e Artes Militares, Membro da Academia Brasileira Rotária de Letras – Seção do Maranhão, Membro Correspondente da Academia Arariense-Vitoriense de Letras (AVL), do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte e do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina.

 

 

            

 

 

 

Após demissão e pedido de prisão, ‘general do Lula’ se vê enrolado em outra grave suspeita

O pedido de demissão do ex-ministro do GSI, general da reserva Gonçalves Dias, não aliviou em nada a sua situação. Flagrado caminhando entre os invasores e vândalos nos atos de 8 de janeiro, nas cenas (até então, sob sigilo) divulgadas pela CNN Brasil, na quarta-feira (19), Dias vive agora o drama do depoimento à Polícia Federal, por ordem do ministro Alexandre de Moraes (STF), e ainda aguarda a análise pela Procuradoria Geral da República de um ‘super pedido’ de prisão contra si, encaminhado por deputados e senadores.

Mas ele terá, ainda, que se explicar sobre uma outra gravíssima suspeita, após ter apresentado um atestado médico, também na quarta-feira, para faltar a uma audiência pública na comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime da Câmara dos Deputados, para a qual foi convidado justamente para falar sobre os atos daquele fatídico domingo de janeiro. No mesmo horário em que o documento médico alegava ‘sua indisposição de saúde’, ele concedia uma entrevista à Globo News, na qual tentava ‘se explicar’ sobre as imagens.

Com base nisso, vários parlamentares entraram com o pedido de ‘verificação de veracidade do atestado’ que conta com a assinatura e o carimbo do médico, mas que não detalha a doença, bem como a gravidade da mesma ou o período necessário para recuperação:

“Acabei de elaborar um requerimento solicitando explicações do Dr. João Luiz Henrique da Silveira, referentes ao atestado apresentado pelo Ministro Gonçalves Dias. No mesmo requerimento, solicitei a ficha de atendimento médico e as filmagens da clínica. O povo brasileiro está cansado de ser passado para trás”, escreveu o deputado federal Gilberto Silva (PL/PB), publicando uma cópia do atestado em suas redes sociais.

Jornal da Cidade Online

Asneiras ditas por Lula sobre pessoas com deficiência repercutem negativamente

Marcos Mion, o apresentador da Rede Globo, de 43 anos, que ficou no lugar de Luciano Huck, no programa “Caldeirão”, é mais um entre os “decepcionados” com o novo governo do Lula (PT). Em fala recente, o ex-condenado da Lava Jato atrelou a violência nas escolas brasileiras a pessoas diagnosticadas com deficiência intelectual e mencionou “desequilíbrio de parafuso”.

– Sempre ouvi dizer que a Organização Mundial da Saúde sempre afirmou que a humanidade deve ter mais ou menos 15% de pessoas com problema de deficiência mental. Se esse número é verdadeiro, e você pega o Brasil com 220 milhões de habitantes, se você pegar 15% disso significa que temos quase 30 milhões de pessoas com problema de desequilíbrio de parafuso. Pode uma hora acontecer uma desgraça – declarou, em discurso a líderes de partidos, governadores e prefeitos aliados, enquanto aproveitava o momento para pedir apoio a uma proposta de regulação urgente das redes sociais.

O galã global, que é pai de Romeo, 18 anos, diagnosticado com autismo severo, repudiou a fala do chefe do Planalto e disse que os termos escolhidos para o discurso eram “irresponsáveis”.

– Isso não é só pejorativo como também incentiva que outras pessoas continuem usando esses termos – explicou.

Jornal da Cidade Online

Maranhão é um dos estados com áreas da Amazônia em que o desmatamento cresceu 3%, diz o Imazon

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (20) pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia, o Imazon, entidade fundada em 1990 e que realiza pesquisas e monitoramento de controle de desmatamento da Amazônia Legal, desde 2008.

E apontam que o desmatamento na região triplicou neste mês de março de 2023, em relação ao mesmo período de 2022. Com base em análise de imagens de satélite, foi detectado um desmatamento de 344 km². No ano passado, o índice foi de 123 km², entre 1 e 31 de março. O índice é também o pior desde o início da série histórica, quando, vejam só, o Lula também era presidente do país.

O desmatamento subiu em oito dos nove estados que contam com áreas da Amazônia Legal: Amazonas (30%), Pará (27%), Mato Grosso (25%), Roraima (8%), Rondônia (6%), Maranhão (3%) e Acre (1%).

“Foram derrubados 867 km² nos três primeiros meses deste ano. Área que equivale à perda de quase mil campos de futebol por dia de mata nativa”, esclarece o Imazon.

