Vereador Cézar Bombeiro presta homenagem póstuma ao jornalista Alterê Bernardino destacando os seus méritos

O passamento do jornalista Alterê Bernardino Nunes, ocorrida à noite passada foi o assunto predominante na sessão de hoje da Câmara Municipal de São Luís. Há mais de 30 anos era integrante do quadro de jornalistas do legislativo municipal e por muito tempo foi o editor geral do boletim informativo diário, função que deixou na atual administração da Câmara, retornando  ao quadro de  redatores da Superintendência de Comunicação.

Inúmeros vereadores expressaram o reconhecimento público ao jornalista, que também era historiador e de uma sensibilidade importante para a comunicação. A maior marca de Alterê Bernardino era a sua simplicidade e generosidade e sabia como poucos retratar fielmente a informação. O vereador Cézar Bombeiro sugeriu hoje no plenário do legislativo o velório do jornalista na Câmara Municipal, mas o presidente Osmar Filho, informou que por decisão da família seria realizado na própria residência à rua da Saúde, 272.

Cézar Bombeiro lembrou que prestou a ele o ano passado, uma homenagem com uma moção de reconhecimento a sua produção jornalística dentro e fora do parlamento e mais precisamente o seu zelo com a informação sobre cada um dos vereadores, sempre com preocupação de mostrar de forma cristalina a ação de cada um. Quando soube que seria homenageado, Alterê Bernardino chegou a procurar a assessoria do vereador e pedir para não ser homenageado, mas de nada valeram os seus argumentos e ela se concretizou. O vereador Cézar Bombeiro falou que tinha o jornalista como amigo e pessoa que lhe deu importantes sugestões para debates na Câmara Municipal, uma vez que tinha uma ampla visão das questões inerentes as conjunturas política, social e econômica municipal e estadual.

O vereador destacou também que a vida jornalística de Alterê Bernardino foi marcada por muito trabalho sério e competente, como Superintendente Adjunto de Comunicação da Assembleia Legislativa, um dos fundadores do Jornal A Tribuna, editor dezenas de jornais alternativos e a sua consciência critica estavam bem acentuados dentro do Centro Histórico, lhe possibilitando a inúmeros comentários com amplas sugestões às autoridades. Cézar Bombeiro diz, a minha admiração pelo jornalista Alterê Bernardino Nunes me tocou profundamente o coração, como tivesse perdido um parente, uma pessoa minha, o que elevou ainda mais o meu sentimento solidário e fraterno, que podiam ser vistos e até lidos no seu rosto bem afetivo do nosso saudoso e inesquecível Alterê Bernardino.

Estive no velório do saudoso Aterê Bernardino e me deparei com um sofrimento inimaginável da sua Isaurina Nunes, jornalista e sociológa, funcionaria do IPHAN, que tinha uma grande admiração pelo irmão e vice-versa. Dois potenciais dentro do contexto do Centro Histórico, onde nasceram e construíram muitas histórias, que terá em  a continuação da caminhada.

A verdade é que o passamento do saudoso jornalista Alterê Bernardino tocou profundamente o coração de muitos colegas e de inúmeras pessoas que o admiravam e mais precisamente aquelas que tiveram o privilégio de merecer a sua generosidade. Afinal de contas era um ser humano solidário e fraterno e soube semear o amor ao próximo.

 

 

 

 

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