O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Mino Carta sempre foram parceiros, amigos íntimos. Evidentemente, durante o regime lulopetista, a revista de Mino – Carta Capital – nadou de braçada. Ganhou muito dinheiro e enriqueceu. Agora, o novo” benfeitor” da revista é o governador Flavio Dino, do Maranhão.
Com a posse de Bolsonaro, a fonte secou. Acabou o dinheiro fácil.
Presentemente, todos esses pseudojornalistas, que se chafurdaram na grana fácil da era PT, passam dificuldades. São absolutamente incompetentes para produzir sem as benesses do estado. Há poucos dias, dois veículos encerraram suas atividades. Os sites Conversa Afiada e o Nocaute desapareceram, por falta de financiamentos dos cofres públicos. Carta Capital caminha na mesma trilha.
Flávio Dino resolveu salvá-la.
Para tanto, arrancou dos cofres públicos do Maranhão, quase R$ 1 milhão de reais para gastar em “assinatura” da revista. Vejam só, uma revista pautada por Lula.
Por iniciativa da deputada Carla Zambelli, o governador Flavio Dino terá que se explicar, mediante ação judicial, principalmente que num período de plena pandemia do covid-19, fazer gastos de tal natureza pode ser demonstração de situação financeira privilegiada em relação às demais unidades da federação brasileira ou retirar dinheiro que poderia ser aplicado na compra de cestas básicas para os maranhenses. É muito importante observar que o Maranhão é o estado com o maior percentual de extrema pobreza no Brasil.
Jornal da Cidade Online