No estado do Amazonas, onde a situação é mais crítica, a área desmatada acumulada neste ano é de 104 km², contra 12 km² em 2022. Um aumento de 767%.

Essa é só mais uma das inúmeras promessas de campanha ‘não cumpridas’ pelo molusco, que jurou que iria acabar com o desmatamento no país, mas que caminha rapidamente para quebrar os próprios recordes, ainda no primeiro mandato, quando o Brasil registrava altíssimo índices de desmatamento.

E, claro, neste desgoverno no setor ambiental tem também o ‘dedinho’ de Marina Silva, a ministra do Meio Ambiente, que terá que inventar uma nova narrativa para esconder a própria incapacidade.

Talvez, dessa vez, ela divulgue para o mundo que temos 200 milhões de famintos ou que todos os desmatadores são eleitores de Bolsonaro. Não duvidem!

Jornal da Cidade Online

 

Pela “jurisprudência” extraída do 8 de janeiro, Lula tem que cair e ser preso

Não sei se alguém percebeu a “coincidência” de Lula estar “zanzando” fora de Brasília (estava em Araraquara-SP), na data dos terríveis episódios que redundaram em ataque injustificável e depredação aos prédios e instalações dos Três Poderes, em Brasília.

O que ninguém duvida é que ‘politicamente’ esse episódio favoreceu a esquerda e o Governo Lula, e desmereceu profundamente a direita, especialmente os chamados ‘bolsonaristas’, acusados de serem responsáveis por esses atos de vandalismo.

Foi o que bastou para serem imediatamente afastados e presos, por ordem do Ministro do STF, Alexandre de Moraes, relator do ‘Inquérito do Fim do Mundo’, algumas autoridades civis e militares, acusadas de OMISSÃO frente aos acontecimentos.

Foram afastados o Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, o Secretário de Segurança Pública do DF, Anderson Torres, ex-Minisro da Justiça e Segurança Pública no Governo Bolsonaro, e o Comandante da Polícia Militar do DF, Cel.Fábio Augusto Vieira, dentre diversas outras autoridades.

Em vias de ser apontada e provada toda a responsabilidade do próprio Governo Lula como articulador do vandalismo em Brasília, que usou a multidão de manifestantes contra o resultado das eleições presidenciais como mera massa de manobra da própria esquerda, ‘puxada’ por agentes do Governo Lula, foi solicitado ao Gabinete de Segurança Institucional do Palácio do Planalto-GSI, os vídeos realizados dentro do próprio Palácio do Planalto, que gravaram todos os acontecimentos respectivos.

Foi NEGADO.

Mas o Governo Lula teve o azar de ir ao ar pelo canal de televisão CNN uma gravação fiel do interior do Palácio, mostrando com total nitidez as ‘lideranças’ dos atos ‘terroristas”, ‘coincidindo’ essas lideranças com servidores do GSI e do próprio Ministro do Gabinete de Segurança Institucional, General Gonçalves Dias.

E não foi OMISSÃO dessas autoridades com os atos ‘terroristas’ de 8 de janeiro. Foi AUTORIA. Foi ‘direcionamento’ dos terroristas.

Considerando a ‘lógica’ dos Inquéritos no STF sobre 8 de janeiro, em que diversas autoridades foram afastadas e presas por OMISSÃO, conforme ordem do Ministro Alexandre de Moraes, não resta qualquer dúvida que essa mesma “sentença”, por princípio de ‘jurisprudência’, deveria recair sobre o Presidente Lula, devido à participação direta do seu Ministro do GSI, General Gonçalves Dias, quem sabe até por ARTICULAÇÃO. Isso porque se sabe que não é nada raro no mundo do crime o seu autor ‘intelectual’ estar longe no momento da sua execução.

‘Jurisprudência’ nesse sentido, envolvendo decisão do próprio Ministro Alexandre de Moraes, pode ser buscada no afastamento e prisão do então Secretário da Segurança Pública do DF, Anderson Torres, responsabilizado pelos atos criminosos de 8 de janeiro, por OMISSÃO, mesmo estando longe, em viagem aos Estados Unidos, em 8 de janeiro.

Que diferença existe entre a situação de Anderson Torres, para Lula, que igualmente a Anderson estava fora de Brasília, em 8 de janeiro, quando tudo aconteceu? E nas ‘barbas’ do seu próprio governo que comprovadamente facilitou toda a ação dos ‘terroristas’?

Sérgio Alves de Oliveira

Advogado, sociólogo, pós-graduado em Sociologia PUC/RS,