Portaria da Receita Federal sobre o PIX era cobrar mais impostos e complica a mentira do governo Lula

O impeachment vai ganhando uma força descomunal. Os crimes cometidos pelo atual governo são inúmeros e Lula está ficando totalmente sem sustentação política, em razão de sua gigantesca fraqueza. Sobre o caso envolvendo o monitoramento do Pix acaba de surgir uma revelação bombástica, totalmente desmoralizante para Lula e Fernando Haddad. Segundo a própria Receita Federal, o objetivo do monitoramento do Pix era mesmo fazer ‘pente fino’, como denunciou o deputado federal Nikolas Ferreira, naquele famoso vídeo que fez com que esse governo mequetrefe de Lula recuasse. Ou seja, a ideia era extrair ainda mais sangue do pescoço do contribuinte brasileiro.

Confira um trecho da Portaria da Receita Federal

É o que mostra a exposição de motivos do documento da Receita Federal. A portaria foi assinada em 10 de setembro de 2024 e publicada em 18 de setembro, com entrada em vigor prevista para 1º de janeiro de 2025. Após polêmicas e especulações sobre uma suposta taxação do Pix, o governo revogou a medida. Em meio à crise, o secretário da Receita Federal mentiu. Robinson Barreirinhas afirmou que a medida visava combater “crimes” e “lavagem de dinheiro”. Essas expressões sequer aparecem no documento oficial.

O deputado Nikolas Ferreira não deixou por menos e publicou em suas redes sociais:

“Documento mostra que Portaria do Pix de Lula foi feita para arrecadar. Exposição de motivos da portaria não cita ‘crime’ ou ‘lavagem de dinheiro’, e sim pente-fino da Receita. Nós estávamos certos. Bendito vídeo que salvou o Brasil.”

Jornal da Cidade Online

As perguntas que Alexandre de Moraes não conseguiu responder à OEA

Durante a recente visita da comitiva da Organização dos Estados Americanos (OEA) ao Brasil, diversas questões sem resposta trouxeram à tona práticas de censura e restrições à liberdade de expressão.

O jornal Gazeta do Povo trouxe à público algumas questões que Moraes não conseguiu responder:

“Não vai adiantar ao STF presentear com gravatinhas o representante da OEA para Liberdade de Expressão. Na visita ao Brasil, a comitiva do advogado Pedro Vaca Villareal ouviu muitas perguntas sem resposta envolvendo a prática de censura e o cerceamento à livre opinião no país. Perguntas que há anos vêm sendo feitas pelos brasileiros. E que há anos são solenemente ignoradas pelo censor-mor do Judiciário.

Se o relator colombiano tiver um mínimo de desconfiômetro, haverá de se perguntar como é que se “defende a democracia” agredindo a liberdade de expressão de forma tão escancarada.

Quanto à prática da censura, o ministro Alexandre de Moraes acabou fazendo uma confissão explícita. Ele disse que ordenou o bloqueio de “apenas” 120 perfis nas redes sociais. Como se a censura se contasse em números, só passando a ser perniciosa caso quando ultrapassa a casa de milhões de cala-bocas.

Como não ficou restrito à bolha do consórcio governo do PT e do STF, o relator da OEA ouviu relatos pormenorizados dos abusos cometidos. Ele volta para Washington com a mala cheia de documentos comprobatórios.

Com certeza foi informado, também, das manifestações do presidente da Câmara, Hugo Motta, e do ministro da Defesa, José Múcio Monteiro. Ambos disseram em entrevistas que não faz sentido classificar os atos de 8 de janeiro como tentativa de golpe. Até o ministro da Defesa admite que isso salta aos olhos. De que há gente inocente pagando por crime não cometido. Gente que quebrou uma vidraça e acabou recebendo condenação maior do que a normalmente aplicada a assaltantes à mão armada.”

Pelo visto a chegada de Donald Trump já está fazendo efeito. De fato, o presidente americano, segundo fontes próximas, considera algumas decisões do STF uma afronta diplomática séria. Há sinais de que sanções contra o Brasil estão sendo analisadas, tanto como forma de pressionar o governo brasileiro, quanto para reafirmar o compromisso de Trump com a liberdade política de aliados estratégicos.

