Usuários voltam a interditar terminais de ferrys boats em protesto pela precariedade dos serviços

O dia começou hoje com mais um ato de revolta e indignação de proprietários de empresas de coletivos, de transportes de cargas e passageiros, pela redução drástica dos serviços entre a Ponta da Espera, em São Luís e o Cujupe, na Baixada Maranhense. Das 04 embarcações que vinham operando precariamente, hoje estavam reduzidas a duas, o que deu origem aos protestos. Além dos sérios prejuízos aos transportes de passageiros, o péssimo serviço afeta diretamente o abastecimento de alimentos em diversos municípios de toda a região, concorrendo inclusive para o aumento de preços devido a oferta por falta de transporte marítimo com o reduzido número de ferrys e o rodoviário por falta de estradas.

Ferry José Humberto apresentou mais problemas e outro da Internacional Marítima

A revolta na manhã de hoje é que o badalado ferry José Humberto, motivo de ampla questão nos Ministérios Públicos Federal e Estadual, Capitania dos Portos e Justiça Federal foi retirado mais vez de operação por apresentar problemas técnicos, inclusive foi visto emitindo muita fumaça, com imagens feitas de uma outra embarcação próxima. Outro da Internacional Marítima entrou em pane técnica e a exemplo do primeiro, foi recolhido para mais uma das inúmeras manutenções precárias, em que os problemas sempre retornam e cada vez em maior intensidade.

Diante da retirada brusca de 50% das embarcações em operação, o problema aumentou ainda mais, haja vista que com 04 ferrys, o serviço já é altamente deficiente e uma brusca redução, a revolta é ainda muito maior e a indignação toma proporção de revolta. Infelizmente, as justificativas não convencem mais, e o resultado é que a falência dos serviços de há muito, é uma realidade.

Desde a intervenção do então todo poderoso governador Flavio Dino, na empresa Serviporto, quando o Governo do Estado se apropriou de três embarcações, todas em pleno funcionamento e as sucateou até a paralisação total de todas elas, dando origem ao problema que vem se arrastando e infelizmente sem perspectivas de uma solução.

À semana passada, mesmo diante de observações feitas pelos Ministérios Públicos Estadual e Federal, a Capitania dos Portos liberou o ferry José Humberto, assumindo totalmente a responsabilidade pela navegabilidade e segurança da embarcação. A retirada hoje de circulação, ainda não foi explicada pela MOB, embora a desculpa seja sempre, ajustes técnicos.

A verdade é que o Governo do Estado não está levando a sério um problema que pode tomar proporções graves, além de uma total falta de respeito aos direitos dos cidadãos e empresários que utilizam diariamente os serviços de interesses coletivos voltados para a Baixada Maranhense.

Quando se fala em concorrência pública nacional, a MOB procura ignorar, uma vez que pelo visto há interesse em que a empresa Internacional Marítima continue na exploração dos serviços, como ficou claro na concorrência vergonhosa anulada, em que ela e uma tal de Celte Navegação do Estado do Pará foram as vencedoras, sendo que está última não tinha nenhum ferry boat.

Fonte: AFD

 

Gracilene de Jesus pereira

Isso tá uma palhaçada ontem fiz uma viagem passei foi mal no ferre muito quente ,criança chorando idosos uma falta de respeito, e não ligam nem o ar e nem os ventiladores e um discazo.

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