Intervenção desastrosa do então governador Flavio Dino, na empresa de navegação Serviporto, então principal operadora dos serviços aquaviários entre a Ponta da Espera e o Cujupe, mesmo com todas as suas embarcações operando regularmente, foi o início dos problemas que a cada dia tomam proporções mais graves.
Os reflexos do desabastecimento de alimentos podem ser vistos com alterações de preços e motiva preocupações na Baixada Maranhense. Os argumentos dos comerciantes é que sem ferry boats e estradas, alguns estão importando produtos do Pará através de barcos, o que encarece os serviços de logística, o que inevitavelmente têm que ser repassados para os consumidores. Eles destacam já terem tido consideráveis prejuízos com produtos perecíveis que chegaram até a ficar três dias na Ponta da Espera esperando por bom senso e responsabilidade dos gestores da MOB.
Se tivéssemos estrada, o percurso seria mais demorado e os valores entre o combustível e o transporte dos caminhões, a diferença não seria muito grande, mas a verdade é que a falta dos dois penalizam seriamente a população da Baixada Maranhense, por uma questão que até hoje não ficou bem clara sobre a intervenção, me disse hoje um experiente comerciante com negócios em alguns municípios. O que se sabe através de comentários é a existência de verdadeira perseguição empreendida a Serviporto com o objetivo de destruí-la, para favorecer outros empresários.
O ex-governador Flavio Dino, responsável maior pelo sério problema que atinge milhares de pessoas, empresários e inclusive outros importantes serviços, até hoje se mantém no seu silêncio obsequioso, muito embora mantenha o velho hábito de criticar e agredir adversários políticos, como se estivesse a acima do bem e do mal e que os sérios desacertos da sua administração sejam tratados com indiferença, muito embora inúmeros estejam na justiça.
Por mais otimistas que os empresários do setor de transporte coletivo, de cargas e a população em geral, o problema está bem distante de uma solução, uma vez que com o sucateamento causado pela intervenção a três embarcações da Serviporto, o Governo do Estado encontra dificuldades para a solução, começando com a negociação de uma embarcação adaptada para ferry boat, que se encontra em São Luís, passando por reformas com vistas a conseguir autorização da Capitania do Portos para poder entrar em operação, destacando-se que ela tem apenas 33 anos de uso, que a princípio chegou a ser anunciada como nova pela MOB.
Fonte: AFD
Não vai tardar para aparecer idiotas e por a Culpa em Jair “Messias” Bolsonaro! Cretino é cretino !