A 6º Vara da Fazenda Pública condenou o Estado do Maranhão a cumprir a Progressão por Tempo de Exercício no Cargo como determina a Lei 9.664/2012 (Plano Geral de Carreiras e Cargos – PGCE). O Governo do Estado não estava progredindo os servidores e, por isso, o SINTSEP entrou, no ano passado, com uma ação na Justiça para duas servidoras, tendo sentença favorável e sem recurso do Estado. O processo já transitou em julgado.
A Progressão é a evolução do servidor dentro da tabela remuneratória, no mesmo cargo, dentro da mesma classe, levando-se em consideração o tempo de exercício no cargo e a qualificação profissional. De acordo com o PGCE, a progressão do servidor efetivo deverá ocorrer, automaticamente, a cada dois anos, e independe de requerimento.
O SINTSEP segue atento para que os direitos dos servidores efetivos sejam cumpridos e assim vem lutando contra o autoritarismo bastante implacável no desrespeito aos funcionários públicos. Uma coisa é certa, Flavio Dino vai passar para a história como o pior do governador do Maranhão, não apenas pelos servidores públicos, mas como o grande semeador da fome, da miséria, da exclusão social com a extrema pobreza, que atinge mais da metade da população do Maranhão.
Para Cleinaldo Bil, presidente do SINTSEP, a assessoria jurídica da entidade vem trabalhando em outras ações, que infelizmente estão sendo postergadas pelo governador Flavio Dino na justiça.
Fonte: SINTSEP Notícias
É preciso que se faça valer a lei, pois é um direito legal do funcionário público, não tem que postergar.
Quando é para benefício do governo, a justiça existe, mas se diz respeito ao servidor, este tem de entrar na justiça para garantir direitos que às vezes, também é uma perda de tempo.
O governador do Maranhão, se acha o todo poderoso. Acima da lei, pôr ser juiz.
Não somente os servidores efetivos como também os servidores.que se.aposrntaram.srm essa garantia passam.anos e anos e nada foi feito
Fora Flávio Dino, pseudo defensor do direito. Traidor de professor. Foi eleito com o apoio da categoria e agora nega aquilo que temos direito.