Jornal da Cidade Online

Servidores do Ibama fizeram 10.000 viagens em 2024, às custas de quem paga impostos

Acusados por Lula de “lenga-lenga” pela demora em liberar até pesquisa da Petrobras na incrível reserva de petróleo no litoral norte do Brasil, servidores do Ibama foram ligeiros para viajar exatas 10.000 vezes, por conta de quem paga impostos, durante 2024. Está tudo registrado no Portal da Transparência. A despesa milionária do vai-e-vem bateu no céu: R$45,7 milhões. Além voar pelo Brasil, a turma adora destinos como Suíça, Canadá, França, Noruega e Japão com dinheiro alheio.

Tamanho da fatura

A viagem mais cara durou mais de seis meses: Yanka Laryssa Almeida Alves nos empurrou a amarga fatura de R$73.877,93.

Prata na gastança

A viagem de Manolo Trindade, entre 3 de março e 31 de agosto, também nos custou um caminhão de dinheiro: R$71,3 mil.

Gastança liberada

O próprio presidente do Ibama não parece se importar, até porque é um deles: levou R$39,8 mil em diárias em 2024. Desde a posse, R$89,1 mil.

Bico fechado

A coluna pediu ao Ibama alguma explicação sobre os R$45 milhões gastos pelo presidente Rodrigo Agostinho e subordinados. Boca de siri.

Coluna do Claudio Humberto

PGR defende condenação de todo o ex-comando da PM do DF e perda de patentes pelos atos do 8 de janeiro

Alegações finais serão analisadas pelo relator do caso no STF, ministro Alexandre de Moraes. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu no Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação de ex-integrantes da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) por “omissão na contenção” dos atos de vandalismo às sedes dos Três Poderes, em Brasília, no de 8 de janeiro de 2023. A manifestação consta nas alegações finais apresentadas na ação penal na qual os acusados são réus.

No documento, Gonet defende que os coronéis Fábio Augusto Vieira, Klepter Rosa Gonçalves, Jorge Eduardo Naime Barreto, Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra, Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues, o major Flávio Silvestre de Alencar e o tenente Rafael Pereira Martins sejam condenados à prisão e à perda dos cargos na corporação. O procurador reforça as acusações pelos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, deterioração de patrimônio tombado, além da violação de normas internas da PMDF.

Gonet afirmou que a PM tinha conhecimento das informações de inteligência que davam conta do risco de atentados aos Três Poderes entre os dias 7 e 8 de janeiro de 2023, mas os comandantes realizaram um planejamento ineficiente “ignorando deliberadamente as informações de que haveria invasão a edifícios públicos e confrontos violentos, inclusive com indivíduos dispostos à morte”. As alegações finais da PGR e das defesas serão analisadas pelo relator do processo, ministro Alexandre de Moraes. Em seguida, o ministro deve liberar o caso para julgamento. A data ainda não foi definida.

Diário do Poder

 

Deputados lançam ofensiva contra Janja: “Ela está sugando os cofres públicos”, afirma deputado Alden

Em entrevista ao JCO, o deputado federal Capitão Alden (PL-BA) abordou temas importantes, como o pedido de impeachment de Lula, que já conta com mais de 100 assinaturas: “Hugo Motta, presidente da Câmara, disse que possivelmente não abriria nenhum processo de impeachment contra o descondenado Luiz Inácio Lula da Silva, porque seria uma ruptura muito grande no país. Eu entendo que ele falou como representante de um poder, mas não pode falar por todos os deputados federais, ainda mais quando há indícios claros de práticas de crime de responsabilidade.

Infelizmente, a decisão depende exclusivamente do presidente da Câmara, mas nós, como oposição, vamos trabalhar para retirar essa exclusividade do presidente da Câmara. Não é possível que a gente consiga tantas assinaturas e não seja pautado”, ressaltou. O deputado comentou ainda sobre a crise de popularidade de Lula no Nordeste e sobre os gastos exagerados da primeira-dama Janja da Silva.

“Ela está sugando os cofres públicos, se utilizando da condição de primeira-dama para financiar ações de caráter pessoal. Janja custa milhões aos cofres públicos, contrata pessoas à revelia e serviços sem licitação, usa as redes sociais para fazer investidas contra pessoas, como fez com Elon Musk, e até partidos. 

