Caso de pastor revela Alexandre de Moraes ter se perdido em tantas arbitrariedades

O ministro está se perdendo em meio a tantas atitudes arbitrárias. Num país em que réus condenados só podem ser presos após o trânsito em julgado da sentença, parece absolutamente incoerente e absurdo prender pessoas que ainda sequer foram denunciadas. Porém, o caso do pastor Jorge Luiz Santos é um incompreensível e inaceitável absurdo.

Ele foi detido em Brasília no dia 8 de janeiro. Está preso preventivamente por supostos crimes como associação criminosa armada, abolição violenta do Estado e golpe de Estado. Entretanto, o ministro Alexandre de Moraes considerou erroneamente outra pessoa com o mesmo nome do pastor Jorge Luiz dos Santos ao rejeitar um pedido de liberdade provisória.

Na segunda-feira (29), a própria PGR concordou com a defesa e apontou que Moraes citou um homônimo do pastor, um homem com outro RG e dez anos mais velho, ao mencionar antecedentes criminais e mantê-lo trancafiado.

Isso é crueldade recheada de incompetência, afinal de contas, a vontade do magistrado tem se sobreposto ao direito.

Jornal da Cidade Online

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