Presidente dos Rodoviários não consegue se eximir do desrespeito a Justiça com a greve geral

O presidente do Sindicato dos Rodoviários, Marcelo Brito, fez hoje uma declaração a uma emissora de rádio de nossa capital, em que procura se eximir de quaisquer responsabilidades da greve dos rodoviários em nossa capital. A categoria desafiou a decisão da Justiça do Trabalho, que havia definido, que em caso de greve, tanto os empresários e rodoviários teriam que manter 90% da frota em circulação, ressaltando que em caso de desobediência ficava previsto uma multa diária de R$ 50 mil e inúmeras outras punições.

A declaração de Marcelo Brito foi ridícula, quando disse, que apesar de defender a determinação da Justiça do Trabalho, a categoria entendeu que a paralisação seria geral, deixando de ouvir as suas argumentações sobre as sanções previstas. As suas palavras deixam-no em uma situação de um sindicalista sem liderança fracassado e frouxo, e se mente com o objetivo de enganar a justiça, não deixa de ser mentiroso e irresponsável e que deve ser punido pela desobediência ao mandado da Justiça do Trabalho.

De há muito venho denunciando, que os interesses dos empresários dos transportes coletivos sempre são manifestados quando transforma os rodoviários em massa de manobra. Eles suspendem os pagamentos dos acordos coletivos de trabalho, sob o argumento de que estão operando no vermelho e que se tiverem aumento das tarifas das passagens, o problema é imediatamente solucionado.

                       Não respeitaram a intermediação do Ministério Público

Os rodoviários e empresários solicitaram ao Ministério Público do Trabalho na última terça-feira, a mediação dos desentendimentos entre as duas categorias, que possivelmente seria iniciada hoje, mas diante da busca de soluções, tanto rodoviários como empresários deveriam não adotar qualquer ação e muito menos a greve. Diante do exposto é que eles mesmos, não respeitaram o Ministério Público e demonstram que não buscam solução pacífica para um possível problema, haja vista que sempre agem em conluio.

A Prefeitura de São Luís denunciou a Justiça do Trabalho, a desobediência das duas categorias e pediu a aplicação imediata das sanções penais previstas e também uma ratificação da liminar com a aplicação de punições bem maiores em caso de novo desrespeito.

Fonte: AFD

 

 

 

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