Não falta muito para ela ser, por exemplo, como a esposa do ditador da Nicarágua. Lula está tentando botar Janja nos holofotes para que ela, quem sabe, possa ser sua sucessora, mas ela é tão atrapalhada e despreparada, tão pior do que Lula, que isso não está dando certo”, disparou.

Jornal da Cidade Online

 

Da “Primeira-Dama Sem Calcinha” ao Escândalo da USAID

O Brasil, de certa forma, tornou-se um grande reality show político, onde o público assiste a cada nova temporada esperando o próximo grande escândalo. Enquanto isso, o país continua lidando com problemas estruturais que parecem nunca ter solução real – talvez porque o foco esteja sempre no espetáculo e não no essencial. A política brasileira há décadas flutua entre o cômico e o trágico, misturando escândalos, traições e reviravoltas dignas de um roteiro de filme. Desde os tempos de Fernando Collor, quando a imprensa noticiava o presidente se vangloriando da sensualidade da esposa, até os dias atuais, com a expectativa sobre as denúncias da USAID, o Brasil segue um padrão curioso: governantes ascendem sob grande expectativa, são envolvidos em polêmicas e caem de maneira espetacular. O mais impressionante? O ciclo se repete sempre da mesma forma.

Collor: A Construção e a Queda de um Ícone Midiático

Nos anos 90, Fernando Collor foi o primeiro presidente eleito pelo voto direto após a Ditadura Militar, embalado pela narrativa do “Caçador de Marajás”. A Rede Globo desempenhou um papel fundamental na construção de sua imagem como um jovem líder moderno e moralizador. No entanto, bastaram poucos anos para que as denúncias de corrupção – muitas delas trazidas pelo próprio irmão, Pedro Collor – dessem fim ao seu governo. O escândalo envolvendo o tesoureiro da campanha, PC Farias, revelou um esquema gigantesco de desvio de dinheiro, resultando no primeiro impeachment da história do Brasil.

No meio de tudo isso, a frase “Primeira-dama sem calcinha”, atribuída a Collor ao se referir à então esposa Rosane, serviu para reforçar a imagem de um presidente jovem e viril, mas também expôs o nível de banalidade com que a política era tratada na época. Não por acaso, o Brasil se tornou um país onde os escândalos sexuais e financeiros caminham lado a lado.

O Padrão se Mantém: Escândalos e a Rotação do Poder

Décadas depois, a política brasileira segue o mesmo roteiro. Presidentes são eleitos sob um discurso forte – seja de moralização, desenvolvimento econômico ou justiça social – e, pouco tempo depois, veem seus governos tomados por denúncias, traições e golpes internos. Isso aconteceu com Collor, Lula, Dilma, Bolsonaro e, possivelmente, também com Lula em sua volta ao poder.

Um dos exemplos mais recentes de um escândalo prestes a explodir envolve o governo Biden e a USAID, a agência norte-americana de desenvolvimento. Com a volta de Donald Trump ao cenário político, muitas de suas promessas incluem expor o uso político da USAID em países como o Brasil. O ex-presidente norte-americano e seus aliados alegam que a agência financiou grupos que interferiram nas eleições brasileiras de 2022, favorecendo Lula e enfraquecendo Bolsonaro.

A oposição brasileira aguarda ansiosamente a divulgação da lista de Trump, na expectativa de que ela traga detalhes sobre como esses recursos foram usados e quem realmente se beneficiou deles. No entanto, até o momento, não há provas concretas sobre tais alegações, e o Brasil segue como sempre: um palco onde as peças podem mudar, mas o enredo continua o mesmo.

Brasil: Um País de Crises Fabricadas e Grandes Expectativas

Se há algo que a história nos ensina é que a política brasileira raramente é sobre ideais e muito mais sobre o jogo de interesses. Os escândalos são usados como ferramentas para derrubar ou sustentar governos conforme a necessidade de quem controla a narrativa. A mesma Globo que ajudou Collor a chegar ao poder foi a que o derrubou; os mesmos veículos que elegeram Lula hoje defendem seu governo, ignorando contradições e denúncias. A pergunta que fica é: quem será o próximo protagonista desse ciclo vicioso?

