A ex-presidente Dilma Rousseff já custa aos contribuintes brasileiros R$ 63.400,00 por mês – incluindo aí R$ 41 mil de despesas com servidores, R$ 10,7 de contribuição ao INSS e um vencimento mensal de R$ 11 mil.
Como os esquerdistas pensam que dinheiro público cai do céu, ela tentou abiscoitar mais 10 mil ‘pilas’ mensais. Por isso, a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Cristiane Rodrigues Britto, negou na semana passada o pedido de indenização pleiteado pela ex-presidente.
A petista queria ressarcimento financeiro por, segundo ela, ter sido perseguida, presa e torturada durante o regime militar, que durou de 1964 a 1985. A decisão da pasta é orientada a partir de um parecer divulgado em 28 de abril pela Comissão de Anistia.
O colegiado entendeu que o pedido não poderia ser analisado, uma vez que a situação já foi reconhecida pelos governos de São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, com o recebimento total de R$ 72 mil, o que impediria reparação federal.
Ao governo federal, Dilma pedia indenização de R$ 10.700 por mês, além da contagem do período em que ficou presa, em 1970, até a promulgação da Lei da Anistia, nove anos depois, para fins de aposentadoria.
O que se deve destacar é a razão pela qual foi ‘perseguida’ – ela e seu grupo de terrorista VAR-Palmares que se dedicava a tarefa de sequestrar servidores públicos, assaltar bancos e assassinar trabalhadores como foi o caso do marinheiro inglês, David Cuthberg, morto a sangue frio pelo grupo em 1972.
São pelas consequências desses “trabalhos” que Dilma e seus colegas cobram indenizações.
Jornal da Cidade Online