Coronel Frederico Pereira deixou o Comando Geral da PM para ser candidato a deputado estadual na cota de Flavio Dino

               aldir

  O coronel Frederico Pereira, passa para a história da Policia Militar como um dos mais frágeis comandantes da corporação. Quanto da questão de não ter conseguido enfrentar a criminalidade, que coloca São Luís entre as cidades mais violentas do Brasil, os assaltos e explosão de caixas eletrônicos, casas lotéricas e agências dos Correios, a responsabilidade maior fica para o governador Flavio Dino, que até hoje não deu suporte nem para a Policia Militar e muito menos para a Secretaria de Segurança Pública.

                  A visão do governador é de que a violência deve ser enfrentada com soldados, armas e viaturas. Sem politicas públicas e até mesmo politicas compensatórias não se consegue enfrentar a criminalidade, diante dos avanços da miséria, da fome, das desigualdades sociais e da exclusão. A droga avança com tal voracidade, que não sabemos até quando. Os  crimes de roubos e furtos e os assaltos que ocorrem a qualquer hora em qualquer lugar em busca de celulares, correntes, anéis ou até mesmo tênis, são destinados para traficantes ou receptadores, para a alimentação do vicio da droga.

                  Mão é de hoje que as autoridades policiais sabem, que nos anos de eleições, os assaltos e explosão de caixas eletrônicas dos bancos, assim como casas lotéricas e agências dos Correios são mais frequentes. Os sucessos casos no Maranhão, criam problemas sérios para a vida de muitos municípios que não têm nenhuma instituição financeira.

                   O coronel Frederico Pereira, deixou o Comando Geral da PM, no momento em que oficiais do Estado Maior da Corporação estão presos sob a acusação de envolvimento em contrabando inicialmente avaliado em mais de R$ 100 milhões. O interessante é que depois da decretação das preventivas contra os oficiais da PM e o delegado Tiago Bardal, recentemente homenageado pelo governador Flavio Dino, além de outros policiais militares, as investigações parecem não ter avançado.

                   O que tem sido bastante questionado é que a policia sabe que havia integrantes do contrabando que chegavam a ganhar 50 mil reais por operação, e desconheça os receptadores. Como navios de porte médio adentravam até o Quebra Pote, sem autorização da Capitania dos Portos e muitas outras que suscitam perguntas bem coerentes.

                     Hoje uma Câmara Criminal do Tribunal de Justiça concedeu habeas corpus ao advogado Ricardo Belo, que se acordo com os seus defensores, a policia civil não conseguiu apresentar provas de envolvimento dele no contrabando.

                       A verdade é que existe uma grande expectativa quanto ao discurso politico do coronel Frederico Pereira, depois da sua frágil passagem pelo Comando Geral da PM, para pedir votos aos eleitores maranhenses. Como candidato a deputado estadual chancelado  pelo Palácio dos Leões, o coronel Pereira, pode ter sorte melhor do que outros que sonharam e foram despertados pela frustração de traição.

 

 

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