Arlete Caetana Santana. Escritora.

 

Pesquisa do IPEC divulgada neste sábado mostra o aumento do descrédito de Lula junto ao povo brasileiro

Pesquisa do Instituto Ipec (ex-Ibope) divulgada neste sábado (15) mostra que a imensa maioria do povo brasileiro não quer que Lula seja candidato a reeleição. De fato, ninguém suporta mais esse desgoverno. 62% dos brasileiros acham que Lula da Silva (PT) não deveria concorrer à reeleição em 2026, contra 35% que avaliam que o petista deveria tentar um 4º mandato.

Eis as respostas:

– Lula não deveria tentar a reeleição – 62% (eram 58% em novembro de 2024);

– Lula deveria tentar a reeleição – 35% (eram 39%).

– Não sabe ou não respondeu – 3% (eram 3%)

O Ipec também perguntou aos entrevistados que acham que Lula não deveria se candidatar em 2026 por que elas deram essa resposta. O levantamento é espontâneo, ou seja, as pessoas não foram estimuladas com opções de respostas e também puderam dar mais de uma resposta.

Eis os 5 motivos mais citados:

– Não está fazendo um bom trabalho – 36%;

– Porque é corrupto/ladrão/desonesto – 20%;

– Pela idade/está com a idade avançada – 17%;

– Já teve a sua chance/já foi presidente 3 vezes – 11%;

– Por não confiar nele/não gostar dele/não simpatizar com ele – 9%.

O Ipec entrevistou 2.000 pessoas em 131 municípios do Brasil de 6 a 10 de fevereiro de 2025. O grau de confiança do levantamento é de 95%. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Jornal da Cidade Online

Estatais deficitárias continuam patrocinando eventos-palanques milionários para Lula

Tecnicamente quebrados, com rombo de R$500 milhões só em janeiro, como revelou esta coluna, os Correios desperdiçaram R$1,3 milhão para patrocinar um evento que nada tem com sua atividade, o “Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas”, que ocorre esta semana em Brasília. Mas não foi a única estatal a bancar um comício fora de época para o petista. Também Banco do Brasil, Caixa, Serpro e Petrobras foram obrigadas a bancar o evento promovido por entidade presidida por prefeito petista.

É dinheiro público

Os Correios estão sangrando. Sob a presidência do advogado Fabiano Silva dos Santos, o prejuízo chegou a R$3,2 bilhões em 2024.

Pau no trabalhador

O desperdício irritou funcionários dos Correios, muitos com salários atrasados ou com 13º confiscado para bancar dívidas do fundo Postalis.

Grana na gringa

Requerimento na Câmara cobra critérios para patrocínios como os R$600 mil jogados fora na Feira do Livro de Bogotá, Colômbia.

Rasga dinheiro

As demais estatais que bancam o evento-palanque, como a Petrobras, ainda não revelaram quanto torraram para patrocinar o evento.

Coluna do Claudio Humberto

 

SINTSEP ratifica suporte aos servidores do Estado para Recadastramento Digital e Prova de Vida

O Governo do Maranhão deu início ao Recadastramento Digital e à Prova de Vida, um processo obrigatório para todos os servidores públicos ativos do Estado, sejam civis, militares, efetivos, contratados ou comissionados. O SINTSEP está oferecendo suporte aos servidores filiados que enfrentarem dificuldades no recadastramento digital e na prova de vida. Basta se dirigir à sede do sindicato, onde a equipe está pronta para ajudar.

Veja os principais pontos do processo, que deve ser concluído até 14 de março de 2025.

O Que é o Recadastramento Digital?

Realizado pelo Portal do Servidor, o recadastramento permite aos servidores atualizarem informações pessoais, de endereço e escolaridade de forma prática e segura, sem a necessidade de procedimentos presenciais. Ele está integrado à plataforma GOV.BR, que realiza a etapa final, a Prova de Vida.

Quem deve participar?

Todos os servidores públicos ativos do Maranhão estão obrigados a realizar o recadastramento, incluindo aqueles em cargos efetivos, contratados ou exclusivamente comissionados. Aposentados e pensionistas estão isentos.

