STF nega habeas corpus e a Polícia Federal investigará vazamento de documentos sigilosos da CPI

Decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, negou os pedidos de habeas corpus feitos pelos senadores que compõem a mesa da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, Omar Aziz (presidente), Randolfe Rodrigues (vice-presidente) e Renan Calheiros (relator). Com a decisão do STF, todos devem ser investigados pela Polícia Federal por vazamentos de documentos sigilosos

Fachin considerou que Polícia Federal (PF) seguiu os procedimentos necessários para a abertura do inquérito sobre a divulgação de documentos sigilosos da comissão. Os pedidos de habeas corpus apresentados tinham como argumento que como a investigação envolvia congressistas, seria necessário que os autos fossem enviados ao STF.

Fachin apontou, em sua decisão, que a Corregedoria-Geral da PF indicou, nos autos, a necessidade de autorização pelo STF e que a PF iniciou o processamento interno para enviar o ofício à Corte.

“Do ponto de vista procedimental, os atos atacados respeitaram o limite de iniciativa em sede investigatória, e tenderam à preservação da competência deste Supremo Tribunal Federal. Não há elementos concretos, portanto, que indiquem ilegalidade ou abuso de poder”, afirma Fachin.

A CPI novamente desmoralizada e a PF no encalço dos responsáveis pelos vazamentos ilegais. O pior de tudo é que a capacidade de manipulação e outras questões mais sérias eram previsíveis, diante da vida regressa bastante obscura com casos de corrupção dos dirigentes da CPI, o que vai proporcionar a que muita coisa poderá vir à. A CPI está sendo usada pelos três senadores para benefícios próprios, inclusive eles aspiram ser candidatos a vice-presidente como companheiro de chapa de Lula.

Jornal da Cidade Online

 

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