Ao nascer de um famigerado dia, a China viu-se mergulhada em uma verdadeira pandemia, iniciando-se na cidade de Wuhan e se alastrando por várias cidades chinesas com um resultado fatal, por ceifar centenas de vidas e acometer gravemente a saúde de centenas de outras mais, numa guerra desigual, não existindo vacina para debelar esse mal, ora incurável.
Porém, o Presidente chinês Xi Jinping encarou o mal de frente, tomando medidas drásticas, fechando estabelecimentos para evitar aglomerações e consequentemente maior disseminação do vírus, inclusive igrejas, ficando todos confinados em suas casas, numa espécie de toque de recolher. Até os supermercados foram atingidos parcialmente, adequando-se como se estivessem em guerra.
A situação de calamidade pública gerada por essa pandemia que dantes era isolada ao território chinês avolumou-se desastrosamente para uma calamidade mundial ao afetar rapidamente diversos outros países, por conseguinte todas estas nações empenharam-se em descobrir uma cura química para esse vírus cruel e mortal.
Nesse cenário apesar dos esforços da comunidade científica mundial, que ainda não nos proporcionou a tão esperada notícia do desenvolvimento de uma vacina, louvamos estes profissionais, ao tempo que aguardamos com esperança e fé para que exitosamente obtenham resultados almejados nestas pesquisas e com a urgência que o panorama atual requer.
Por enquanto a melhor medida é atender todas as recomendações dadas pelos especialistas de prevenção a serem adotadas por cada indivíduo, seja de cunho sanitário ou distanciamento social. Que apesar de fugir aos nossos costumes habituais, e de representarem certos sacrifícios, são medidas deveras necessárias.
De certo que providências como a realização de videoconferência ao invés de reuniões presenciais, bem como, o distanciamento social de pessoas que corriqueiramente tínhamos contato físico, sobretudo familiares, e da recorrência da incursão dessa temática hodiernamente em nossas vidas, no campo pessoal e profissional permeando nosso lares, nossos periódicos, matérias de entretenimento e nosso trato diário nas relações interpessoais, notadamente acarretam no temor psicológico inevitavelmente incutido em nossas mentes derivado de todo esse arcabouço. Contudo temos como concepção irrefragável que tudo isso é passageiro e se todos fizermos nosso papel fundamental no enfretamento desse vírus mitigaremos de sobremaneira esses malefícios por ele proporcionado, até que surja a eficaz cura pela ciência através de um antídoto vacínico.
Desse modo sigamos com a sensatez devida e comprometimento que esse cenário requer. Além de clamarmos para que os demais que assim não se comportem, modifiquem suas posturas em prol do bem comum.
Enfim, rogamos a Deus nosso criador que ilumine e dê fertilidade a uma mente abençoada que possa encontrar a forma de debelação desse truculento vírus e esperamos que a paz reboe no mundo inteiro e finalmente cesse essa crise de saúde mundial, voltando assim tudo ao normal.
José Olívio de Sá Cardoso Rosa é advogado e poeta.
