Diariamente são feitas denuncias de crimes praticados por agentes públicos e já é hora da ação do “O Maranhão contra a Corrupção”

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Há poucos dias foi realizado em São Luís, o III Seminário de Improbidade Administrativa, como um importante reforço para o projeto “Maranhão contra a Corrupção”. O projeto tem como princípio, o combate aos crimes praticados por agentes públicos indistintamente. É liderado por juízes, promotores, delegados de policia e procuradores de justiça, com o objetivo definido de prevenir e responsabilizar criminalmente autoridades em praticas ilícitas.

O importante é que o “Maranhão contra a Corrupção”, tem como parceiros institucionais do projeto: Associação dos Magistrados do Maranhão, Procuradoria Geral de Justiça, Associação do Ministério Público do Maranhão, Escola Superior do Ministério Público e o Ministério Público de Contas.

Todos os dias santos são feitas denúncias de atos de improbidades de gestores públicos nos parlamentos estadual e municipal, nos veículos de comunicação e nas redes sociais, muitas das quais com detalhes importantes e tratam de problemas da maior seriedade, mas parece não ser assimilados pelo projeto, a não ser, que ainda fiquem esperando a tal provocação para se manifestar.

Apenas para exemplificar, que têm merecido muitos e muitos os gritos e denuncias de segmentos comunitários nos parlamentos municipais e estadual, dos crimes praticados por gestores públicos com os programas Mais Asfalto e Asfalto na Rua. Milhões e Milhões de reais estão sendo jogados no ralo, mas com grande parte deles beneficiando muita gente. Diante de fatos que são vistos na capital e no interior se torna necessário qualquer provocação? É uma pergunta, que precisa ser bastante dimensionada e até mesmo cobrada.

O Mais Asfalto e o Asfalto na Rua são apenas dois dos inúmeros casos de improbidades. O lamentável e que causa indignação é se vê a miséria e a fome prosperando, as pessoas morrendo em filas em busca de consultas médicas, outras em macas nos corredores de hospitais, crianças sem escolas e quando elas existem em condições precárias, não há professores e nem merenda. Infelizmente é uma realidade fruto da corrupção deslavada, que não e combatida.

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