No atual desgoverno petista, nem o Exército merece o mínimo de respeito por parte da bandidagem. O país virou uma verdadeira ‘casa da mãe Joana’, uma terra sem lei, onde cada um faz o que quer e só quem é punido é que exerce o seu direito de liberdade de expressão contra essa situação maligna.
De dentro de um quartel em Barueri (SP), foram furtadas 21 metralhadoras. Dessas, 13 são metralhadoras ponto 50, capazes de derrubar aeronaves.
O caso se tornou público e fez com que o general Tomás Ribeiro Paiva finalmente tomasse alguma atitude.
Ele decidiu exonerar o diretor do Arsenal de Guerra de São Paulo, tenente-coronel Rivelino Barata de Sousa Batista, responsável pelo quartel de Barueri.
A exoneração foi anunciada na noite desta quinta-feira (19) pelo general Maurício Vieira Gama, chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Sudeste. O tenente-coronel não será expulso do Exército, mas vai ser removido para outra função.
Por causa das investigações, cerca de 160 militares ainda estão aquartelados – ou seja, impedidos de sair da unidade de Barueri. O chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Sudeste afirmou ainda que civis também estão sendo investigados por possível envolvimento no crime. Algo realmente vergonhoso.
Jornal da Cidade Online