Passo a passo para o Recadastramento Digital

  1. Crie ou atualize sua conta no GOV.BR:
  • Baixe o aplicativo GOV.BR e entre com seu CPF.
  • Realize o cadastro, aceite os termos e, se necessário, conclua o reconhecimento facial.
  • Eleve sua conta ao nível Prataou Ouropara acessar todas as funcionalidades.
  1. Acesse o Portal do Servidor:
  • Entre com seu CPF e senha no site Portal do Servidor.
  • Preencha o formulário de recadastramento com os dados solicitados.
  1. Realize a Prova de Vida:
  • Abra o aplicativo GOV.BR e clique em “Prova de Vida”.
  • Selecione a opção pendente e siga as orientações para o reconhecimento facial.
  • Verifique se o local está bem iluminado e se o rosto está centralizado para facilitar o processo.
  1. Conclua o processo:
  • Após todas as etapas, um comprovante será gerado no Portal do Servidor.

Prazos e Consequências

  • O recadastramento deve ser realizado entre 15 de janeiro e 14 de março de 2025.
  • Servidores que não concluírem o processo terão acesso bloqueado ao Portal do Servidor e perderão o direito ao benefício da folga prevista no decreto.

Suporte e Dúvidas

Caso enfrente dificuldades, os servidores devem:

  • Recuperar o acesso pelo botão “Esqueci minha senha” no Portal do Servidor.
  • Procurar o setor de Recursos Humanos (RH) do órgão de lotação para suporte técnico.

Fique atento ao prazo e regularize sua situação!

SINTSEP-MA

 

Reação internacional contra Alexandre de Moraes tem “nome e sobrenome” contra o poderoso ministro do STF

Após o ex-presidente Jair Bolsonaro se reunir pessoalmente com integrantes da Organização dos Estados Americanos para dar seu relato sobre Alexandre de Moraes, o portal Metrópoles afirmou com todas as letras:

“Alguns sinais concretos apontam que o ministro Alexandre de Moraes terá, pela primeira vez, dores de cabeça com potencial de deixá-lo em situação desconfortável. A visita da OEA ao Brasil culminará na produção de um relatório robusto sobre a atuação do ministro do Supremo. Um indicativo dessa robustez é de ordem econômica.”

O site ainda diz mais:

“O principal financiador da OEA é o governo dos Estados Unidos, comandado atualmente por Donald Trump. Além de aliado de Bolsonaro, o presidente norte-americano tem em seu núcleo duro dois desafetos de Alexandre de Moraes: o empresário Elon Musk e o estrategista Jason Miller, ambos alvos de decisões judiciais do magistrado brasileiro.

Sem cerimônia, Trump já cortou trilhões de dólares que os EUA destinavam a ONGs e à USaid, agência que patrocina iniciativas no exterior. A cúpula da OEA sabe disso. E, até mesmo por instinto de preservação, fará um relatório que não dê margem a interpretações de que atuou com negligência no caso Moraes.

Histórias de manifestantes presos no 8 de janeiro chamaram a atenção de Pedro Vaca. Entre elas, a de Cleriston Pereira da Cunha, “patriota” que morreu no presídio da Papuda após passar mal. Meses antes do óbito, o gabinete de Moraes ignorou pedidos médicos e um parecer da Procuradoria-Geral da República que solicitavam a soltura de Cleriston Cunha. Quem narrou o episódio para representantes da OEA foi Luiza Cunha, filha do falecido.

O relatório da Organização dos Estados Americanos será robusto, detalhado. A dúvida é quanto à intensidade. Se o documento com repercussão internacional provocará leve dor de cabeça ou enxaqueca em Alexandre de Moraes.”

Pelo visto a chegada de Donald Trump já está fazendo efeito. Ele, juntamente com Elon Musk, é o “nome e sobrenome” por trás desse levante internacional contra Moraes. De fato, o presidente americano, segundo fontes próximas, considera algumas decisões do STF uma afronta diplomática séria. Há sinais de que sanções contra o Brasil estão sendo analisadas, tanto como forma de pressionar o governo brasileiro, quanto para reafirmar o compromisso de Trump com a liberdade política de aliados estratégicos.

Jornal da Cidade Online