A venda de combustíveis se constitui hoje na maior fonte de arrecadação do ICMS do Estado, que alcançou uma dimensão bem acentuada com o último reajuste de ICMS decretado pelo governador Flavio Dino.
Quem apostava que seria o Grupo Mateus com a sua grande rede de supermercados de varejo e atacado, se enganou, uma vez que apesar do grande porte e das fortes vendas diárias, o Grupo Mateus, com os seus privilégios concedidos pelo Governo do Estado, além de atrasar constantemente o recolhimento dos impostos, muitas vezes é cobrado e geralmente solicita parcelamentos.
Os empresários de distribuição de combustíveis e vendas em postos em todo o Maranhão, respondem com o recolhimento em dias e assim acabam dando suporte para que o Estado consiga honrar compromissos sérios. O pagamento dos servidores públicos estaduais feito à semana passada e o governador Flavio Dino tornou público que enfrentou muitas dificuldades, deixando sinalizado que o problema das finanças do estado é muito sério. O problema sério é que com o arrocho fiscal e o aumento da carga tributária imposta pelo Governo do Maranhão, muitas empresas quebraram e muitas já fecharam e outras estão a caminho. Como pequena demonstração basta as pessoas verificarem o grande número de lojas fechadas no São Francisco, no João Paulo e nos shoppings existem muitos espaços vazios por força da perversa carga tributária e a redução de consumidores por falta de dinheiro, sem falarmos no crescente aumento do desemprego.
